sábado, 22 de junho de 2013

Você conhece “Os 5 desodorantes Naturais?”… Saiba mais

desodorante
Passam anos e anos e ainda recebemos via email como correntes que os desodorantes podem causar câncer e outros malefícios à nossa saúde. Mesmo não havendo uma prova do tal ingrediente prejudicial.
E se pretende então deixar de lado esses produtos industrializados para não, assim, arriscar a sua saúde, aqui vão 5 dicas de desodorantes naturais. Sendo assim você estará evitando o contato de suas axilas com os seguintes ingredientes: alumínio, parabeno, fragrâncias sintéticas e triclosano.

Hamamélia (hamamelis)

Se você tem a pele sensível, procure um desodorante que tenha na sua composição a hamamélis, que é conhecida por suas propriedades calmantes na pele. Ela diminui os poros das axilas e também faz com que o suor que escapar por esses poros evapore. Você ainda pode usar a hamamélia como um produto pós depilatório para assim menizar a dor da depilação.

Óleos essenciais

Evitando usar o artificial para se sentir bem, que tal usar óleos essenciais, que são derivados de plantas para manter as axilas perfumadas? Além do mais alguns óleos essenciais têm propriedades antibacterianas que ajudam a prevenir o odor antes que ele comece. Segue algumas dicas de essencias antibacterianas: alecrim, líquen, sálvia, capim-limão e tea tree.


Sais Minerais

Sais minerais são naturais e não irritam a pele e são geralmente encontrados em desodorantes de cristal.



Bicarbonato de sódio

Sabemos que o bicarbonato de sódio é ótimo para tirar cheiros desagradáveis, e com certeza você já usou para limpar a sua geladeira para tirar o mal cheiro. Então porque não usa-lo nas axilas? A composição química do bicarbonato de sódio reage com moléculas de odor até que elas fiquem neutralizadas com o impacto. Ou seja, o bicarbonato de sódio vai absorver o excesso de perspiração para que suas axilas pareçam secas.

Lúpulo

Os lúpulos impedem o crescimento de bactérias e quando aplicado como desodorante, o extrato de lúpulo serve como um agente antimicrobiano, então as bactérias das axilas não têm a menor chance de interagir com o suor.

Como é feito o cálculo das multidões?

Como é feito o cálculo das multidões?

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As manifestações ocorridas na última segunda – feira (17) em todo o país, pela redução da tarifa do transporte público, levaram um número absurdo de pessoas para as ruas pelos quatro cantos do Brasil. Uma estimativa de 250 mil pessoas, protestando simultaneamente em diversas capitais.
No entanto, o número de manifestantes divulgado pelos organizadores de um protesto é, quase sempre bem diferente dos números divulgados pelas autoridades presentes no ato. O que justifica esta diferença sempre tão grande?
A verdade é que o cálculo de multidões não pode ser feito no ‘achismo’ e muito menos do ‘olhômetro’. A regra, que é internacional, leva sempre em consideração o número de pessoas estimadas por metro quadrado.
O instituto DataFolha, por exemplo, estimou que 1,5 milhão de pessoas é a lotação máxima do trecho Paulista-Consolação – trajeto utilizado com frequência na capital paulista por manifestantes-. Isso em um cálculo superestimado, considerando sete pessoas por metro quadrado, sufoco semelhante ao enfrentado por passageiros que embarcam na estação Sé do metrô no horário de pico. Para que 4 milhões ocupassem esses 216 mil m² deste trecho, seria necessário que 18 pessoas se espremessem em cada metro quadrado.
Na dúvida, como diz Arnaldo César Coelho, a regra é clara: o tira teima pode ser tirado com uma simples conta do número de pessoas presentes em cada metro quadrado da manifestação.
Confira o número de manifestantes que estiveram presentes nas ruas do Brasil nesta segunda – feira, 17/06 (fonte: Polícia Militar)
  • Alagoas – Maceió (2 mil pessoas)
  • Bahia – Salvador (5 mil pessoas)
  • Ceará – Fortaleza (1 mil pessoas)
  • Distrito Federal – Brasília (5,2 mil pessoas)
  • Espírito Santo – Vitória (5 mil pessoas)
  • Minas Gerais – Belo Horizonte (Mais de 20 mil pessoas)- Juiz de Fora (2 mil pessoas)- Poços de Caldas (Cerca de 500 pessoas)- Viçosa (Cerca de 3 mil pessoas)
  • Paraná – Curitiba (Cerca de 10 mil pessoas)- Foz do Iguaçu (Cerca de 2 mil pessoas)- Londrina (8 mil pessoas)- Ponta Grossa (4 mil pessoas)
  • Pará – Belém (10 mil pessoas)
  • Pernambuco – Recife (Cerca de 300 pessoas)
  • Rio de Janeiro – Campos dos Goytacazes (Cerca de 2 mil pessoas)- Rio de Janeiro (100 mil pessoas)- Três Rios (Cerca de 500 pessoas)
  • Rio Grande do Sul – Novo Hamburgo (4 mil pessoas)- Porto Alegre (Cerca de 10 mil pessoas)
  • São Paulo – Araraquara (Cerca de 150 pessoas)- Bauru (Cerca de 600 pessoas)- Guarujá (Cerca de mil pessoas)- Itapetininga (Cerca de 300 pessoas)- São Paulo (65 mil pessoas)- Santos (Cerca de mil pessoas)- Pindamonhangaba (Cerca de 200 pessoas)- Votuporanga (Cerca de 200 pessoas)
Fontes: Jornal Folha de São Paulo e Portal G1

A máscara símbolo dos protestos: Guy Fawkes

A máscara símbolo dos protestos: Guy Fawkes

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A marca registrada do manifestante globalizado não podia ser menos moderna: caras brancas com sobrancelhas, bigode e cavanhaque preto bem delineados.
Embora popularizada pelo protagonista do filme “V de vingança”, de 2005, a máscara que identifica descontentes por todo o mundo tem sua origem num personagem do início do século XVII pouco conhecido fora dos países de língua inglesa: Guy Fawkes, um dos integrantes da Conspiração da Pólvora de 1605.
Antes de tomar as ruas das cidades do planeta nos dias atuais, Fawkes fazia aparições nos livros de História da Inglaterra como o homem que tramou explodir o Parlamento em Londres, com o rei Jaime I, ministros, parlamentares e toda a família real dentro, na abertura da sessão legislativa na Câmara dos Lordes em 5 de novembro de 1605.
Preso, torturado e executado, ele se tornou uma espécie de vilão popular por força da Lei do 5 de Novembro — aprovada em 1606 por aliviados parlamentares após a descoberta da conspiração. e Fawkes foi malhado como Judas a cada 5 de novembro. Daquele dia até hoje, o glamour tenebroso do caso tem chocado as pessoas e atraído a atenção delas em igual medida.
A lei caiu em 1859, mas a tradição, exportada para onde quer que tremulasse uma bandeira inglesa, continuou. Com o passar do tempo, a conotação negativa ligada ao personagem foi se perdendo, a ponto de seu nome — antes sinônimo de vilania — ser incorporado ao vocabulário cotidiano dos americanos da forma mais casual possível: guy, no inglês dos Estados Unidos, virou algo como o nosso “cara”.

Já existe um semáforo para quem não enxerga cor

Já existe um semáforo para quem não enxerga cor

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As pessoas que não enxergam cores ou daltônicos foram a inspiração das estudantesPaloma Bellatrix e Bianca Ochsenhofer do curso de Engenharia Elétrica com ênfase em Eletrônica, da Fundação Educacional Inaciana (FEI) em São Bernardo do Campo para criar um semáforo que funciona (muito bem) para quem não enxerga.
Hoje a legislação brasileira impede que pessoas com dificuldade para identificar as cores do semáforo dirijam. Mesmo assim, muitos daltônicos (os principais afetados pela regra) tiram carteiras de habilitação e dirigem todos os dias por aí.
A ideia surgiu quando um amigo das estudantes comentou que, apesar de ser daltônico precisava encarar o trânsito. No entanto o motorista tinha dificuldade para identificar os estágios do semáforo (verde, amarelo e vermelho); isso porque os equipamentos na cidade de São Caetano, onde ele dirige, são posicionados na horizontal, o que dificulta a observação do motorista daltônico.
Para responder a este tipo de necessidade as estudantes criaram o “Detector de estadode semáforo”.
O protótipo mostra para o motorista, de forma escrita, o estado do semáforo.
A criação funciona a partir de dois circuitos: o primeiro fica no próprio semáforo, de onde os estados são enviados via wireless (internet sem fio) para um segundo circuito, que é fixado no carro e serve para captar os sinais e decodificá-los. Para evitar transtornos em cruzamentos, o sensor do carro identifica a posição do veículo em relação ao norte magnético da Terra e, baseado nisso, decide de qual dos semáforos vai captar a informação.
As engenheiras pensam em melhorar o protótipo e colocá-lo no mercado, mas ainda faltam patrocinadores ou empresas que invistam na ideia.
O objetivo é adaptar o equipamento para incluí-lo em sistemas GPS com avisos sonoros, para que a pessoa escute o estado do semáforo ao invés de ler no equipamento. Desta forma o projeto poderá ajudar não só os daltônicos, mas também pessoas com visão normal, quando o motorista não consegue identificar o estado do semáforo por causa da neblina ou quando incide muita luz sobre o semáforo.
Fonte: Revista Super Interessante

WILKER ERA MORADOR DE ITORORÓ, ELE MORREU APÓS COLIDIR O SEU VEÍCULO COM UM ÔNIBUS NAS PROXIMIDADES DA CORÉIA, DISTRITO DE POTIRAGUÁ.

WILKER, SOBRINHO DO DEPUTADO ROSEMBERG PINTO, MORRE EM GRAVE ACIDENTE NA NOITE DE SEXTA.

WILKER ERA MORADOR DE ITORORÓ, ELE MORREU APÓS COLIDIR O SEU VEÍCULO COM UM ÔNIBUS NAS PROXIMIDADES DA CORÉIA, DISTRITO DE POTIRAGUÁ.  
WILKER SILVA PINTO, 27 anos, filho do ex vice prefeito de Itororo JOTA PINTO e sobrinho do atual deputado estadual do PT ROSEMBERG PINTO, faleceu após um grave acidente envolvendo um siena preto (que conduzia) e um Ônibus, os veículos se chocaram frontalmente. O acidente ocorreu por volta dás 18:00 h. de sexta (21) nas proximidades do Distrito da Coréia, pertencente a Potiraguá.
Wilker teve o corpo preso nas ferragens do carro,  várias tentativas foram realizadas no local para retirar o corpo do rapaz do veículo, não sendo possível. O carro, com o corpo do rapaz preso, foi conduzido em um guincho durante a madrugada para a cidade de Itapetinga, onde, com a presença do Corpo de BOMBEIROS de Vitória da Conquista, e após um intenso trabalho, o rapaz foi retirado das ferragens.
Segundo informações, Wilker era  natural de Itororó, onde era bastante querido. Ele residia atualmente em Itabuna, juntamente com sua esposa e seu filhinho. Na noite do acidente o rapaz se dirigiu a Santa
Luzia com um amigo, até sofrer o grave acidente que ceifou sua vida.


sexta-feira, 21 de junho de 2013

As Roupas Inteligentes

As Roupas Inteligentes

As-Roupas-Inteligentes
Nos próximos anos, estaremos enchendo os nossos armários com camisas inteligentes, que poderão ler nossa freqüência cardíaca e respiratória, e jaquetas musicais com teclados embutidos de fábrica. Monitores de diodo de baixa emissão de luz (LED) podem ainda ser integrados para mostrar texto e imagens. Roupascomputadorizadas serão a próxima etapa para tornar portáteis computadores e equipamentos sem ter de prender dispositivos eletrônicos em nossos corpos ou encher os bolsos com bugigangas. Estas novas roupas digitais não são necessariamente projetadas para substituir o seu PC, mas serão capazes de executar algumas de suas funções.
Roupas computadorizadas são a última palavra em tecnológica portátil. Nesta edição, iremos estudar como estas roupas são feitas, quem as produz e que tipo de produtos poderemos usar na próxima década.
Assim como todas as roupas, o vestuário computadorizado começa com sua própria linha. Algodão, poliéster ou cetim não têm as propriedades necessárias para transportarcorrente elétrica às roupas digitais. Entretanto, fios metálicos não são novidade à indústria de roupas. Vimos estes tecidos metálicos, usados para fazer manifestações de moda, durante anos. Pesquisadores estão usando organza de seda, um tecido único que foi usado para fazer roupas na Índia por pelo menos um século.

Organza de seda é ideal para roupas computadorizadas porque é feita de duas fibras que a torna condutora de eletricidade. A primeira fibra é justamente um fio de seda comum, mas na direção oposta do fio da fibra está a linha de seda que é envolvida em uma fina lâmina de cobre. É esta lâmina de cobre que dá à organza de seda a capacidade de conduzir eletricidade. Cobre é um bom condutor de eletricidade e, alguns fabricantes de microprocessador, estão começando a usar o cobre para acelerar estes equipamentos.
fio metálico é preparado como o fio telefônico de núcleo de pano, de acordo com os pesquisadores do MIT. Se cortarmos um cabo telefônico em espiral, encontraremos um condutor que é feito de uma lâmina de cobre rodeando um núcleo de fios de náilon ou de poliéster. Pelo fato de os fios metálicos poderem resistir a altas temperaturas, eles podem ser costurados ou bordados com o uso de maquinário industrial. Esta propriedade os torna muito promissores para a produção em massa de roupas computadorizadas.
A organza de seda não é apenas um bom condutor elétrico, sendo as suas fibras espaçadas em intervalos adequados. Desse modo, elas podem ser individualmente endereçadas. Uma tira do tecido pode, basicamente, funcionar como um cabo de fita. Cabos de fita são usados em computadores para conectar drivers de disco aos controladores. Um problema em se usar organza de seda pode aparecer se os circuitostocarem uns aos outros. Por esta razão, os cientistas usam um material isolante para encapar ou sustentar o tecido.
Uma vez que o tecido é cortado no formato desejado, outros elementos precisam ser anexados, como resistores, capacitores e bobinas. Esses componentes são costurados diretamente no tecido. Componentes adicionais, como LEDs, cristais, transformadores piezoelétricos e outros componentes montados nas bases, se necessário, são soldados diretamente nos fios metálicos. Outros equipamentos eletrônicos podem ser presos no tecido usando-se uma espécie de garra, que fura a linha para criar um contato elétrico. Estes equipamentos podem ser facilmente removidos para limpar o tecido.
Na Georgia Tech, pesquisadores desenvolveram outro tipo de linha para fazer roupas inteligentes. Esta camisa inteligente, é feita de fibras ópticas de plástico e de outras fibras especializadas, costuradas no pano. Estas fibras condutoras ópticas e elétricas vão permitir à camisa comunicar-se, sem fio, com outros equipamentos, transferindo dados dos sensores embutidos nela. Muitas companhias já estão explorando a possibilidade de nos vestir com roupas computadorizadas. Podem ser citadas a IBM, Levis, Philips, Nike e Sensatex. Na Europa, a Levis já está testando a jaqueta musical desenvolvida pelo MIT Media Lah.

Inflação desacelera em junho, mas estoura meta do governO


Inflação desacelera em junho, mas estoura meta do governO


O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), que é considerado uma prévia da inflação oficial, subiu 0,38% em junho e no acumulado em 12 meses superou o teto da meta ao avançar 6,67%, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (21). 
Em maio, o IPCA-15 havia subido 0,46%. A meta do governo, baseada no IPCA, é de 4,5%, com tolerância de 2 pontos percentuais.
Com variação de 0,38% no mês, o indicador ficou abaixo da taxa de maio (0,46%). O preço dos remédios e dos alimentos foram os principais responsáveis pela desaceleração do IPCA-15.
Na comparação trimestral, a inflação acumulada ficou em 1,36%, acima do mesmo trimestre do ano passado (1,12%). No primeiro semestre, o indicador ficou em 3,45%, acima da taxa de 2,58% relativa ao mesmo período do ano passado.

BC diz que vai fazer o necessário para controlar inflação

O presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, afirmou nesta terça-feira (18) que fará o que for necessário para controlar a inflação.
Falando na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, Tombini disse que o BC quer a inflação em declínio no segundo semestre, e que permaneça nessa tendência no próximo ano.
Em maio, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial, subiu 0,37%, a menor taxa para um mês em quase um ano desde junho de 2012, quando tiveram início os reajustes mais intensos dos alimentos. Em abril, a inflação tinha ficado em 0,55%.
No acumulado dos últimos 12 meses, os preços ficaram no teto da meta do governo (6,50% até maio). O objetivo do governo é que a inflação fique em 4,5%, mas tem uma tolerância de mais ou menos 2 pontos percentuais. Em abril, o indicador havia ficado em 6,49%.

Inflação preocupa governo

A alta dos preços se tornou o principal tema econômico no Brasil nos últimos meses, chegando a afetar a popularidade da presidente Dilma Rousseff. O Banco Centralelevou a taxa de juros para manter a inflação sob controle, mas a recente alta do dólar ameaça aumentar os preços de bens importados.
dólar subiu para o maior nível em mais de quatro anos, acompanhando uma tendência global de valorização da moeda norte-americana. Embora analistas afirmem que ainda é cedo para ver um impacto significativo sobre a inflação, integrantes do BC já disseram várias vezes neste ano que uma moeda mais estável era crucial para o cenário de inflação.
A projeção mediana de economistas de instituições financeiras consultadas semanalmente pelo BC estima a inflação em 5,83% no final do ano.
A projeção mediana de economistas de instituições financeiras consultadas semanalmente pelo BC estima a inflação em 5,83% no final do ano.
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