terça-feira, 16 de julho de 2013

A praga do email marketing




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spamTodos os dias pela manhã, quando acesso meu e-mail, me deparo com dezenas de mensagens indesejadas. É uma verdadeira praga eletrônica que a cada dia aumenta mais e mais. São os emails marketing, também conhecidos como spam. Em sua maioria, estas mensagem trazem um link para descadastrar o e-mail, evitando que se recebam novas mensagens do mesmo remetente. Bom, eu já perdi um tempo precioso usando o dito link de remoção, mas de nada adianta. Apenas consigo diminuir esta praga por alguns dias, mas depois o volume destas mensagens volta a ser grande novamente. Muitas empresas oferecem ferramentas para envio de emails em massa, vendendo a idéia de que é um recurso importante e essencial para divulgação de uma empresa e seus produtos e/ou serviços. Será mesmo? Esta prática pode jogar a favor ou contra a imagem de uma empresa?
Não vou me aprofundar neste post sobre regulamentação desta prática. Estou apenas expressando minha opinião pessoal e, acredito que a de muita gente.

Ok, mas eu quero divulgar o meu produto!

Existem outras formas para divulgar seu negócio na Internet. Um site bem construído e otimizado para melhorar a indexação pelos mecanismos de busca (Google, Yahoo, Bing e etc.) é um bom começo.
Outro recurso é fazer uso de sistemas de links patrocinados, como o AdSense do Google. O Yahoo e o Bing também possuem programas de links patrocinados. Você gasta pouco e pode gerenciar toda sua campanha.
Busque também a possibilidade de publicar banners em blogs ou sites que tenham conteúdo relacionado ao seu produto ou serviço. É claro que estes sites devem ter um bom volume de acessos para valer a pena.

As redes sociais a seu favor

Ter uma página da empresa no Facebook e uma conta no Twitter podem ser uma ótima forma de divulgar seu negócio.
Você pode pensar: "ah, mas eu não gosto e não tenho tempo de ficar postando nas redes sociais". É um pensamento errado. se não tiver tempo, ou não gostar, arrume alguém que possa. Eu já conheci parceiros e fechei trabalhos com clientes pelo Twitter. Saiba que hoje existem até mesmo profissionais especializados em cuidar da imagem da empresa nestas redes.
Esteja pronto para reclamações, pois como diz o ditado, "quem está na chuva é para se molhar". Não ignore reclamações que possam ser feitas de sua empresa nas redes sociais. Responda a todas elas tentando solucionar o problema.

Mas eu faço questão de usar email marketing

Bom, se você não abre mão e acha que enviar email com propaganda é uma boa, procure ser mais sensato. Envie e-mail com intervalos de tempo maiores. Um e-mail a cada 30 dias, por exemplo e mantenha sempre um link para que a pessoa que receber a mensagem possa se descadastrar de sua lista. Certifique-se de que o sistema de descadastramento funciona.
Deixo aqui uma postagem que achei bem interessante, publicada no site do Jornal do Comércio de Porto Alegre:http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=71220.
Você gosta de abrir seu email e receber dezenas de mensagens com propaganda? Se sim, então você é uma excessão. Se não gosta, pense nisso antes de enviar aos seus clientes.
Édson de Oliveira  - Desenvolvedor Web
Proprietário da  IWeb - www.iweb.adm.br  e webmaster do Arquivo

Vivendo de Cliques



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clique 1Por Alexandre Dombrowski dos Santos, 24/06/2013 - Hoje em dia a internet é o sustento, o pão de cada dia para muitas pessoas. Claro que alguns comem caviar, mas a maioria só consegue comprar um pãozinho mesmo, e com muito esforço. Brincadeiras a parte, estas pessoas vivem de cliques. Isso mesmo, dos cliques nos banners que aparecem em seu blog, website e canal do YouTube. O problema é que tem muita gente que consome o material e não retribui a pessoa que lhe ofereceu aquele material clicando nos anúncios exibidos. De maneira alguma estou dizendo para saírem clicando de maneira alucinada em tudo quanto é a núncio ou banner que aparecer pela internet. Estou dizendo que, quando estiver consumindo algum material produzido e publicado pela rede e vires algum banner oferecendo algum produto ou serviço que lhe interesse, clique no banner, pois, assim, absolutamente todo mundo ganha.
Exatamente, todo mundo, pois, ganha o autor do que você está consumindo o material, pois, ele recebe por visualizações da página (views) e por cliques nos banners; O anunciante ganha, pois, divulgou o seu produto e teve um retorno relacionado ao interesse das pessoas nele e o site onde o material está hospedado ganhou uma parte do valor pago pelo anunciante.Mas além dessas pessoas citadas acima, talvez a pessoa que mais ganhe com este clique seja você que clicou, pois, passaste a saber de alguma coisa que lhe despertou o interesse. sobre um produto novo, uma promoção, o lançamento de uma campanha, um novo segmento de mercado, uma oportunidade de emprego ou qualquer outra coisa que lhe possa interessar.
Talvez a publicidade via internet tenha sido a reinvenção mais fantástica que já existiu. Publicidade que paga algo que consumimos não é nenhuma novidade, mas a maneira em que ela pode ser aplicada via internet é fantástica, pois, se torna barata e extremamente direcionada, segmentada e eficiente para que anuncia, pois, através de filtros e conteúdos co-relacionados, é possível divulgar um patrocinador de forma agradável e não invasiva para o receptor, não aparentando nem ser uma publicidade, "algo apenas comercial", mas sim uma oportunidade de conhecer algo novo.Claro que devemos ter cuidado de em que banners estamos clicando, pois, existem muitos sites não confiáveis que utilizam este recurso para promover "serviços" inescrupulosos e maliciosos, onde o único interesse é lesar o consumidor.
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Portanto, na próxima vez que estiver assistindo a algum vídeo no YouTube, lendo um blog que costuma ler ou visitando um site que lhe ofereça algum serviço sem lhe cobrar nada e vires um anúncio que lhe chame a atenção, não procure sobre isto depois em algum serviço de busca, clique naquele momento no anúncio, pois, assim, todos ganham e você incentiva o autor daquele conteúdo que tanto lhe agrada a continuar produzindo mais materiais de forma gratuita para você. Duas dicas para você que leu esta matéria e viu uma maneira de ganhar uma graninha extra com a internet: não crie conteúdo pensando unicamente no lucro, pois, no início você vai se decepcionar e provavelmente acabará produzindo porcarias que jamais serão consumidas por alguém e, NUNCA clique em seus banners, porque sua conta certamente será bloqueada.
Claro que na internet, ainda existe o que é conhecido como "Deep Web" (procura no Google sobre isto que você verá explicações muito melhores do que poderei oferecer aqui), mas ela está muito mais séria e interessante que a maioria das pessoas imaginam. Até mesmo quem produz muita coisa boa para a internet não sabe quão interessante ela está ficando.Para você que já produz algum material que é remunerado através de anúncios ou pretende produzi-los, deixo um conselho: Jamais peça para as pessoas clicarem em seus anúncios ou favoritarem, curtirem ou compartilharem algo insistentemente, pois, pedir cliques é contra os termos contratuais dos serviços de monetização e ficar incomodando as pessoas com estes apelos é chato e demonstra desespero.
Certamente um material bem produzido e interessante, pode demorar um tempo, mas será reconhecido e recompensado. É uma jornada árdua a construção de pilares fortes que lhe sustentarão, mas quando concluída a construção, apenas você poderá derrubá-los.
Fonte: http://adombrowski.blogspot.com.br/

O ciclo das rosas




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rosas39As rosas não falam, mas as rosas exalam, já dizia o poeta... Cada momento especial, sempre era marcado por um buquê de rosas, o que o tornava ainda mais mágico. Tinha sua magia, assim como a vida também tem. Depois vim a saber que as rosas tem seu próprio significado, o que representa a Rosa é o que representa nosso eterno existir. Renascimento espiritual e a evolução da nossa própria alma, tornando sempre o início de um novo ciclo de vida. E assim, meus momentos mais especiais foram marcados por um novo caminho trilhado, todos certificados por um lindo jardim de rosas.
Comecei a refletir sobre a vida e os ciclos. E como cada passo meu tinha relação com o ciclo de uma flor. Germinar, florescer e morrer. E aquela flor daria vida a uma outra flor, e assim o jardim sempre estaria lá, rosa (como a flor) e verde (como o jardim).
Às vezes tentamos acelerar o tempo, mas esquecemos que sempre há tempo para tudo, mas esse tudo sempre acontece no próprio tempo, há tempo natural para todas as coisas, assim como há tempo para florescer, há tempo de morrer, há tempo de germinar e há tempo de renovar.
Todos somos rosas, dentro de cada um há a melhor essência e, como espíritos, buscamos a mesma coisa: a evolução. Muitas vezes, nos perdemos no caminho e esquecemos sobre essa melhor essência, outras vezes, recordamos a essência e buscamos a evolução. Mas somos humanos, e falhamos e acertamos, e voltamos a errar. Nessa busca permanente pelo desejo de ser melhor espírito, florimos quando menos esperamos... e quando descobrimos a Verdade, nunca mais seremos os mesmos.
Nunca me esquecerei de meu grande mestre que me dizia: sempre fazemos o melhor que podemos fazer naquele momento.
Essas palavras mal organizadas fazem parte do grande desejo de expressar que Uma rosa sempre é bela, não importa em que jardim floresça.


Por Carolina Mirabeli, psicóloga

Mediocridade


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diferetne2A mediocridade é o estado geral da humanidade como ela está. É um retardamento da inteligência. Ninguém quer que você seja inteligente, porque quanto mais inteligente você for, mais difícil será explorar você. Todos os que têm interesses particulares querem que você seja medíocre. Uma pessoa medíocre é como uma árvore que tem as raízes cortadas constantemente para não poder crescer, assim ela nunca floresce e nunca frutifica. O mesmo acontece com uma pessoa medíocre, ela nunca sabe o que é frutificar, florir, espalhar seu perfume. Mas esse é o estado comum da humanidade. E para manter a mediocridade de uma pessoa medíocre, uma coisa estranha tem de ser colocada na cabeça dela: que é extraordinária.
E a sociedade da muitas maneiras para as pessoas se sentirem extraordinárias. Por isso é muito difícil não encontrar uma pessoa que, lá no fundo não acredite que é especial e diferente. O ego dela acredita ser especial. Mas se uma pessoa compreendesse que é medíocre, essa própria compreensão acabaria com sua mediocridade. Compreender que ela é medíocre é um grande passo rumo à inteligência.
Porque uma pessoa comum é uma pessoa natural. A natureza não produz pessoas especiais, produz pessoas únicas. E todo mundo é único à sua própria maneira de ser. E se falando sobre ser comum, se descarta a ideia de ser extraordinário, que é o que mantém você medíocre. Portanto ser comum, no entanto é a coisa mais extraordinária deste mundo. Basta olhar para você mesmo. Dói muito, é doloroso aceitar que você não é extraordinário. Observe o que acontece quando você aceita a ideia de ser comum, de que é comum. Um grande peso sai dos seus ombros. E de repente, você está num espaço aberto, natural, simplesmente do jeito que você é.
A pessoa comum tem uma singularidade, simplicidade, humildade. Por causa dessa simplicidade, humildade, singularidade, ela se torna realmente extraordinária, embora nem faça ideia disso. As pessoas que são humildes e que simplesmente aceitam que são tão comuns quanto todo mundo. Você vê um brilho nos olhos delas. Elas têm graça nos movimentos. Você não as verá competindo, trapaceando e traindo ninguém. Elas não são contraditórias. Não são hipócritas.
Se você é uma pessoa comum. Qual a necessidade de ser hipócrita? Você pode abrir seu coração para qualquer pessoa, porque não está fingindo nada. Qual a necessidade de ser dissimulado? Você não precisa fingir, porque você se torna uma pessoa dissimulada quando tem que fingir. Começa a se sentir superior. E você não precisa dizer, mas, por meio da sua hipocrisia, de suas máscaras, você começa a ficar cada vez mais pretensioso. E isso é uma doença. Porque essa pessoa que se acredita extraordinária é aquela que sofre de um enorme complexo de inferioridade. E para encobrir esse complexo de inferioridade ela se projeta com a ideia oposta. Mas só está enganando a si mesma.
A pessoa comum não tem necessidade de ser hipócrita, não precisa fingir, ela é aberta, não precisa ser dissimulada. E há uma beleza nessa abertura, nessa simplicidade. Todo mundo deveria olhar para dentro de si mesmo. Mas as pessoas são tão enganadoras, de tanto enganar os outros, começam a enganar a si mesmas. Ficam muito articuladas ao enganar. É perigoso ser hipócrita, porque cedo ou tarde você começa a achar que essa é a sua face verdadeira.
Então enganar os outros é algo que até dá para entender. Mas elas enganam a si mesmas. E é difícil tirar uma pessoa desse engano, porque ela acredita que é o único tesouro que ela tem. Porque ela sabe que, por detrás dela, só há escuridão, vazio, um complexo de inferioridade. E por isso se agarram a ilusão. E esse é o problema de todas as pessoas medíocres. Elas não toleram que alguém seja melhor do que elas, pois isso destrói a ilusão de que são extraordinárias. Mas ninguém pode tirar de você a sua condição de pessoa comum. Isso é algo que não é uma projeção, mas uma realidade.
Portanto se você quiser viver de modo autêntico e sincero, então seja simplesmente comum. Porque ninguém volta de uma viagem do ego, porque ela nunca acaba. Essa viagem nunca acaba. Você verá o seu fim antes de ver o fim da viagem do seu ego.
Porque o ego impulsiona você, e ele nunca tem fim. Ele cria novas metas, novos objetivos e objetivos cada vez mais audaciosos. Você nunca mais consegue parar. Você tem que competir, você precisa competir lutar e lutar a vida inteira. É tirada de você a chance de viver, por que você não tem tempo para viver. Você precisa lutar competir, ser extraordinário, ser o melhor sempre. Ser grandioso.
E então se você quiser viver de modo autêntico e sincero, seja simplesmente comum. Então ninguém pode competir com você. Você fica fora da corrida da competição, que é muito destrutiva. Bastam olhar a nossa volta, os recursos desse planeta está muito comprometido por conta desse nosso ego que só quer competir, ganhar e ganhar, lucrar e lucrar. Nós só extraímos e destruímos esse planeta por conta dessa ganância desenfreada e por poder. Cada vez mais ter poder, por isso se precisa enganar, dissimular, ser hipócrita e medíocre.
Se você quiser começar a viver de verdade, você precisa sair desse círculo, dessa roda sem fim. Aprender a ser livre, começar a ter tempo para viver, fazer o que quiser. Rir, cantar, dançar, não importa, mesmo que todos riam de você. Ser comum esse é o segredo.
A mente medíocre não tem capacidade para entender, porque ela permanece com uma idade mental muito baixa, a pessoa pode ter muita idade, não importa, é apenas uma idade física.  Isso significa apenas que pessoa envelheceu, mas não cresceu. Precisamos entender que envelhecer e crescer são suas coisas diferentes. Envelhecer, todo animal envelhece. Crescer é algo que só os seres humanos podem fazer. E o primeiro passo é aceitar a sua simplicidade e humildade. Como você pode ser egoísta num universo tão belo, vasto e infinito? Que ego você pode ter? O seu ego pode apenas ser uma bolha de sabão, talvez dure alguns segundos, elevando-se bem alto no ar, ou talvez por alguns segundos refletir o arco-íris. Nesta existência infinita e eterna, o seu ego vai estourar a qualquer momento. É melhor não ter nenhum apego às bolhas de sabão.
O desejo de comandar os outros, a sede de poder, é um dos maiores crimes que o ser humano cometeu. E temos que ter consciência disso. Por isso temos que ser comum, existe uma beleza nisso. Nenhum egoísta, em toda a história da humanidade, jamais disse que o ego é belo, que lhe proporcionou grandes êxtases. Todos os egoístas morreram frustrados, desesperados, porque o ego não conhece limites. Por isso você está sempre frustrado. Aprenda a ser comum esse é o grande insight. E aprenda a viver de verdade.
Pax!!
diferente1

Corete Silvane Sheibel é Terapeuta Holística, Massoterapeuta e instrutora de Yoga, meditação, auto hipnose e regressão.
* Tempo de atuação: 12 Anos
* Especializações

 Massoterapia;
 Reflexoterapia;
 Espondiloterapia nível 1,2 e 3;
 Drenagem Linfática Propeli;
 Drenagem facial;
 Limpeza de pele;
 Biótipo e Auriculoterapia;
 Massagem Neurocirculatória,(Modeladora estética),(Terapêutica) e (Relaxante);

 Massagem Osteossensibilizante nível 1,2 e 3, Descompressão Vertebral nível 1,2 e 3;
 Terapia Floral: Sistema Bach e Aura Luz;
 Kinesiologia;
 Reiki nivel I, II e III;
 Instrutora de Yoga e meditação;

* Formação

 SOS Corpo de Caxias do Sul – RS;
 Escola Centro Visual de massagem-Lageado-RS;
 Escola Konvida Psicologia – Porto Alegre – RS;
 Three In One concepts - Califórnia – Estados Unidos
 Instituto cultural GFU – Fun. Dr. Serge R. De la Ferrière;
 Registro Feplam nº: 222550, 187786, 197592 Contatos: Tel: (11) 97049979 Email: coretescheibel@gmail.com
* Contato

 Tel: (11) 97049979

Quando o pão e o circo não são mais suficientes




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pao circo 1Por Renato Corrêa Bicca (*),  - O povo brasileiro sempre foi tido como pacato, tranquilo, ovelhas dóceis que não reclamavam de nada e aceitavam tudo sem reação alguma. Um verdadeiro paraíso para toda a sorte de aproveitadores e canalhas inescrupulosos, que vêem no Brasil uma oportunidade sem precedentes de encher os bolsos, com pouco ou nenhum esforço. O mais triste da situação é que esses aproveitadores e canalhas inescrupulosos tomaram de assalto uma classe que é de crucial importância para todo e qualquer pais que se diga democrático: A CLASSE POLÍTICA. Sim....ela é importante! Não é porque a corrupção, os conchavos e a maracutaia estão entranhados na classe política brasileira, que a política em si, não é de suma importância.
Estamos acostumados a relacionar tudo que é sujo, odioso e maléfico com a palavra política. Isso porque temos uma experiência traumatizante com governos que nunca estiveram verdadeiramente comprometidos com os anseios e necessidades do povo e com o desenvolvimento e progresso do pais. Exemplo clássico disso é o fato, para mim criminoso e sem qualquer justificativa, de um pais continental como o nosso não possuir uma rede ferroviária interligando todas as regiões e capitais desse pais e também, é claro, um sistema ferroviário estadual eficiente. Nossa vida hoje, com absoluta certeza, seria bem diferente.
Sempre nos orgulhamos do fato do nosso pais não sofrer terremotos, furacões, ter um povo ordeiro, feliz e otimista na terra do futebol e do carnaval. Mas por trás da máscara feliz, a história é um pouco diferente. Nossa classe política servia e serve a vários senhores, menos ao que por definição deveria servir:o povo brasileiro. As necessidades de muitos se sobrepõem às necessidades de poucos ou de um só. Esta frase, de uma lógica "spockquiana", não faz o menor sentido para os nossos políticos. A generalização é na grande maioria das vezes perigosa, mas eu me sinto totalmente tranquilo e em paz ao afirmar que TODOS os políticos brasileiros esqueceram que são servidores da população, esqueceram que devem lutar e promover o bem estar de todos os brasileiros e o progresso do Brasil. Em vez disso lutam apenas por interesses próprios, partidários e corporativos que vão de encontro aos interesses de 200 milhões de pessoas.
Alguém pode dizer que fulano é honesto e íntegro, sicrano nunca fez falcatrua alguma, etc etc. Chegamos ao ponto em que por mais honesto e bem intencionado o indivíduo seja, ao entrar na política no Brasil (a questão política em outros países não vem ao caso aqui!) ele tem que jogar um balde de água gelada no seu ímpeto por justiça, honestidade e moral. Se não quiser "entrar no esquema", é melhor para sua saúde ficar quieto e não criar situações constrangedoras para seus pares. Fazendo isso se omite, se omitindo entra no esquema e, até que me provem o contrário, é farinha do mesmo saco. E eu vou mais longe: Porque é tão difícil mudar um código Penal arcaico e obsoleto por outro que volte a provocar medo nos criminosos e não uma sonora gargalhada? Sim...isso que você pensou agora é, exatamente, a resposta.
É interessante analisar o fato dos três pilares básicos de uma sociedade e um povo progressistas estejam, no Brasil, totalmente carcomidos por décadas de descaso, desculpas esfarrapadas e interesses "ocultos" internos e externos.
Um povo saudável e com acesso a um sistema público de saúde decente;
Um povo educado e com acesso a um sistema educacional que funcione e crie cidadãos com um mínimo de senso crítico;
Um povo que não tenha medo pela total falta de segurança e por ter uma polícia mal organizada, mal paga, mal treinada e mal equipada...
É um povo "perigoso" para as mentes nefastas que dirigiram e dirigem esse pais. Um povo assim não se contentaria com migalhas e nem venderia seu voto por elas....saberiam desde cedo como pescar. Canalhas, ladrões e corruptos que hoje vestem um belo terno e tem cargos com salários e vantagens absurdos no município, no estado e em Brasília, jamais teriam oportunidade de ocupá-los ou pelo menos de permanecer muito tempo neles.

Não haverá um centavo de dinheiro público para as obras da Copa 2014
pao circo 2

Nada tenho nada contra a Copa do Mundo no Brasil, desde que essa promessa solene fosse respeitada. Eu confesso que não contive uma gargalhada quando essa promessa foi feita. Já que foi, digamos, inevitável a entrada de dinheiro público, dinheiro meu, seu que esta lendo essa matéria de todos nós, a lógica me diz que, ja que não nos foi dada a chance de opinar, que para brasileiros natos os ingressos fossem gratuítos.
Mas, sinceramente, nem assim eu assistiria. Para mim não vai fazer a menor diferença o Brasil ganhar ou não a tal Copa. E, não sejamos hipócritas, muito menos para os nossos "astros", que tem mais coisas na cabeça com que se preocupar como um possível convite para jogar na Europa ou oriente médio, o próximo modelo de carro zero a comprar e a próxima "balada da hora"....sem falar claro na mulherada. Ja vai longe o tempo em que futebol se fazia com sangue, suor e raça....hoje ele não passa de negócio, comércio puro e simples, sem sangue, sem suor e muito menos raça. Me espanta ver as pessoas chamando, por exemplo, ronaldinho gaúcho de mercenário.....me espanta a ingenuidade das pessoas.
Quantas pessoas perderam a vida nas portas dos hospitais pela total falta de uma saúde publica minimamente eficiente, quantas pessoas morreram pela falta total de segurança pública, quantas crianças estão sendo "educadas" por um sistema falido, morto, enterrado e cheirando mal a muito tempo...enquanto dinheiro público escoa para obras da copa e para as mãos de empreiteiros e políticos corruptos ?
Ironicamente essa situação se manifesta fortemente justamente com uma copa do mundo no Brasil. O que me alegra muito é que finalmente as pessoas estão percebendo e aceitando certas realidades.
Gostaria de fazer duas sugestões aos coordenadores da copa:
- Um minuto de silêncio antes de cada jogo realizado em homenagem as pessoas que morreram e estão morrendo pela falta de saúde e segurança pública;
- Após esse minuto de silencio, que um caminhão circulasse dentro do campo jogando pães, frutas e verduras aos torcedores.
Nem futebol, nem carnaval, nem mídia vão ter mais força para entorpecer a vontade do povo em ter um pais melhor. Porque não falta dinheiro, não falta competência....falta vergonha na cara, honestidade e retidão da nossa classe política! CHEGA de deboche, corrupção e impunidade. O Brasil pode sim ser BEM MELHOR..........e VAI SER !!!

Pão e Circo
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Mas tudo tem um limite, a famosa gota d'água, a ficha que cai finalmente! Milagrosamente o ano de 2013 poderá ser lembrado como o ano em que os brasileiros começaram a dar um basta ! Pacificamente, sem badernas, sem vandalismo. As ovelhas se rebelam contra os lobos, uma rebelião mais do que justa.........NECESSÁRIA !!! O pão e o circo não são mais suficientes !!!

PAZ, VIDA LONGA E PRÓSPERA...FORÇA E LUZ....NAMASTE!!!

* Renato Corrêa Bicca é bacharel em direito e gestor de conteúdo do Portal O Arquivo.

BNDES investe o dobro em porto de Cuba do que o PAC 2 nos portos brasileiros



Cuba2
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Com toda a pompa, o ditador assassino Raul Castro visitou o Puerto de Mariel(vídeo), em Cuba, para acompanhar o bom andamento das obras, pois dinheiro é o que não falta. A obra é da Odebrecht, totalmente financiada pelo BNDES, a um custo de U$ 300 milhões. Esta é a cifra para consumo interno, aqui no Brasil. Segundo fontes oficiais de Cuba, as instalações de Mariel poderá chegar a U$ 800 milhões de dólares. Investimento brasileiro.Para os portos brasileiros, pelo PAC 2, de 2011 a 2014, estão previstos investimentos de pouco mais de U$ 300 milhões. O que justifica enviar dólares para Cuba e perder dólares em nossas exportações por falta de infra-estrutura portuária no Brasil?
É ou não é necessária uma CPI do BNDES já? E se deste dinheiro algum amigo de Fidel embolsasse, por exemplo, 20%, 30%? Alguém descobriria? Ou a corrupção cubana é menor do que a brasileira?
Da Folha de São Paulo de hoje, sem citar a obra em Cuba:
A exportação de obras de construtoras brasileiras explodiu nos últimos dez anos. O desembolso de financiamentos do BNDES para obras de empreiteiras brasileiras no exterior aumentaram 1.185% entre 2001 e 2010, passando de US$ 72,897 milhões para US$ 937,084 milhões. No governo Lula, que usou a diplomacia presidencial para abrir mercados para empresas brasileiras na África e América Latina, o crescimento foi de 544%. Odebrecht, Andrade Gutierrez, OAS, Queiroz Galvão e Camargo Corrêa tiram uma parcela cada vez maior de seu faturamento de obras feitas em países como Venezuela, Peru, Angola e Moçambique.
"O banco financia obras de infraestrutura desde 1997 e jamais houve uma demanda tão grande para projetos no exterior", diz Luciene Machado, superintendente de comércio exterior do BNDES. "Antes isso se restringia à Odebrecht, mas agora vemos todas as empreiteiras fazendo uma opção pela internacionalização", afirma. Ela prevê que os desembolsos devem chegar a US$ 1,3 bilhão neste ano, uma alta de 38% em relação a 2010. Já há contratos para construção de uma hidrelétrica na Nicarágua e hidrelétricas e gasoduto no Peru, que devem começar a ter desembolsos em breve.
Os desembolsos do BNDES não são os únicos indicadores do aumento das exportações das empreiteiras.Segundo dados do Banco Central, ao lado de exportação de serviços de tecnologia de informação, construção e engenharia estão entre os que mais crescem. De acordo com o BC, as exportações das empreiteiras entram em duas categorias -exportações de serviços de construção ou de engenharia, ou investimento brasileiro direto (IBD). O IBD em infraestrutura e construção de edifícios cresceu de US$ 194 milhões em 2006, primeiro ano pesquisado, para US$ 455 milhões em 2010, uma alta de 186%. Já as exportações de serviços de construção e engenharia cresceram de US$ 1,8 bilhão em 2003 para US$ 5,7 bilhões em 2010; alta de 208%.
Esses dados subestimam o valor real das exportações. Segundo o BC, muito do investimento brasileiro direto é feito a partir de reinvestimento de lucros auferidos no exterior, que as empreiteiras não internalizam, por isso não entram na estatística. Já nos números de exportação de serviços de construção e engenharia entram apenas os projetos de curta duração.
O esquemão é perfeito. Vejam a segunda parte da matéria.
As empreiteiras brasileiras começaram sua expansão na América do Sul, mas hoje têm presença cada vez maior na América Central e na África. E a diplomacia presidencial foi um dos principais instrumentos para abertura de mais mercados. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se juntou ao presidente cubano, Raúl Castro, em 2010, para inaugurar as obras da Odebrecht no porto cubano de Mariel, com financiamento de cerca de US$ 300 milhões do BNDES. Ele visitou várias obras da construtora em Angola, junto com o presidente angolano, José Eduardo dos Santos.
E, mesmo fora da presidência, Lula continua fazendo promoção comercial. Recentemente esteve na Bolívia e teria discutido com o governo problemas em uma estrada em construção pela OAS e financiada pelo BNDES. As negociações dessas exportações de obras de infraestrutura normalmente envolvem governos.Isso porque as vendas de obras ao exterior são feitas sempre em um pacote, que geralmente inclui o financiamento do BNDES. "Levamos junto o financiamento do BNDES para a obra, e o banco estipula que 85% dos produtos e serviços do projeto precisam vir do Brasil", diz Mauro Rehm, gerente-geral da Odebrecht Logística e Exportação.
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Segundo Rehm, em 2009 e 2010, só nesses serviços e bens acoplados, sem incluir as construções, a Odebrecht exportou US$ 2 bilhões. Hoje, 58% da receita da Odebrecht Engenharia e Construção vêm do exterior. "É importante o governo brasileiro fazer meio de campo para obter contratos; e é natural, todos os governos fazem", diz Luciano Amadio, presidente da Associação Paulista de Empresários e Obras Públicas (Apeop). Para Luís Afonso Lima, presidente da Sociedade Brasileira de Estudos de Empresas Transnacionais e da Globalização, a internacionalização das empreiteiras mostra maior competitividade.E é vantajoso para o país, porque se trata de exportação de maior valor agregado.
Fonte: http://coturnonoturno.blogspot.com.br

segunda-feira, 15 de julho de 2013

A "terceira via" é escravidão disfarçada

Lew Rockwell



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Políticos ao redor do mundo, praticamente sem exceção, vivem parolando sobre as supostas glórias da "terceira via", isto é, a adoção de um modelo econômico que não seja nem capitalismo nem socialismo, mas sim uma mistura daquilo que "ambos os sistemas têm de melhor".  A moda é antiga, mas ganhou especial vigor na década de 1990 nos EUA, na Grã-Bretanha e na Alemanha, com as respectivas eleições de Bill Clinton, Tony Blair e Gerhard Schröder.  Desde então, a defesa de tal sistema só se revigora a cada ano, não obstante seus retumbantes fracassos.
O principal objetivo da terceira via é combinar a eficiência econômica do capitalismo com a "justiça social" do socialismo — o que significa a imposição de maiores impostos, mais assistencialismo e regulamentações opressivas.  Em suma, a terceira via é apenas um nome mais pomposo e populista para a manutenção do status quo.
Ludwig von Mises, ainda em 1921, já havia acabado com essa noção de que você pode combinar o "melhor" do socialismo e do capitalismo.  Não existe isso de "o melhor" do socialismo, escreveu ele, pois mesmo a menor quantidade de socialismo distorce o funcionamento de uma sociedade livre.
E, de fato, nem é preciso fazer aqui uma explicação mais elaborada dessa tese para que se entenda por que tal afirmação é verdadeira.  Todas as coisas que nos enfurecem em nosso dia a dia — utilizar os Correios, encontrar boas escolas públicas, trafegar nas ruas estatais congestionadas, utilizar a saúde pública, ir a uma repartição qualquer — são, em sua totalidade, operações governamentais.  Já os setores da economia que estão, de um modo geral, livres de amarras governamentais — a indústria tecnológica, o comércio via internet e o setor de serviços (aqueles que não são pesadamente regulamentados pelo governo) — funcionam como deveriam.
Economias de mercado prósperas e capitalizadas conseguem aguentar o fardo imposto pelas políticas da "terceira via" com bem mais vigor do que as economias menos desenvolvidas.  Por exemplo, a "terceira via" adotada pelas antigas repúblicas socialistas do Leste Europeu destruiu uma década de tentativas de reforma após 1989.  E, ainda hoje, a pesada regulação estatal continua aprisionando enormes segmentos da população da América Latina, da África e do Oriente Médio na pobreza.
Amartya Sen, que ganhou o Prêmio Nobel de economia em 1998, é considerado o guru do pensamento da "terceira via".  Diz-se que ele colocou uma "face mais humana" na ciência econômica ao introduzir uma "dimensão ética" e uma "preocupação com os pobres" em seus ensaios.  Entretanto, a verdade é que essa "ética" e essa "preocupação" nada têm a ver com o quanto ele pessoalmente contribui para causas caritativas.  Tais termos são simplesmente códigos para sinalizar que ele defende a medicina socializada, o agigantamento do assistencialismo e um grande papel do governo em planejar a economia.
O fato é que todos nós devemos ficar bastante atentos a propostas de "uma face mais humana" para a economia.  Por algum motivo, essa face invariavelmente se traduz na munheca cerrada do estado.  É por isso que Sen escreveu que a prosperidade das nações ocidentais "não é o resultado de nenhuma garantia fornecida pelo mercado ou pela busca por lucros, mas sim devido à assistência social que o estado ofertou".  É interessante, no entanto, constatar que os soviéticos nunca foram capazes de gerar prosperidade por meio de sua ampla rede de proteção social.  Isso, Amartya não explica.
Ao ler toda a literatura defensora da "terceira via", a impressão que se tem é a de que o estado é formado por funcionários amorosos, cuidadosos e sábios, sempre em prontidão para confortar os angustiados e fornecer seguridade para os marginalizados.  Com efeito, nenhum estado com essas características jamais existiu e jamais irá existir, por uma única razão: a característica única e inconfundível do estado é o seu uso da violência, e não a sua oferta de amor.  O estado não possui recursos próprios; tudo o que ele adquire é por meio da agressão contra as pessoas e suas respectivas propriedades.
As regulamentações estatais são violentas, pois impedem — ao imporem condições sob pena de processo — que indivíduos façam contratos voluntários entre si.  Os subsídios, na forma de dinheiro dado diretamente a determinados grupos, são violentos, pois transferem riqueza de um grupo para outro sem a permissão daqueles.  A inflação monetária é uma forma sutil e insidiosa de roubo, pois subtrai poder de compra do dinheiro que o estado nos obriga a utilizar.  E não irei mencionar aqui os impostos apenas para não ferir a decência.
Mises argumentava que a "terceira via" é instável porque as intervenções criam efeitos nocivos e imprevistos, os quais acabam clamando por mais intervenções apenas para serem corrigidos.  O resultado é uma inexorável marcha rumo à economia planejada, a menos que alguns passos definitivos sejam dados com o intuito de retroceder o agigantamento do estado.  Uma maneira de contornar esse problema, obviamente, é simplesmente assegurar aos cidadãos que os efeitos ruins do intervencionismo (por exemplo, um menor nível de investimentos) são compensados pelos supostos bons efeitos (toda uma classe de pessoas aliviadas do fardo de ter de trabalhar, por exemplo).
Porém, como podem os "custos sociais" e os "benefícios sociais" de várias políticas serem comparados uns aos outros?  Se seguirmos a lógica ensinada pela Escola Austríaca de economia, isso é impossível.  O valor de algo é o produto de cada mente humana individual.  Os planejadores sociais não têm acesso a essa informação subjetiva simplesmente porque algo tão pessoal como 'valores' não pode ser colocado em equações e sofrer manipulações.  É impossível existir algo como "custo social" ou "bem-estar social" em um sentido matemático; tais coisas simplesmente não podem ser computadas.
Adicionar e subtrair valores individuais, e com isso criar um índice de bem-estar geral, é uma impossibilidade — se levarmos a lógica a sério.  Porém, no mundo de Amartya Sen, não se pode deixar que a lógica interfira na "face humana".  Em suas teorias sobre custo social, ele defende a ideia de que as "utilidades interpessoais" podem ser comparadas.  Afinal, se é para termos um estado amoroso e caridoso, temos então de ter alguns meios para compreender a vontade do povo.
Sen é mais desavergonhado e direto que a maioria de seus colegas, porém é fato que o vício de quase toda a ciência econômica moderna é essa presunção de que os economistas sabem melhor do que as próprias pessoas o que é bom para elas próprias e para toda a sociedade.  Entretanto, se realmente quisermos que a vontade do povo prevaleça, nenhum sistema tem chances de gerar um resultado melhor do que a economia de mercado.  Em um livre mercado, toda a produção, trabalho e consumo refletem as escolhas voluntárias de indivíduos que querem melhorar sua situação de vida.  Em uma sociedade puramente voluntária, ninguém é forçado a fazer nada que seja contrário a seus objetivos finais individuais, desde que estes sejam buscados de forma pacífica.
Entender genuinamente esse ponto seria, aí sim, começar a pôr uma autentica face humana na ciência econômica.  É o estado quem trata as pessoas como sendo menos do que humanas, como meros objetos a serem manipulados de acordo com a visão que terceiros têm sobre como a sociedade deve funcionar.  A verdadeira dinâmica da "terceira via" não é o préstimo ou a compaixão: trata-se, ao contrário, da batalha cruel e selvagem pelo controle das alavancas do poder e da riqueza propiciada por elas. 
Não é coincidência alguma que, tão logo os políticos de qualquer ideologia chegam ao poder, a primeira coisa que eles fazem é falar que são favoráveis à terceira via.

Lew Rockwell é o presidente do Ludwig von Mises Institute, em Auburn, Alabama, editor do website LewRockwell.com, e autor dos livros Speaking of Liberty e The Left, the Right, and the State.


Tradução de Leandro Roque