sábado, 29 de junho de 2013

5 hotéis onde a arte define tudo

5 hotéis onde a arte define tudo

Paredes nuas não têm vez nesses destinos

ANTONELLA SALEM

Os art hotels são a prova de que a arte de hospedar adquire contornos sublimes quando – em lobbies, suítes, galerias e jardins – os protagonistas são afrescos, telas, esculturas e fotografias. Cada vez mais as linhas que separam arquitetura, design e arte se esfumaçam. Por isso, reunimos nesta matéria cinco hotéis que apostam na arte exposta como atrativo. Em vez de relaxamento e mente distante, a proposta é o aculturamento mesmo no ócio.
  (Foto: divulgação)
Gramercy Park Hotel, nos Estados Unidos
Não há hotel mais in em Nova York para os aficionados das artes. O Gramercy Park Hotel abriga uma coleção impressionante do século 20, com curadoria do lendário pintor e diretor de cinema norte-americano Julian Schnabel, também responsável pelo décor. Do lobby ao Rose Bar, há obras-primas da pop art de Andy Warhol e do neoexpressionista Jean-Michel Basquiat. Nas paredes, trabalhos também de Enoc Perez, Keith Haring, Tom Wesselmann, Richard Prince, Michael Scoggins, Fernando Botero e Damien Hirst, entre outros. Nos quartos, uma série de fotografias. “Basicamente, sou um pintor”, disse Schnabel. “Construí um lugar em que gosto de estar.” Por trás da coleção – baseada sobretudo em mestres da arte moderna americana – está também o proprietário alemão Aby Rosen, ávido colecionador e guru do ramo imobiliário. A disposição das obras muda constantemente e surpreende a cada visita. (Diárias a partir de US$ 475.)
  (Foto: divulgação)
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  (Foto: ©2006 Four Seasons Hotels Limited )
Um museu vivo da era renascentista em Florença. Instalado no Palazzo della Gherardesca, do século 15, e em um convento do século 16, o hotel preserva um tesouro de afrescos, pinturas e relevos dos séculos 15 ao 19. No lobby, 12 painéis de alto-relevo (1481-1488) mostram figuras mitológicas supostamente criadas por Bertoldo di Giovanni, um dos maiores escultores da época. A capela, transformada em sala de leitura, tem as paredes pintadas pelo maneirista Jan van der Straet (dito Giovanni Stradano) e por Agostino Ciampelli. No teto da Volterrano Suite está um dos afrescos mais importantes do hotel: Cegueira da Mente Humana sendo Iluminada pela Verdade, do séc. 17, por Baldassare Franceschini (ou Volterrano). E a arte se estende ao jardim, criado entre 1472 e 1480 e remodelado no século 19. “A arte está ligada ao espírito do hotel e é um reflexo dessa cidade”, disse o gerente-geral, Patrizio Cipollini. (Diárias a partir de 575 euros.)
  (Foto: ©2006 Four Seasons Hotels Limited )
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  (Foto: Studio Paterakis)
New Hotel Athens, na Grécia
Há um novo hot spot neste verão em Atenas: o Art Lounge do New Hotel, propriedade do colecionador grego de arte contemporânea Dakis Joannou. O espaço para comer e beber fica na cobertura do hotel remodelado pelos irmãos Campana e inclui uma biblioteca e um terraço com vista para a Acrópole. Da coleção de Joannou, patrono do centro de exibições Fundação Deste, chama a atenção no lounge a escultura F.O.B., de 1993, de Ashley Bickerton. Nas paredes, imagens da revista Toilet Paper, criada por Maurizio Cattelan como fotógrafo Pierpaolo Ferrari. “Assim como os irmãos Campana são a vanguarda do design, Maurizio Cattelan está na vanguarda da arte”, disse Joannou, que mantém seu acervo – obras de Jeff Koons, Elad Lassry, Mike Kelley, Damien Hirst, Takashi Murakami e Gabriel Orozco, entre outros – à mostra de forma itinerante em sua fundação e seus hotéis do grupo Yes!. (Diárias a partir de 250 euros.)
  (Foto: Studio Paterakis)
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  (Foto: Studio Paterakis)
La Colombe d’Or, na França
A arte está na história e na alma deste pequeno hotel e restaurante em Saint-Paul de Vence, na Provence. Inaugurado como um café em 1920 e transformado em hospedaria, La Colombe d’Or passou a atrair artistas graças à atmosfera cozy e ao profundo interesse de Paul Roux, o proprietário, pelas artes. Miró, Georges Braque, Henri Matisse, Sonia Delaunay, Fernand Léger, Raoul Dufy, Picasso, Alexander Calder, Cesar, Arman, Tinguely, Dubuffet e Jacques Prévert por lá passaram e deixaram suas obras como pagamento. No terraço do restaurante, o trabalho de cerâmica, de Léger, foi encomendado por Francis, filho de Paul, e sua mulher, que herdaram o amor pela arte. “Temos também obras contemporâneas adquiridas pelo meu sogro, Francis”, conta Danièle Roux, mulher de François, terceira geração à frente do hotel. A mais recente é uma instalação do irlandês Sean Scully, na área da piscina. (Diárias a partir de 250 euros.)
  (Foto: divulgação)
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  (Foto: divulgação)
Le Royal Monceau, na França
Quando ressurgiu na cena parisiense, em 2010, depois de uma reforma milionária assinada por Philippe Starck, o Royal Monceau logo se firmou como o hotel da arte contemporânea em Paris. Stéphane Calais criou os afrescos Un jardin à la française (2010) no teto do restaurante La Cuisine. A tela de Rosson Crow, Grand Salon, Maison d’Alsace, 1929 (2010), decora a sala privée do restaurante Il Carpaccio. Nikolai Polisky montou uma instalação no primeiro andar com 15 cervos de madeira e Joana Vasconcelos assina o bule de chá monumental de ferro do jardim. Os quartos têm fotografias da coleção que inclui Simon Chaput, Koichiro Doi e Thierry Dreyfus. E o hotel acolhe uma galeria de arte, livraria e uma art concierge que organiza encontros com artistas e curadores. (Diárias a partir de 950 euros.)
  (Foto: divulgação)

Como identificar um espelho falso

Como identificar um espelho falso


Existem os espelhos ditos normais e os espelhos falsos, aqueles que 
permitem ver nas duas direcções, como aqueles que vemos nos filmes, 
onde a vítima escolhe qual dos acusados é o criminoso.
Neste artigo queremos ajudar a detectar esses espelhos falsos, de 
forma a prevenir-se e a garantir a sua privacidade, quando vai a hotéis
pousadas, casas de público, etc., já que nunca sabemos se existem alguém 
do lado de lá.
Este artigo não serve para assustar nem para dizer que existem espelhos
 falsos por aí, com pessoas a espiarem-nos do outro lado, mas não custa nada 
prevenir e certificar-se que o espelho é um espelho completamente normal.
Os espelhos fazem parte da nossa vida do dia-a-dia e podemos encontrá-los 
em quase todos os lugares. Nas casas de banho, em ginásios, em lojas de 
roupa, em hotéis, em ginásios e por muitos outros lugares. Têm surgido vários 
casos, em que os donos de espaços frequentados por mulheres, usam 
os espelhos de duas direções para poder observá-las, fotografá-las ou 
até filmá-las, nunca se sabendo ao certo para onde poderão ir essas imagens
 ou onde começa e acaba a privacidade de cada um.


 

Como saber se existe alguém do outro lado

 do espelho?

Olhando apenas para um espelho, é impossível detectar se este é um
 espelho comum ou não. Existe pelo menos uma forma de detectar 
rapidamente se é um espelho comum ou um espelho de duas direções.

Ratinho no espelho

Teste para identificar um espelho normal

Toque com a ponta da unha na superfície do espelho, onde a imagem é 
reflectida. Se existir um espaço entre a imagem reflectida e a sua unha, 
está perante um espelho normal. Este espaço é o equivalente à espessura
 do vidro do espelho, já que a parte que reflete a imagem não é a parte da 
frente, mas sim a parte de trás do espelho.

Teste para identificar um espelho falso ou de

duas direcções

Pelo contrário, se ao colocar a sua unha no espelho não há um espaço entre
a unha e a imagem reflectida, está perante um espelho de duas direções! 
Isto acontece porque, nestes espelhos, a parte que reflete a imagem é a parte
da frente e não o fundo do espelho.

Lembre-se a partir de agora de fazer sempre o teste do espelho, nos locais
onde espera alguma privacidade. Se no “teste da unha” existir um espaço
entre a unha e a imagem, não tem que se preocupar. Se esse espaço não existir
chame a polícia, já que este é um crime punido por lei.
E lembre-se de alertar todos os seus amigos e familiares!

Super compilação com mais de 200 fobias ou medos

Super compilação com mais de 200 fobias ou medos


Uma compilação de (quase) todas as fobias que possa imaginar! Poderá
duvidar da existência de muitas 
delas, mas de fato existem e até têm nome e tudo! Confira aqui uma lista 
dos medos (ou fobias) que existem no mundo!
Todos nós temos medo e este é essencial para a nossa sobrevivência, 
evitando certos riscos que na sua ausência poderiam nos ser prejudiciais.
 O medo é uma reacção do corpo quando se sente ameaçado, física 
ou psicologicamente, causando uma alteração do corpo, quer a nível
 físico como a nível psicológico. A fobia é consequentemente uma forma 
de medo “exagerado” perante situações, pessoas, objectos, animais ou lugares.
Clinicamente, as fobias pertencem a alterações de ansiedade perante certas 
circunstâncias e diferem de pessoa para pessoa. Vamos matar então a vossa
 curiosidade e mostrar uma mega compilação das fobias ou medos reconhecidos
 pela psiquiatria.

Já agora, sabia que existe o medo da falta de fobias? Chama-se afobia!

Fobias relacionadas com pessoas:

  • Afefobia – Medo de ser tocado
  • Androfobia – Medo de homens
  • Antropofobia – Medo de pessoas
  • Autofobia – Medo de si próprio ou de ficar sózinho
  • Azinofobia – Medo de ser agredido pelos pais
  • Bifobia – Medo de bissexuais
  • Cipridofobia, Ciprifobia, Ciprianofobia, Ciprinofobia – Medo de Prostitutas
  • Coulrofobia – Medo de palhaços
  • Demofobia ou enoclofobia – Medo de multidões
  • Escopofobia, Escoptofobia – Medo de estar a ser visto por alguém
  • Estupofobia – Medo de pessoas estúpidas
  • Gerontofobia – Medo de pessoas idosas
  • Ginofobia, Ginefobia, Ginecofobia – Medo de mulheres
  • Hobofobia – Medo de bêbados ou mendigos
  • Homofobia – Medo da homossexualidade
  • Lesbofobia – Medo de mulheres lésbicas
  • Nipofobia – Medo de Japoneses e da sua cultura
  • Novercafobia – Medo da madrasta
  • Orientalofobia – Medo de pessoas do Oriente
  • Papofobia – Medo do Papa
  • Pedofobia – Medo de crianças
  • Penterofobia – Medo da sogra
  • Singenesofobia – Medo de parentes
  • Sinofobia – Medo de Chineses e da sua cultura
  • Socerafobia – Medo do padrasto ou madrasta
  • Sociofobia – Medo da sociedade ou das pessoas
  • Teratofobia – Medo crianças ou pessoas deformadas
  • Tiranofobia – Medo de Tiranos
  • Transfobia – Medo de transexuais
  • Unatractifobia – Medo de pessoas feias
  • Xenofobia – Medo de estrangeiros ou estranhos
tarantula-aranhas-fobia-aracnofobia

Fobias relacionadas com animais:

  • Ailurofobia – Medo de gatos
  • Anatidaefobia – Medo ser observado por patos
  • Apifobia – Medo de abelhas
  • Aracnofobia – Medo de aranhas
  • Batracofobia – Medo de anfíbios
  • Cataridafobia – Medo de baratas
  • Cinofobia – Medo de cães
  • Entomofobia – Medo de insectos
  • Equinofobia – Medo de cavalos.
  • Herpetofobia – Medo de répteis ou seres rastejantes.
  • Ornitofobia – Medo de pássaros.
  • Ostraconofobia – Medo de ostras.
  • Quilofobia – Medo de esquilos.
  • Selachofobia – Medo de tubarões
  • Surifobia – Medo de ratos

Fobias relacionadas com plantas:

  • Antofobia – Medo de flores
  • Blennofobia – Medo de limo ou coisas viscosas
  • Botanofobia – Medo de plantas
  • Dendrofobia – Medo de árvores
  • Hilofobia – Medo de florestas
  • Lachanofobia – Medo de vegetais
seringa-injeccao-agulhas-fobia

Fobias relacionadas com a saúde:

  • Ablepsifobia – Medo de ficar cego
  • Aicmofobia – Medo de agulhas de injecções
  • Algofobia – Medo da dor
  • Anginofobia – Medo de se engasgar
  • Astenofobia – Medo de desmaiar
  • Bacilofobia ou bacteriofobia – Medo de bactérias
  • Copofobia – Medo da fadiga
  • Dermatosiofobia, dermatofobia ou dermatopatofobia – Medo de doenças da pele
  • Diplofobia – Medo de visão dupla
  • Emetofobia – Medo de vomitar
  • Epistaxiofobia – Medo de sangrar do nariz
  • Estruminofobia – Medo de morrer a defecar
  • Falacrofobia – Medo de ficar careca
  • Flatusfobia – Medo da flatulência
  • Gerascofobia – Medo de envelhecer
  • Hidrargiofobia – Medo de medicamentos à base de mercúrio
  • Lissofobia – Medo de ficar louco
  • Monopatofobia – Medo das doenças incuráveis
  • Nosofobia ou nosemafobia – Medo de adoecer
  • Odontofobia – Medo do dentista
  • Quinofobia – Medo de contrair raiva
  • Reutrofobia – Medo de ficar vermelho
  • Tapinofobia – Medo de ser contagioso
  • Teniofobia – Medo de ténias
  • Tripanofobia – Medo de injecções

Fobias relacionadas com religião:

  • Demonofobia ou Satanofobia – Medo de demónios
  • Espectrofobia – Medo de fantasmas
  • Estaurofobia – Medo da cruz ou de crucifixos
  • Estigiofobia ou hadefobia – Medo do inferno
  • Hagiofobia – Medo de santos ou coisas santas
  • Hamartofobia – Medo de pecar
  • Hexacosioihexecontahexafobia – Medo do número 666
  • Hierofobia – Medo de padres
  • Mitofobia – Medo de mitos, histórias ou declarações falsas
  • Teofobia – Medo de Deus ou de Religião
  • Teologicofobia – Medo de teologia
  • Urifobia – Medo de fenómenos paranormais

mecanofobia-maquinas-medo-fobia

Fobias relacionadas com coisas:

  • Balistofobia – Medo de mísseis
  • Chicletofobia – Medo de pastilhas elásticas
  • Coprofobia – Medo de fezes
  • Cromofobia ou Cromatofobia – Medo das cores
  • Cronofobia – Medo do tempo
  • Cronomentrofobia – Medo de relógios
  • Deipnofobia – Medo de jantar e conversas ao jantar
  • Dextrofobia – Medo de objetos do lado direito do corpo
  • Dorafobia – Medo da pele de animais
  • Electrofobia – Medo da electricidade
  • Eleuterofobia – Medo da liberdade
  • Eritrofobia, Eritofobia ou Ereutofobia – Medo da cor vermelha
  • Fotoaugliafobia – Medo de luzes muito brilhantes
  • Hipofobia – Medo de casas
  • Hoplofobia – Medo de armas de fogo
  • Linonofobia – Medo de cordas
  • Mecanofobia – Medo de máquinas
  • Megalofobia – Medo de coisas grandes
  • Melanofobia – Medo da cor preta
  • Microfobia – Medo de coisas pequenas
  • Metrofobia – Medo de Poesia
  • Narigofobia – Medo de narizes
  • Nucleomitufobia – Medo de armas nucleares
  • Onomatofobia – Medo de ouvir certas palavras
  • Sinistrofobia – Medo de coisas do lado esquerdo
  • Utomatonofobia – Medo de bonecos de ventríloquo
  • Xantofobia – Medo da cor amarela

Fobias relacionadas com a Natureza e o Universo:

  • Acluofobia ou Escotofobia – Medo da escuridão
  • Ancraofobia ou Anemofobia – Medo do vento ou correntes de ar
  • Antlofobia – Medo de inundações ou enchentes
  • Astrofobia, Astrapofobia ou Brontofobia – Medo de trovões ou relâmpagos
  • Cimofobia – Medo de ondas ou movimentos semelhantes às ondas
  • Cometofobia – Medo de cometas
  • Cosmicofobia – Medo de acontecimentos cósmicos
  • Fengofobia – Medo da luz do dia ou do nascer do sol
  • Heliofobia – Medo do Sol
  • Homiclofobia ou Nebulafobia – Medo da neblina
  • Lilapsofobia – Medo furacões
  • Limnofobia – Medo de lagos
  • Meteorofobia – Medo de meteoritos
  • Nefofobia – Medo do nevoeiro
  • Nicto-hilofobia – Medo de florestas escuras ou da noite
  • Noctifobia – Medo da noite
  • Quionofobia – Medo da neve
  • Selenofobia – Medo da lua
  • Siderofobia – Medo das estrelas
  • Talassofobia – Medo do mar
  • Uranofobia – Medo de céu
  • Uranusfobia – Medo do Planeta Úrano
solidao-medo-monofobia-isolamento

Fobias relacionadas com situações:

  • Ablutofobia – Medo de tomar banho
  • Anuptafobia – Medo de ficar solteiro
  • Cacorrafiofobia – Medo de falhar ou do fracasso
  • Cainofobia ou Cainotofobia – Medo de novidades
  • Catagelofobia – Medo do rídiculo
  • Clinofobia – Medo de ir para a cama
  • Epistemofobia ou Gnosiofobia – Medo do conhecimento
  • Ergasiofobia – Medo do trabalhar
  • Ergofobia – Medo do trabalho
  • Fagofobia – Medo de engolir ou de comer
  • Filemafobia ou Filematofobia – Medo de beijar
  • Filosofobia – Medo de filosofia
  • Fronemofobia – Medo de pensar
  • Geliofobia – Medo de rir
  • Geniofobia – Medo de manter a cabeça erguida
  • Glossofobia – Medo de falar em público
  • Harpaxofobia – Medo de ser roubado
  • Heresifobia ou Hereiofobia – Medo de desafiar a doutrina oficial de um Governo
  • Hipengiofobia ou Hipegiafobia – Medo da responsabilidade
  • Ideofobia – Medo de ideias
  • Mageirocofobia – Medo de cozinhar
  • Mastigofobia – Medo de punição
  • Merintofobia – Medo de ficar amarrado
  • Monofobia – Medo da solidão
  • Neofobia – Medo de qualquer coisa nova
  • Nomofobia – Medo de perder dispositivos móveis
  • Nostofobia – Medo de voltar para casa
  • Ptesiofobia – Medo de viajar de avião
  • Quadrofobia – Medo de ir ao quadro
  • Ritifobia – Medo de ficar enrugado
  • Sofofobia – Medo de aprender
  • Somnifobia – Medo de dormir
  • Tapofobia ou Tafefobia – Medo de ser enterrado vivo
  • Testofobia – Medo de fazer provas escolares
  • Tocofobia – Medo da gravidez
  • Tropofobia – Medo de mudar ou fazer mudanças
  • Urofobia – Medo de urinar

Fobias relacionadas com espaços e movimento:

  • Abissofobia – Medo de abismos
  • Acrofobia – Medo de alturas
  • Aerodromofobia – Medo de viagens aéreas
  • Agirofobia – Medo de ruas
  • Agorafobia – Medo de multidões e lugares abertos
  • Amaxofobia – Medo de estar ou viajar dentro de um veículo
  • Ambulofobia – Medo de andar
  • Batofobia – Medo da profundidade
  • Catapedafobia – Medo de lugares baixos ou altos ou medo de saltar
  • Catisofobia – Medo de se sentar
  • Claustrofobia – Medo de espaços pequenos ou fechados
  • Climacofobia – Medo de degraus
  • Coimetrofobia – Medo de cemitérios
  • Corofobia – Medo de dançar
  • Nosocomefobia – Medo de hospitais
  • Quenofobia – Medo de espaços vazios
  • Tacofobia ou Tachofobia – Medo da velocidade

 Fobias relacionadas com Amor e Sexo:

  • Agrafobia ou Contreltofobia – Medo de abuso sexuais
  • Eretofobia – Medo de sentir dor durante as relações sexuais
  • Filofobia – Medo de se apaixonar
  • Gamofobia – Medo de se casar
  • Gimnofobia ou Nudofobia – Medo da nudez
  • Hedonofobia – Medo de sentir prazer
  • Malaxofobia – Medo de amar
  • Ninfofobia – Medo do sexo
  • Sexoafobia – Medo de fazer sexo

Como funciona o balão de ar quente

Como funciona o balão de ar quente


O balão de ar quente é uma aeronave com um princípio de funcionamento 
muito simples, proporcionando uma viagem suave e divertida. Mas como funciona
 um balão de ar quente e como se mantém no ar e consegue regressar a terra?
O balão de ar quente é um aeróstato, ou seja, uma aeronave que é mais leve 
que o ar. Este simples meio de transporte é constituído por três partes fundamentais, 
sendo estas constituídas por alguns pormenores que referimos de seguida.

Como é constituído um balão de ar quente

  • Envelope - É o nome dado à parte superior, constituída de tecido de nylon reforçado, 
  • de forma a evitar que se rasgue. Este tecido de extrema leveza e de elevada resistência
  •  ao calor, pode levar uma camada extra de silicone, de forma a lhe dar uma maior resistência. 
  •  É o envelope que recebe o ar mais quente ou mais frio, fazendo com que o balão suba ou
  •  desça, respectivamente.
    • Na parte superior do balão, ou seja, do envelope, existe uma válvula que 
    • permite a entrada extra de ar frio, fazendo com que o balão desça mais 
    • rapidamente.
    • envelope é constituído por vários gomos, pedaços de tecidos que são
    •  cortados de forma a que, depois de cozidos uns aos outros, possam formar
    •  os painéis, dando a forma característica do balão.
    • Na parte inferior do envelope existe a saia, um pedaço de tecido à prova de
    •  fogo, que serve de proteção do envelope.
  • Queimadores de gás – Alojados entre o cesto e o envelope, os queimadores de gás
  •  estão ligados a várias botijas de gás propano em estado líquido, normalmente quatro 
  • bilhas de 20 quilos cada uma. Este gás, muito mais forte que o gás normal das nossas 
  • cozinhas (o gás butano) está no estado líquido até entrar numa serpentina de aço 
  • inoxidável, passando ao estado gasoso e emitindo as labaredas para o interior do
  •  envelope, a cerca de 100 graus centígrados.
  • Cesto – O cesto ou a gôndola é a base do balão de ar quente e é onde são
  •  acomodados os passageiros. Feito de um material leve, o vime, o cesto pode 
  • apresentar-se de várias formas e tamanhos, podendo albergar várias dezenas de
  •  passageiros. Além de ser leve, o vime é ainda muito flexível e sofre muito pouco
  •  desgaste.
Como é constituído um balão, partes de um balão de ar quente

Aparelhos usados no balão de ar quente:

Apesar do seu aspecto rudimentar, o balão de ar quente pode estar acoplado 
de três aparelhos, de forma a ajudar o piloto na condução do balão.
  • Altímetro – Este instrumento é essencial num balão, já que informa sobre a altitude 
  • em que o balão se encontra e informa ainda qual a percentagem de ascensão ou 
  • descensão do aeróstato, para que o piloto possa corrigir essa taxa e assim garantir
  •  que se cumpra o percurso correcto do balão.
  • GPS – Como todos sabem, o GPS permite saber, via satélite, qual a sua localização 
  • exata a qualquer momento bem como para onde se está a deslocar, evitando assim a
  •  utilização de mapas de voo. Apesar de ser um aparelho muito útil, é muitas vezes 
  • dispensado de forma a propiciar uma viagem mais tradicional, como acontecia em
  •  tempos mais passados.
  • Rádio – Este é um aparelho bastante utilizado num balão de ar quente, já que permite 
  • uma comunicação constante entre os vários pilotos e a equipa responsável. Pode ser 
  • muito útil numa situação mais complicada ou simplesmente para manter o piloto
  •  informado.
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Como é que um balão consegue subir e descer?

Antes de se dar início à subida do balão, o envelope está deitado sobre o solo. 
Usando uma ventoinha de grande potência, o envelope começa a se encher de 
ar, erguendo-se do chão e começa a ganhar a sua forma habitual.
Para começar a subida, o queimador é ligado fazendo com que o envelope se comece
 a encher de ar quente. Através da convecção, ou transferência de calor, o balão 
começa a expandir-se, expelindo algum do ar que estava dentro do envelope. O 
peso do ar dentro do balão fica mais leve e menos denso que o ar frio do exterior,
 fazendo com que o balão comece a subir.
Para o balão começar a descer, basta desligar o maçarico. Isto faz com que o ar 
no interior do envelope volte a ficar mais frio e mais denso, tornando-se mais pesado 
o que faz com que o balão comece a descer.
Para manter uma altitude constante, o balonista vai ligando e desligando o maçarico,
 de forma a fazer entrar mais ar quente ou mais frio, respectivamente.

Balões de ar quente, paisagem

A aterragem

Por ser complicado controlar com rigor o movimento e a deslocação de um balão, o local para aterrar deverá ser um espaço amplo e livre de objetos que possam dificultar a aterragem. Esta é feita com um controlo preciso do queimador, deixando-o mais vezes apagado que aceso, fazendo com que o balão comece a perder altitude e a aterrar.

Curiosidades sobre os balões de ar quente

primeiro projeto para um aparelho voador mais leve que o ar, aconteceu em 1670, num aparelho sustentado por 4 balões.
maior altitude conseguida com um balão de ar quente foi de 21 quilômetros, em 2005, pelas mãos de Vijaypat Singhania, de 65 anos de idade.
primeira viagem de balão à volta do mundo, foi conseguida por Bertrand Piccard e Brian Jones, em 1999, numa viagem que durou 19 dias!
primeiro balão a fazer a travessia sob o oceano Atlântico foi o Double Eagle II, em 1978, percorrendo a incrível distância de 5 mil quilômetros, durante 137 horas!
primeiro balão a fazer a travessia sob o oceano Pacífico foi o Virgin Pacific Flyer, em 1991, voando durante 47 horas do Japão até ao Canadá, percorrendo 7671 quilômetros!