segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Socialismo Fabiano – Os Milionários por trás do Esquerdismo


Por Jefferson Ulisses -    

E-mail para contato: contato@liberdadeeconomica.com

Pra quem não sabe Socialismo Fabiano, em uma linguagem bem simples, é o Socialismo da Elite. Socialismo fabiano é o nome atribuído ao movimento intelectual criado pela organização britânica “Sociedade Fabiana” no fim do século XIX cujo objetivo era a busca dos ideais socialistas por meios graduais e reformistas, em contraste com os meios revolucionários propostos pelo marxismo.

Estes Socialistas Fabianos são pessoas ricas que patrocinam organizações de esquerda com o objetivo de disseminar o socialismo e ao mesmo tempo utilizar o socialistas como massa de manobra para os seus objetivos. Os esquerdistas, lógico, negam este fato, pois eles ainda não compreenderam que o Socialismo não passa de um plano totalitário de governo. É por isso que eles fazem questão de criticar os “capitalistas” em sites patrocinados com o dinheiro da Petrobrás. Como neste exemplo do Opera Mundi

opera mundi

É importante deixar claro que não estou criticando o patrocínio da Petrobras, más somente a hipocrisia deles em criticarem tanto o capitalismo ao mesmo tempo que se beneficiam com isso.

Neste site aqui (Liberdade Econômica) eu não teria nenhum problema em receber patrocínio de empresas como a Petrobras. Por isso eu até peço que me patrocinem. Contudo a questão é a seguinte: Será que a Petrobras patrocina sites que são verdadeiramente contrários ao governo? Até onde eu teria que “controlar” o conteúdo do site para conseguir este tipo de patrocínio?

Todos os grandes sites e movimentos de esquerda são sempre patrocinados pelos Socialistas Fabianos que são homens e mulheres muito ricos que possuem interesses no socialismo. Para que vocês compreendam nós vamos começar pelo próprio Opera Mundi e sua lista de Parceiros.

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Se vocês forem na parte de parceiros do site verão o banner do site Publica

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 Se forem na parte de Parceiros do Publica verão a seguinte lista:

parceiros

Então vamos falar sobre os principais sites e grupos citados nesta lista:
Comecemos com a Fundação Carlos Chagas

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A Fundação Carlos Chagas (FCC) é uma instituição que tem por finalidade a aplicação de provas nos mais variados concursos do Brasil. Foi criada em 1964, como uma instituição de direito privado, sem fins lucrativos e reconhecida como utilidade pública nos âmbitos federal, estadual e municipal.

A Fundação Carlos Chagas já realizou mais de 2.300 concursos em nome de mais de 271 instituições públicas e privadas, para um total de mais de 20 milhões de candidatos.

Citemos agora a Ford Foundation ou Fundação Ford: Visite o site oficial: http://www.fordfoundation.org/regions/brazil

3

A Fundação Ford foi fundada por Henry Ford  (Springwells, 30 de julho de 1863 — Dearborn, 7 de abril de 1947) foi um empreendedor estadunidense, fundador da Ford Motor Company e o primeiro empresário a aplicar a montagem em série de forma a produzir em massa automóveis em menos tempo e a um menor custo. A introdução de seu modelo Ford T revolucionou os transportes e a indústria dos Estados Unidos. Ford foi um inventor prolífico e registrou 161 patentes nos Estados Unidos. Como único dono da Ford Company, ele se tornou um dos homens mais ricos e conhecidos do mundo.

Veja uma lista das Organizações aqui no Brasil que possuem ligações com a Fundação Ford

org

Vamos comentar esta lista: Centro Feminista de Estudos e Assessoria (Cfemea) é uma organização não-governamental brasileira, fundada em 1989

Veja aqui uma explicação resumida do que é a Cfemea

cfemea

Podemos citar a Parceria com a Fundação Carlos Chagas  que foi citada logo acima e está na lista do site Publica.

Capturar

Veja este artigo aqui

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A mulher na foto é Ana Toni, Representante da Fundação Ford no Brasil.
A Fundação Ford Também tem parceria com o Núcleo de Estudos de Políticas Públicas em Direitos Humanos (NEPP-DH)

Veja o artigo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Nilcéa Freire, diretora da Fundação Ford no Brasil e ex-ministra da Secretaria Especial de Políticas para Mulher, manifestou a intenção de dar continuidade à parceria com o Núcleo de Estudos de Políticas Públicas e Direitos Humanos (NEPP-DH) da UFRJ.
Se repararem na lista das organizações poderão ver várias universidades e grupos com características esquerdistas.

Se quiser ver a declaração de doações da Fundação Ford basta entrar aqui.

Esta lista está relacionada ao Brasil. Porém, se formos listar o mundo todo, descobriremos muita coisa por trás da Fundação Ford.

Nos Parceiros do Publica podemos ver o Anonymous Brasil

an

Se você acompanha o site deles poderá ver que os donos deste site são totalmente esquerdistas.
Temos também o Blog do Sakamoto, aquele gênio esquerdista.

4

O interessante é que ele está na área dos “Republicadores”, ou seja, ele republica os artigos do Publica.
Carta Capital também está na jogada.

carta

Opera Mundi Claro

opera

Portal Vermelho 

portal

Até o Yahoo Brasil

yahoo

Agora vamos falar sobre outro apoiador do Publica. A Open Society Foundations. Visite o site

open

Depois que você entrar no site clique em About Us para ver quem é o responsável pela fundação.

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Você verá que o responsável pela organização é um camarada chamado George Soros

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Se você tiver curiosidade poderá digitar o seguinte endereço no seu navegador:  www.soros.org . Se fizer isso você verá que vai cair no site da Open Society Foundations.
George Soros (Budapeste, 12 de Agosto de 1930) é um empresário e homem de negócios húngaro-americano. Ficou famoso pelas suas atividades enquanto especulador, nomeadamente em matéria de taxas de câmbio, chegando a ganhar 1 Bilhão de dólares em um único dia apostando contra o banco da Inglaterra.
Atualmente é o Presidente da Soros Fund Management e da Open Society Institute, tendo pertencido à Administração do Council on Foreign Relations.
Nos Estados Unidos é conhecido por ter doado montantes exorbitantes para eleger o presidente Barack Obama.
Em 2012 a Revista Forbes classificou Soros como a 22° pessoa mais rica do mundo, com 20 bilhões de dólares. Veja a lista aqui.
Visite o site pessoal dele aqui.
George Soros é o dono do AVAAZ. O site de petições online. Veja o artigo completo aqui.

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A AVAAZ é uma das organizações fundadas e financiadas por George Soros, o judeu antissemita e antissionista húngaro que, dizem as más línguas, começou sua brilhante carreira de multibilionário denunciando aos nazistas pessoas da comunidade judaica de Budapest. Seu verdadeiro nome é György Schwartz. Seu pai, Tvadar Schwartz, judeu não religioso, trocou o sobrenome por Soros quando o nazismo começou a crescer na Hungria em 1930. Em 1944 quando Adolf Eichman chegou à Hungria para levar a cabo a “Solução Final”, os filhos de Tvadar foram distribuídos por famílias cristãs. György acabou na casa de um homem cujo ‘trabalho’ era confiscar propriedade dos judeus. Soros o acompanhou e também lucrou. Mais tarde, declarou que 1944 foi o melhor ano de sua vida. (ver em Soros: Republic Enemy #1).

Este dossiê acima pode ser adquirido em http://www.aim.org/soros/. Para conhecer melhor Soros leiam, no mínimo, The Hidden Soros Agenda: Drugs, Money, the Media, and Political Power, e The Dangerous Soros Agendaambos de Cliff Kincaid.

A AVAAZ é um apêndice da MoveOn.org, é conhecida por publicar propaganda anti-israelense, exigir de Israel a negociação com a organização terrorista Hamas, que sequer aceita a existência do estado judeu. No Canadá fez campanha para tirar das eleições todos os candidatos do Partido Conservador. Outra organização afiliada é aChange.org.

Investiu em terras no Brasil, Argentina e Uruguai através de sua empresa ADECOAGRO, cujas propriedades atingem 300 mil hectares e vende terras com 36% de desconto. Mais informações sobre a empresa podem ser lidas aqui. A especulação corre solta. Um exemplo é a Fazenda San Jose comprada por US$ 85,00 o ha. e vendida por US$ 1,212.00, 14 vezes mais caro.

Impossível de negar são as ligações de Fraga com o Inter-American Dialogue ao qual pertence Fernando Henrique Cardoso. Além disto, Fraga é membro do Council on Foreign Relations,
Através do Soros Fund Management LLC, George Soros vendeu 22 milhões de dólares de ações ordinárias da Petrobrás e comprou 5.8 milhões em ações preferenciais, em 2010.

A AVAAZ é dirigida no Brasil pelo petista Pedro Abramovay (assistir seu vídeo aqui).



Veja a lista de grupos que George Soros patrocina somente nos EUA

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George soros também pertenceu a Council on Foreign Relations.
CFR foi fundada pela Fundação Rockefeller que foi fundada por John Davison Rockefeller que foi o fundador daStandard Oil Company, que é a maior empresa de petróleo do mundo conhecida aqui no Brasil como Esso.

Fundação Rockefeller é conhecida por sua associação com JP Morgan Chase, uma das maiores instituições bancárias do mundo.

Veja este artigo sobre Grandes banqueiros e grupos que patrocinam o Movimento Gay

Vários bilionários (Jeff Bezos da Amazon, Bill Gates, etc.) já doaram milhões de Dólares para as comissões pró-casamento gay. Assim como grupos ligados a George Soros, Bezos, Goldman Sachs ou JP Morgan.

Fontes: BloombergPolicymicBusiness InsiderBusinessWeekThe Caucaus (New York Times)

Aqui vocês podem ver Mark Zuckerberg, dono do Facebook, participando da parada Gay.

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Vale lembrar que pessoas como George Soros e Bill Gates (Que patrocinam movimentos de Esquerda) são eugenistas e defendem a ideia de que raças inferiores devem ser eliminadas.

Como podem ver, diante de todos os fatos que foram apresentados aqui, os homens mais ricos do mundo patrocinam a esquerda mundial e estão diretamente ligados com os movimentos de esquerda do Brasil além de serem os patrocinadores de seus sites.

Agora vocês já sabem quem são os Socialistas Fabianos e quem são as pessoas que a esquerda apoia ao mesmo tempo que são apoiados por eles.


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Criador e Articulista do Liberdade Econômica
Visite meu site: http://jeffersonulisses.com/
Se quiser entrar em contato para perguntas ou sugestões basta usar este e-mail: contato@liberdadeeconomica.com



Quem acha que o oposto de comunismo é livre mercadonão entende PORRA nenhuma do assunto. Comunismo NÃO é um sistema econômico, é um projeto de poder mundial...



Link: http://www.facebook.com/olavo.decarvalho/posts/10151751959812192 

Olavo de Carvalho para Mírian Macedo : Há um século a política econômica comunista, como aliás também a capitalista, é um vaivém entre estatização eprivatização. Nunca vai sair disso, porque tomadas em sentido extremo as duas coisassão impossíveis. Quem acha que o oposto de comunismo é livre mercado não entendePORRA nenhuma do assunto. Comunismo NÃO é um sistema econômico, é um projetode poder mundial e de destruição civilizacional que, a cada momento, usará aspolíticas econômicas mais oportunas, girando 180 graus, se preciso, com a maior cara-de-pau. Marx, por exemplo, era um grande apologista do livre comércio internacional,que a esquerda hoje em dia abomina (mas do qual tira vantagem).
P. S. - Você nunca viu um comunista demonizar o livre comércio eao mesmo tempo dizer que a culpa da miséria cubana é do embargo? Quando o sujeitoquer se enganar a si mesmo para melhor enganar os outros, vale tudo.
Comunismo é algo que está entre psicopatia e obsessão demoníaca,nos dois casos liberando a mente de toda escrupulosidade moral e intelectual.

Marta Serrat - Sure, professor. Eles fazem qualquer coisa por esse poder tão desejado. Epor falar nisso se alguém tiver mais noticias sobre Passadena nos avisem ou avisem ao MPF: http://www.readability.com/read?url=http%3A%2F%2Fcleubercarlos.blogspot.com.br%2F2013%2F06%2Fo-fim-de-lula-e-dilma-escandalo.html Lula sujou as mãos na Petrobras A compra da refinaria de Pasadena, no Texas, pela Petrobras é o grande escândalo que o PT vinha abafando, mas acabou chegando ao Tribunal de Contas da…

Olavo de Carvalho para Marta Serrat : Escândalos, por si, não derrubam governos, às vezes nem mesmo arruínam reputações. Só o fazem quando há uma autoridadesuperior capaz de punir os culpados. No Brasil não há autoridade superior exceto a dospróprios culpados. As Forcas Armadas talvez sejam uma, mas, até o momento, só noreino das possibilidades teóricas.
A luta comunista não tem a eficiência de um plano racional, mas ade uma exploração astutamente racional e fria (ela própria psicopática) dairracionalidade. O comunismo expande-se não como um sucesso crescente, mas comouma epidemia de insanidade incontrolável, que tanto mais se aplaude e angariaaplausos quanto mais majestosos os fracassos que produz. O poder de persuasãocomunista não deriva de uma superioridade argumentativa ou mesmopropagandística, mas da força penetrante, atemorizante e hipnótica que os psicopatastêm sobre as pessoas normais.
Contra o fascínio comunista, só uma coisa funciona: odesmascaramento psicológico, a humilhação constante, repetida e impiedosa. Opsicopata não tem senso moral interno, mas é hipersensível à humilhação pública, àrevelação dos seus ardis psicológicos mais secretos.

Marta Serrat - Então, creio que não teremos salvação porque muitos dentro das ForcasArmadas estão vendidos através de cargos na organização e segurança da Copa eaumentos salariais. Estamos tão desesperançosos que a sensação e que em qualquerlugar da terra que possamos nos esconder desse pesadelo vermelho todos oscaminhos nos levarão ao caos. Para aqueles que não querem se esconder estareservado o caminho do nada a coisa nenhuma porque ninguém será capaz de umlevante popular contra os esquerdopatas.

Olavo de Carvalho - Quando um sujeito desses sente que suas artimanhas psicológicasestão falhando, ele não tem mais remédio senão abandonar o ringue, ao menostemporariamente. Mas, se você se engalfinha com ele numa discussão de "idéias" oude "propostas", só o está ajudando a dar mais verossimilhança à farsa psicológica queé o terreno onde ele se sente melhor.
Não sei avaliar isso. Perdi todo contato com militares brasileiros desde que vim para os EUA. Quem está no Brasil sabe mais a respeito doque eu.

Marta Serrat - Em relação ao penúltimo comentário. Então não de mais bola para o Altman, né?
E isso que eles querem, se eu entendi bem, professor.

Olavo de Carvalho - O Altman já teve a quota de humilhação necessária, agora ele está revirando catálogos farmacêuticos em busca de remédiospara hemorróida moral.
Mas, aliás, tipinhos como o Altman são a alegria da minha vida. Senão bato neles, vou bater em quem?
Exemplo de humilhação que funciona, que a "direita", doente debom-mocismo, jamais usa: Durante as campanhas eleitorais, ninguém perguntou aoLula por que ele continuava falando errado como o povão mas aprendera a se vestircomo um grão-senhor, até aparando a barba e polindo as unhas. Exibi-lo em públicocomo um consumista fútil e meio bichoso teria demolido a segurança psicológica dele.

Pedro Agudo - Qual a possibilidade do senhor escrever um livro "básico" sobre "O que éo comunismo", pra que nós no Brasil comecemos a entender?

Olavo de Carvalho - Conheço bem a vaidade psicopática, estudei o assunto com muitocuidado. O falecido Getulio Bittencourt (que foi assessor de imprensa do TancredoNeves) veio uma vez se queixar de que no seu programa de TV um certo entrevistado,politiço famoso, sempre o derrotava por ser um cara de pau, um tipo coriáceo, moralmente insensível. Ensinei-lhe um truque que, no programa seguinte, quase fez osujeitinho chorar de vergonha. Não vou dizer o nome da criatura.

Julierme Zimmer Barbosa - acredito que quando sair o livro sobre mentalidade revolucionária a coisa ficará mais fácil para todos os leitores do professor Olavo

Marta Serrat - Eu sugiro a inclusão no titulo algo linkando comunismo e religião paraque desperte em gregos e troianos, evangélicos e católicos e demais praticantes ounão de outras religiões o desejo de ler, aprender e entender o quanto precisamosevitar a expansão dessa praga

Olavo de Carvalho - Pedro Agudo : A ideia é boa, mas, se alguém juntar todos os artigose apostilas que produzi a respeito, já terá montado muitos livros.

Pedro Agudo - O prof. Rodrigo Gurgel bem que poderia se animar em desenvolve-lo. Seria algo bem útil para a reconstrução das coisas por aqui. Algo bem básico, mascompleto, e que atraia a todos como a Marta disse...

Marta Serrat - E seria muito bom se formadores de opinião, principalmente, os quelutaram em 64 para a implantação do comunismo no Brasil e ou pensavam queestavam lutando pela democracia que lessem seu livro professor como por exemplo:
https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=AEuO0q9d-4U :: Cantor responde pergunta sobre Democracia e fala verdade sobre a Esquerda ::
https://www.youtube.com/watch?v=Fm_pZXRTo30  Fernando Gabeira afirma que as intenções da luta armada no Brasil eram de impelem... E por ai vai...

Olavo de Carvalho - Quando falo em humilhação, é preciso que ela seja constante erepetida. Onde quer que o sujeito apareça, deve ser desmantelado psicologicamentede novo e de novo. Dei alguns exemplos de como se faz, reduzi mesmo algumas dessas criaturas a um longo silêncio, mas não posso produzir esse efeito na QUANTIDADE necessária. Seria preciso muito mais gente. Acho, por exemplo, que a enxurrada demensagens arrasadoras na área de comentários dos artigos do Altman teve um efeitomuito bom.
Muitos dos tagarelas comunistas, como explica o Dr. Andrew Lobaczewski, não são psicopatas, são apenas seus imitadores histéricos. Estes podemser atemorizados mais facilmente, pois têm uma carência afetiva real e necessitam deaprovação. Dona Dilma, por exemplo, não é psicopata e por isso mesmo é bemvulnerável. Ja o Zé Dirceu...
Para derrubar o psicopata, mostre que ele é fraco; o histérico, queninguém gosta dele.
Tive a satisfação de mostrar em público a fraqueza do João PedroStédile, na terra dele e diante de uma platéia de seus seguidores. Depois disso elesumiu do palco por uns bons tempos. Perdeu metade do gás. Mas não posso estarfazendo isso a toda hora com todo mundo, precisamos de uma indústria da humilhação.
Mas, atenção: todo esquema de domínio funda-se no tripé poder-riqueza-prestígio. A técnica da humilhação funciona contra o prestígio, bloqueando àsvezes o acesso de um fulano aos outros dois elementos ou até dificultando o uso quepossa fazer deles. Mas, em princípio, não funciona contra o poder e a riqueza já adquiridos.

Marta Serrat - Ainda a respeito do consumista fútil e bichoso professor. O senhorrecebeu meu e-mail a respeito dos relógios da presidente? Estou de olho em umrelógio de ouro que ela tem usado

Olavo de Carvalho - Também, caraio, não tenho solução para tudo... Não use esse relógio perto do Renan Calheiros.

Marta Serrat - kkkk. Mas e a presidente que anda espreitando o Renan com esse relógiono braço. Acho que isso não vai dar certo de qualquer jeito. Ou o Renan acaba com elaou seu relógio.

Pedro Agudo - E contra quem já é rico e possui o poder..? Fudeu? xD

Olavo de Carvalho - Pedro Agudo : Pode-se expulsa-lo da arena pública, mas nãoimpedir que ele use o poder e o dinheiro por vias mais discretas. Aí é preciso outros remédios.

Marta Serrat - Amigos. Estou apenas curiosa para saber se esse relógio foi comprado com os recursos pessoais dela, se usou cartão corporativo ou se ganhou de presentede alguém interessante.

Olavo de Carvalho - Marta Serrat : Ele não conhece a diferença entre essas coisas.

fonte - http://pt.scribd.com/doc/158994195/Quem-acha-que-o-oposto-de-comunismo-e-livre-mercado-nao-entende-PORRA-nenhuma-do-assunto

Crianças relatam abusos através de desenhos (impressionante)

Esses são os desenhos da exibição bizarra e comovente "os monstros da minha
 casa" que aconteceu em Outubro de 2010, na Espanha. Várias crianças que 
sofreram abusos sexuais fizeram esses desenhos acompanhados por especialistas,
 que interpretaram as imagens.

Andreu, 8 anos


Foi abusado pelo padrasto desde os 4 anos. No desenho ele representa ele mesmo
 em pânico, e dá atenção especial ao zíper da sua calça e os botões de sua 
camisa, que pra ele representam um
 símbolo de quando os atos sexuais iriam começar.


Fernando, 13 anos.

Ele foi abusado pelo seu pai desde cedo, e agora mora com a mãe, que conseguiu 
fazer ele se recuperar bem. Ele desenhou o pai como um demônio em um bar, bebendo
cerveja e jogando em Caça-níqueis. Os riscos saindo do demônio representam o cheiro 
de álcool. Fernando sente raiva quando mencionam o pai perto dele.

Elena, 6 anos.


Elena sofreu abusos sexuais do seu pai. Agora ela vive com a vó. No desenho, ela coloca 
sua avó e sua mãe bem grandes. Ela se sente protegida perto das duas. Ela também 
representa o seu pai transando com ela, bem pequeno, em cima das letras.

Miriam, 9 anos

Sofreu abuso psicológico. Sua mãe chegou na Espanha com 15 anos de idade e grávida dela.
 Ela era uma minoria racial por lá, e ela sofreu abusos dos colegas de classe por conta de sua
 etnia. Ela é a menor pessoa do desenho, que está envolvida com alguma coisa, representando sua
 solidão. No canto ela tinha escrito "me sinto sozinha" mas apagou porque tem vergonha disso.

David, 8 anos

Ele sofreu abuso sexual. No desenho, ele destaca os olhos e o pênis do agressor. Ele escreve
 também "marica" e "chupa-rolas". O agressor falava isso enquanto o estuprava.

Isabel, 8 anos

Foi abusada sexualmente pelo pai. No desenho ela retrata o momento do abuso. O pai colocou
 ela em uma cadeira pra penetrá-la por trás. Na parte superior da imagem, ela retrata o irmão mais 
novo dela, que ficou vendo tudo acontecer pela porta.

Joan, 8 anos.


No desenho ele coloca o cara que estupro ele numa gaiola, fechada com um cadeado, e a chave 
(no canto superior direito) protegida por espinhos, pra ninguém conseguir pegar.

Marina, 5 anos.

Era abusada pelo pai, que também obrigava ela a assistir filmes pornô. No desenho, ela retrata
 um dos filmes que ela assistiu. Ela disse ao especialista que nesses filmes as pessoas "ficavam 
peladas e faziam coisa feia".

Ester, 9 anos
Ela desenhou a posição que tinha que ficar quando o seu pai abusava dela. 

Toni, 6 anos

O especialista pediu pra ele desenhar o cara que abusou dele. Ele disse "é um monstro". 
Destacou o pênis ejaculando.

Andrea, 10 anos
Representou como eram os abusos, onde ela tinha que tocar o pênis do cara, e ele tocava 
a vagina dela. Ela ficou com vergonha de responder as questões do psiquiatra, e aceitou escrever as
 respostas no desenho, por isso os "sims" e o não.

Victor, 7 anos
Ele era obrigado, aos 4 anos de idade, a fazer sexo oral no seu pai. A linha que sai da
 boca dele e vai até o pênis do pai representa a sua língua.



Gustavo Ioschpe: devo educar meus filhos para serem éticos?


Gustavo Ioschpe: devo educar meus filhos para serem éticos?

Gustavo Ioschpe
HANNAH ARENDT -  “Os maiores males não se devem àquele que tem de confrontar-se consigo mesmo. Os maiores malfeitores são aqueles que não se lembram porque nunca pensaram na questão”
HANNAH ARENDT -  “Os maiores males não se devem àquele que tem de confrontar-se consigo mesmo. Os maiores malfeitores são aqueles que não se lembram porque nunca pensaram na questão”
 
Quando eu tinha uns 8 ou 9 anos, saía de casa para a escola numa manhã fria do inverno gaúcho. Chegando à portaria, meu pai interfonou, perguntando se eu estava levando um agasalho. Disse que sim. Ele me perguntou qual. “O moletom amarelo, da Zugos”, respondi. Era mentira. Não estava levando agasalho nenhum, mas estava com pressa, não queria me atrasar.

Voltei do colégio e fui ao armário procurar o tal moletom. Não estava lá, nem em nenhum lugar da casa. Gelei. À noite, meu pai chegou em casa de cara amarrada. Ao me ver, tirou da pasta de trabalho o moletom. E me disse: “Eu não me importo que tu não te agasalhes. Mas, nesta casa, nesta família, ninguém mente. Ponto. Tá claro?”. Sim, claríssimo. Esse foi apenas um episódio mais memorável de algo que foi o leitmotiv da minha formação familiar. Meu pai era um obcecado por retidão, palavra, ética, pontualidade, honestidade, código de conduta, escala de valores, menschkeit (firmeza de caráter, decência fundamental, em iídiche) e outros termos que eram repetitiva e exaustivamente martelados na minha cabeça. Deu certo. Quer dizer, não sei. No Brasil atual, eu me sinto deslocado.
Até hoje chego pontualmente aos meus compromissos, e na maioria das vezes fico esperando por interlocutores que se atrasam e nem se desculpam (quinze minutos parece constituir uma “margem de erro” tolerável). Até hoje acredito quando um prestador de serviço promete entregar o trabalho em uma data, apenas para ficar exasperado pelo seu atraso, “veja bem”, “imprevistos acontecem” etc. Fico revoltado sempre que pego um táxi em cidade que não conheço e o motorista tenta me roubar. Detesto os colegas de trabalho que fazem corpo mole, que arranjam um jeitinho de fazer menos que o devido. Tenho cada vez menos visitado escolas públicas, porque não suporto mais ver professores e diretores tratando alunos como estorvos que devem ser controlados. Isso sem falar nas quase úlceras que me surgem ao ler o noticiário e saber que entre os governantes viceja um grupo de imorais que roubam com criatividade e desfaçatez.

Sócrates, via Platão (A República, Livro IX), defende que o homem que pratica o mal é o mais infeliz e escravizado de todos, pois está em conflito interno, em desarmonia consigo mesmo, perenemente acossado e paralisado por medos, remorsos e apetites incontroláveis, tendo uma existência desprezível, para sempre amarrado a alguém (sua própria consciência!) onisciente que o condena. Com o devido respeito ao filósofo de Atenas, nesse caso acredito que ele foi excessivamente otimista. Hannah Arendt me parece ter chegado mais perto da compreensão da perversidade humana ao notar, nos ensaios reunidos no livro Responsabilidade e Julgamento, que esse desconforto interior do “pecador” pressupõe um diálogo interno, de cada pessoa com a sua consciência, que na verdade não ocorre com a frequência desejada por Sócrates. Escreve ela: “Tenho certeza de que os maiores males que conhecemos não se devem àquele que tem de confrontar-se consigo mesmo de novo, e cuja maldição é não poder esquecer. Os maiores malfeitores são aqueles que não se lembram porque nunca pensaram na questão”. E, para aqueles que cometem o mal em uma escala menor e o confrontam, Arendt relembra Kant, que sabia que “o desprezo por si próprio, ou melhor, o medo de ter de desprezar a si próprio, muitas vezes não funcionava, e a sua explicação era que o homem pode mentir para si mesmo”. Todo corrupto ou sonegador tem uma explicação, uma lógica para os seus atos, algo que justifique o porquê de uma determinada lei dever se aplicar a todos, sempre, mas não a ele(a), ou pelo menos não naquele momento em que está cometendo o seu delito.

Cai por terra, assim, um dos poucos consolos das pessoas honestas: “Ah, mas pelo menos eu durmo tranquilo”. Os escroques também! Se eles tivessem dramas de consciência, se travassem um diálogo verdadeiro consigo e seu travesseiro, ou não teriam optado por sua “carreira” ou já teriam se suicidado. Esse diálogo consigo mesmo é fruto do que Freud chamou de superego: seguimos um comportamento moral porque ele nos foi inculcado por nossos pais, e renegá-lo seria correr o risco da perda do amor paterno.

Na minha visão, só existem, assim, dois cenários em que é objetivamente melhor ser ético do que não. O primeiro é se você é uma pessoa religiosa e acredita que os pecados deste mundo serão punidos no próximo. Não é o meu caso. O segundo é se você vive em uma sociedade ética em que os desvios de comportamento são punidos pela coletividade, quer na forma de sanções penais, quer na forma do ostracismo social. O que não é o caso do Brasil. Não se sabe se De Gaulle disse ou não a frase, mas ela é verdadeira: o Brasil não é um país sério.

Assim é que, criando filhos brasileiros morando no Brasil, estou às voltas com um deprimente dilema. Acredito que o papel de um pai é preparar o seu filho para a vida. Essa é a nossa responsabilidade: dar a nossos filhos os instrumentos para que naveguem, com segurança e destreza, pelas dificuldades do mundo real. E acredito que a ética e a honestidade são valores axiomáticos, inquestionáveis. Eis aí o dilema: será que o melhor que poderia fazer para preparar meus filhos para viver no Brasil seria não aprisioná-los na cela da consciência, do diálogo consigo mesmos, da preocupação com a integridade? Tenho certeza de que nunca chegaria a ponto de incentivá-los a serem escroques, mas poderia, como pai, simplesmente ser mais omisso quanto a essas questões. Tolerar algumas mentiras, não me importar com atrasos, não insistir para que não colem na escola, não instruir para que devolvam o troco recebido a mais...

Tenho pensado bastante sobre isso ultimamente. Simplesmente o fato de pensar a respeito, e de viver em um país em que existe um dilema entre o ensino da ética e o bom exercício da paternidade, já é causa para tristeza. Em última análise, decidi dar a meus filhos a mesma educação que recebi de meu pai. Não porque ache que eles serão mais felizes assim - pelo contrário -, nem porque acredite que, no fim, o bem compensa. Mas sim porque, em primeiro lugar, não conseguiria conviver comigo mesmo, e com a memória de meu pai, se criasse meus filhos para serem pessoas do tipo que ele me ensinou a desprezar. E, segundo, tentando um esboço de resposta mais lógica, porque sociedades e culturas mudam. Muitos dos países hoje desenvolvidos e honestos eram antros de corrupção e sordidez 100 anos atrás. Um dia o Brasil há de seguir o mesmo caminho, e aí a retidão que espero inculcar em meus filhos (e meus filhos em seus filhos) há de ser uma vantagem, e não um fardo. Oxalá.

Inversão retórica com desumanização



Um amigo postou o seguinte comentário no Facebook para a matéria que apece:

"Medonho ver 'personalidades políticas' como Jair Bolsonaro e Marco Feliciano conseguem manter-se no 'poder'."

Visita da Comissão da Verdade ao DOI-Codi tem bate-boca e agressão entre parlamentares

O deputado Jair Bolsonaro e o senador Randolfe Rodrigues 
batem boca em frente ao 1º Batalhão da Polícia do Exército, 
durante visita da Comissão Estadual da Verdade 
O Globo / Márcia Foletto

Respondi-lhe:
- Democracia é a convivência dos opostos. Se não for assim, volta-se para a ditadura ai todo mundo tem que ficar calado na marra. Mesmo não concordando com os pontos de vista da maioria, é melhor termos no país a condição de existência de Bolsonaros, Randolfes, Felicianos e Wyllis.

Meu amigo retrucou:
- (a)Civilidade deveria ser para todos os que almejam cargos públicos. Convivência civilizada não comporta determinados comportamentos. Não dá para colocar Jean Wyllys nesse balaio de Felicianos e Bolsonaros. Me poupe José Lamartine Neto, até você uma pessoa esclarecida defendendo esses tipinhos. Jean Wyllys tem um mandato que merece todo o respeito, pelo que defende e a forma como defende.

Outro que não conheço retrucou:
- (b)Democracia é a convivência com os opostos, não com a falta de respeito, truculência e cinismo. Colocar o Jean Wyllys nesse bolo me parece exercício de sofismo. A diferença é muito grande, em todos os níveis.

 Retomei com um comentário maio grosseiro
- J. Wyllys sozinho não se elegeria. E tem muita gente considera ele um tipinho.

Meu amigo, parece que ainda meio cego...
- Pois é (b), concordo com você. Figuras como "Bolsonaros" e "Felicianos" não sabem o que é democracia, direitos humanos, sequer sabem o que é civilidade na convivência de opostos. A falta de respeito, truculência e cinismo no discurso e ações desses sujeitos é o sinal de que seus argumentos e ideias fracassam. Mas insistem...

Um segundo amigo contribuiu:
- (c)Democracia é aceitar as diferenças, e discuti-las amplamente, apresenta-las em plenário, e aí sim submetê-las a uma consciência coletiva soberana.

Por fim acho que queria dizer isso
Querido amigo (a), existe aí dois tipos de estratégia embutidos nestes discursos repetidos de muitos dos grupos que são revolucionários, não de causas nobres. Ambos nos tiram do equilíbrio emocional, indispensável para uma análise mais sóbria. 

Uma delas, é a da inversão retórica já proposta por SunTzu cinco séculos antes de Cristo quando disse: "quando estiver fraco finja-se de forte; quando estiver forte finja-se de fraco". São fracos mesmo? Tem o discurso dos fracos, perseguidos, injustiçados, mas os fatos e os números contestam. 

A segunda estratégia é chamada de desumanização, uma forma de se criar um grupo “menos que humanos”. Ora, se nossa espécie é motivada a proteger uns aos outros, o que ocorre ao longo do tempo com estes tipos Felicianos e Bolsonaros se incutimos no público a noção de que os direitos básicos, válidos para todos, não valem para este grupo alvo, o grupo dos oponentes a qual eles pertencem? 

Aos judeus foi exatamente assim que aconteceu na Alemanha Nazista, quando muitos negaram direitos a eles que eram dados aos demais cidadãos, ou seja, uns tinham todos os direitos; os outros, somente o de serem exterminados, já que sua voz e seu grito aos poucos foi deixando de ser ouvido até tornar-se um grito surdo.


Todas as vozes são importantes. 

TODAS.