domingo, 19 de maio de 2013

Pessoas ansiosas têm o melhor olfato

Pessoas ansiosas têm o melhor olfato

Foram realizados testes e mais testes em 14 homens para melhor descrever a percepção de odores, quando estavam feliz, triste, com medo, ansiosos e afins.
Em alguns testes, eles estavam fazendo ressonância magnética. Os participantes tinham que simplesmente dizer se conseguiam detectar um cheiro ou não.
E como resultado, aqueles que eram mais ansiosos foram significativamente melhores em detectar concentrações de odores, principalmente os ruins e cada um classificou a sua ansiedade de 0 a 100.
Será que essa sensação é um legado evolucionário de proteção contra ameaças? Se for o caso, as pessoas ansiosas podem ter um olfato melhor, presumidamente para detectar predadores ou portadores de doenças.


Qual é o combustível do Sol?


Qual é o combustível do Sol?

O Sol é movido a hidrogênio, que se funde no calor do seu núcleo numa reação parecida com um reator atômico. Ele transforma hidrogênio em hélio (veja o infográfico). “A estrela produz 40 trilhões de megatons de energia por segundo“, diz o astrônomo Augusto Damineli, do Instituto Astronômico e Geofísico da Universidade de São Paulo.
Tudo isso é emitido em raios gama, uma radiação invisível e quentíssima. Esses raios queimariam o sistema solar, mas, ao atravessar as várias camadas do astro, são convertidos em raios de luz, mais suportáveis.
Assim, a temperatura de 10 milhões de graus Celsius da radiação do núcleo é reduzida a 6 000 graus Celsius. Há 4,6 bilhões de anos, ao nascer, o Sol tinha hidrogênio suficiente para queimar durante 10 bilhões de anos. Hoje, a metade desse estoque já se acabou. Quando não restar nada, daqui a 5 bilhões de anos, ele vai queimar o hélio que gerou. Isso durará mais 1 bilhão de anos e será um inferno, pois a queima do hélio gera mais energia e calor que a do hidrogênio. Mas tudo bem. O mundo já vai estar torrado mesmo.
1. Cada átomo de hidrogênio do Sol possui um próton e um elétron em órbita.
2. No núcleo do astro, o calor e a gravidade são tão grandes que os átomos se fundem, gerando imensa energia.
3. Depois da fusão, dois prótons viram nêutrons e dois elétrons somem. Surge assim o hélio.
Fonte: super.abril.com.br

Estrelas e planetas em escala


Estrelas e planetas em escala

Veja este vídeo que mostra a proporção entre alguns planetas e estrelas. Podemos perceber por este vídeo que ainda há muito o que se descobrir e que também o universo é bem maior do que pensamos.

Manuseio de dinheiro exige lavagem das mãos


Manuseio de dinheiro exige lavagem das mãos

Tem gente que adora comer e não acha nada de mal em se deliciar, ali mesmo, escondidinho, no ambiente de trabalho, de uma guloseima qualquer. Nada de mal mesmo, mas só se a pessoa lembrou daqueles princípios básicos, ensinados ainda na infância, de que se deve lavar as mãos, bem lavadas, antes de comer, depois de ir ao banheiro e após mexer com dinheiro.
Já está provado que as notas de dinheiro acumulam microorganismos prejudiciais à saúde e que as mãos de quem manuseia as cédulas podem ser tão contaminadas quanto feridas infectadas.
A primeira pesquisa científica desenvolvida no Brasil comprovando a contaminação de notas de real por microorganismos é de 2001 e foi feita sob coordenação do microbiologista João
Carlos Tórtora, no Instituto de Pesquisas Biomédicas da Universidade Gama Filho (RJ), a pedido do Banco Central.
Na época, foram analisadas 110 notas de R$ 10 e de R$ 1, com uma técnica nada sofisticada, mas bastante eficiente: em cada uma das cédulas foi esfregado um cotonete umedecido que, depois, foi enviado para análise. Os resultados mostraram que especialmente as notas de R$ 1 eram grandes depositárias de microorganismos (fungos, bactérias e leveduras).
Esses, dependendo da vulnerabilidade do indivíduo que manuseia as cédulas, podem deflagrar problemas gravíssimos, como a septicemia – uma infecção generalizada.
Mais estarrecedora ainda, outra conclusão deu conta de que a cada centímetro quadrado das notas de R$ 1 havia 30,4 bactérias e fungos. Já nas cédulas de R$ 10, a relação era de 8,24 micróbios por centímetro quadrado.
Em outra pesquisa recente, com técnicas mais modernas, o microbiologista analisou notas de R$ 1. Descobriu a existência de 247,25 micróbios por centímetro quadrado, quase dez vezes mais do que havia detectado na primeira pesquisa. Entre esses micróbios, 42% eram estafilococos, tipos de bactérias que causam terçóis, furúnculos, inflamação no ouvido e faringite, além de intoxicação alimentar. Para pegar alguma dessas doenças, basta a pessoa passar a mão contaminada sobre a pele ou pegar um alimento e ingeri-lo sem lavar. Já os fungos encontrados no dinheiro são causadores de alergias respiratórias e de contato.
Mas não é só. As notas de real também apresentam elevada quantidade de coliformes fecais, resultado da falta de higiene das pessoas depois de usarem o banheiro.
Para evitar a contaminação, o recomendado é seguir à risca as normas de higiene: sempre lavar as mãos depois de manusear o dinheiro, de usar o banheiro ou antes de alimentar-se.
A lavagem, contudo, deve ser bastante cuidadosa. Simplesmente jogar água nas mãos, ou fazer uma lavagem de 20 ou 30 segundos, de acordo com especialistas, não é suficiente para reduzir a quantidade de micróbios a níveis despreocupantes. É preciso utilizar água e sabão e esfregar por, pelo menos, um minuto.
Especialistas mais cautelosos recomendam a utilização de um álcool gel, usado constantemente pelo pessoal que trabalha na área de saúde. O gel deve ser esfregado nas mãos por cerca de três minutos.

Segundo estudos, sutiã pode deixar os seios caídos


Segundo estudos, sutiã pode deixar os seios caídos

Na França, um grupo de pesquisadores estudam algum benefício no uso do sutiã, isso desde 1997, e alguns resultados nos últimos quinze anos respondem que a peça de roupa não necessariamente evita que os seios das mulheres fiquem “caídos”.
Jean-Denis Rouillon, professor de ciências do esporte, e sua equipe avaliaram 330 voluntárias entre 18 e 35 anos.
E o resultado exato foi o seguinte: aquelas que não usavam sutiã apresentaram seios mais firmes e até mesmo um pouco mais “altos” (usando como parâmetro a distância entre os mamilos e os ombros no início das medições). Segundo Rouillon, há inclusive um risco de eles ficarem caídos antes do tempo, caso a mulher comece a usar cedo, pois “os tecidos de suporte não irão crescer, e até mesmo podem diminuir”. Até então, os sutiãs representam uma “falsa necessidade”, completa Rouillon.
Entretando, não usá-los pode não trazer benefícios, uma vez que os tecidos já estariam comprometidos em certo grau.
Fonte: LiveScience

Saiba tudo sobre o golfinho

Saiba tudo sobre o golfinho

Nome popular: Golfinho comum
Nome Científico: Delphinus delphis
Distribuição geográfica: Estepes cobertas de árvores e de moitas, conhecidas como savanas africanas.
Não é peixe: Todo mundo pensa que o golfinho é um peixe, mas não é. Ele é um mamífero, assim como a baleia. Habitat natural: Os oceanos e mares de todo o mundo – perto ou longe dos continentes. No Brasil, pode ser visto ao longo de todo o litoral,do Nordeste ao Rio Grande do Sul.
Hábitos alimentares:Come peixes e lulas.
Tamanho: De 1,5 a 3,5 metros de comprimento.
Peso: Pode pesar até 110 kg.
Período de gestação: Dura de 10 a 11 meses.
Filhotes: Nascem com pouco menos de 1 metro e são amamentados por pelo menos 14 meses. A fêmea tem um filhote a cada 2 ou 3 anos.
Tempo médio de vida: De 20 a 35 anos.
Contra a extinção: A pesca do golfinho é proibida desde 1988.
  • Curiosidades:
Os golfinhos vivem em grupos, que podem chegar a milhares de animais entre os que vivem no oceano. Na costa, é possível ver até 500 golfinhos juntos.
Mergulham até 300 metros de profundidade e podem ficar até 8 minutos embaixo d’água. Mas estes animais dóceis passam a maior parte do tempo, mesmo, na superfície das águas, acompanhando os barcos.
Além desta espécie, há outras 36. É comum que o golfinho comum seja confundido com o golfinho-riscado (Stenella Coeruleoalba).
São ágeis, velozes e acrobatas. Saltam e nadam na proa de embarcações. As vocalizações incluem vários estalos e assobios. Sabe-se que o golfinho-comum pode mergulhar até 280 metros, ficando embaixo d’água por cerca de 8 minutos. Depois ele tem que subir pra respirar.

A Importância de Dormir Bem


A Importância de Dormir Bem

Nada como uma ótima noite de sono para acordar novo e com mais disposição para enfrentar o dia. Muitas pessoas tem curiosidade em saber quanto tempo e como devem dormir. Pena que a rotina atarefada nem sempre permita um sono tranquilo. Se você é o tipo de pessoa que deixa de dormir para estudar ou trabalhar ou deixa que as aflições do dia-a-dia atrapalhem o seu sono, trate de relaxar.
Dormir bem é fundamental não somente para a melhorar a execução das tarefas diárias. Odescanso é de suma importância para a sua saúde e o seu conforto. “O sono é uma necessidade  de recuperação essencial ligada a todos os órgãos do corpo. Funções essenciais como conservação de energia, metabolismo anabólico, amadurecimento dosistema nervoso central, consolidação da memória e secreção hormonal são desempenhadas”, explica a neurologista Andréa Bacelar, da Clínica Neurológica Dr. Carlos Bacelar, no Rio de Janeiro.
  • Partes do Sono
Segundo a neurologista, o sono é dividido em partes que geram ciclos. “As partes de sonolência e de sono leve fazem parte do sono superficial, que são os I e II estágios. Quando o sono se intensifica, a atividade elétrica cerebral fica mais lenta. Esse é oestágio III ou sono de ondas lentas, que representa o instante do descanso cerebral e da reorganização da memória”, enumera Andréa Bacelar.
O climax dos processos acontece no sono REM (Rapid Eye Moviment). É a fase em que sonhamos, em que ocorre o relaxamento completo da musculatura do corpo. “O REM equivale a cerca de 25% do nosso sono. Durante esse tempo, o corpo efetua a renovação de toda a musculatura. O conteúdo aprendido durante o dia é processado e armazenado na nossa memória”, explica a neurologista.
O neurologista Paulo Luciano Gomes, do Hospital Universitário Pedro Ernesto, no Rio de Janeiro, diz que todos os estágios são fundamentais para uma ótima noite de sono. “Qualquer parte do sono é importante, porque a atividade encefálica precisa desses diferentes ritmos”.
  • Quanto Deve dormir?
A quantidade de sono ideal depende de cada pessoa. Na maioria dos casos, a população adulta precisa dormir de 6 a 8 horas por noite. “Eventualmente, uma pessoa saudável pode dormir menos que isso sem prejudicar a saúde. Só não deve se tornar rotina”, diz o neurologista.
Mesmo se dormir mal por uma noite não afete sua saúde, essa carência de sono será notada no dia seguinte: “Uma noite mal dormida interfere em todas as tarefas do dia-a-dia, desde o humor da pessoa até a sua produtividade no trabalho. Irritação, cansaço, sonolência e instabilidade emocional para enfrentar uma rotina estressante são alguns problemas enfrentados por quem dorme pouco”, alerta Paulo Luciano.
Nada de acumular sono para depois. A neurologista Andréa Bacelar recomenda a manutenção de um sono regular. “É fundamental entre a hora que se deita e se levanta. Quando dormimos menos em determinada noite, o que se deve fazer é antecipar um pouco a hora de ir para cama na noite seguinte. Se para tentar compensar a pessoa acordar muito mais tarde do que seu horário habitual ou então tirar um cochilo após o almoço, naturalmente ela terá maior dificuldade para dormir na noite seguinte, perpetuando o problema”.
Um dos agravantes que mais atrapalham o sono e tornam difícil ter uma noite tranquila é a rotina agitada que muitas pessoas têm. Grande parte da população não consegue se distrair dos problemas e acaba prejudicando seu sono. “A privação de sono, normalmente causada por preocupações, pode se tornar crônica, trazendo consequências irreversíveis para a saúde das pessoas”, alerta Andréa Bacelar, que dá dicas que vão ajudar a dormir melhor:
  • Mantenha o quarto sempre com uma temperatura estável e agradável. Deixe o cômodo arejado durante o dia e escuro à noite;
  • Estabeleça horários de dormir e acordar, respeitando seu ritmo biológico;
  • Evite álcool ou bebidas com cafeína à noite;
  • Evite o uso regular de tranquilizantes para dormir;
  • Faça refeições leves à noite;
  • Evite fazer exercícios físicos perto da hora de dormir;
  • Evite atividades estimulantes à noite.