quinta-feira, 6 de junho de 2013

Cabine telefônica vira aquário na Europa

Cabine telefônica vira aquário na Europa


  (Foto: reprodução)
Cada vez menos usados em todo o planeta graças à popularização dos telefones celulares, orelhões e cabines telefônicas têm sido alvo de artistas onde quer que seja. Para o lighting designer Benoit Deseille e o artista Benedetto Bufalino, transformar uma cabine em um aquário foi a maneira encontrada para despertar a atenção sobre esse artigo de mobiliário urbano que tão bem caracterizou as cidades do mundo no século passado.
A instalação já foi montada tanto no Festival de Luzes de Lyon, na França, quanto noFestival de Luzes de Ghent, na Bélgica. "Com o advento do telefone celular, as cabines telefônicas entraram em desuso. Transformamos a caixa de vidro em um aquário cheio de peixes exóticos e coloridos, como uma espécie de fuga, de viagem", explicam os artistas. Na obra, porém, as portas da cabine se mantêm hermeticamente fechadas.
  (Foto: reprodução)

  (Foto: reprodução)

Sala de cinema flutua sobre lago na Tailândia

Sala de cinema flutua sobre lago na Tailândia


cinema_aquatico (Foto: divulgação)
O filme é só um detalhe diante da brisa e do vaivém das ondas que balançam esta inusitada “sala de cinema” na Tailândia. Batizada de Cinema Arquipélago, a instalação flutua sobre as águas turquesas e calmas do lago Nai Pi Lae, na ilha Kudu. A estrutura foi montada no mês passado, por ocasião do festival Film on the Rocks Yao Noi, que tem curadoria da atriz inglesa Tilda Swinton.
Para chegar até a sala, o público precisa pegar um barquinho até ser acomodado em grandes pufes, que estão distribuídos em cinco nichos – o sexto, mais ao fundo, tem poltronas (área vip?). Os módulos da plataforma ficam lado a lado e em desnível para facilitar a visão da tela e evitar que alguém reclame durante o filme. O áudio também não é prejudicado, mesmo a céu, ou melhor, a mar aberto, já que dois paredões de rochas criam uma espécie de câmara acústica natural e não deixam o som se dissipar facilmente.
A construção foi encarada como uma imensa jangada por pescadores locais de lagosta, chamados para erguê-la. Sob orientação do escritório de arquitetura Büro Ole Scheeren, o grupo usou as mesmas técnicas empregadas na montagem de embarcações para fazer os módulos que, unidos, formaram o auditório flutuante. Construídos com material reciclado, os desmontes deram flexibilidade ao projeto – ao fim do festival, a sala seria doada à comunidade, para ser usada tanto como playground quanto para a pesca dos crustáceos. Design para quem gosta de mergulhar de cabeça na sétima arte.
cinema_aquatico (Foto: divulgação)

cinema_aquatico (Foto: divulgação)

cinema_aquatico (Foto: divulgação)

cinema_aquatico (Foto: divulgação)

cinema_aquatico (Foto: divulgação)

cinema_aquatico (Foto: divulgação)

cinema_aquatico (Foto: divulgação)

cinema_aquatico (Foto: divulgação)

cinema_aquatico (Foto: divulgação)

cinema_aquatico (Foto: divulgação)


Já mergulhou em um buraco azul?

Já mergulhou em um buraco azul?



  (Foto: reprodução / www.americapictures.net)
Não é preciso ser astrônomo nem grande conhecedor de física para já ter ouvido falar em buraco negro, aquelas regiões do espaço sideral que atraem – e engolem – qualquer objeto que chegue perto delas. Pois bem, na superfície da Terra, existe um outro tipo de buraco desconhecido para a maioria das pessoas, mas que atrai qualquer tipo de corpo que dele se aproxime, em especial os mergulhadores profissionais: os buracos azuis.
Também conhecidas como cavernas verticais, essas falhas geológicas inexistem no litoral brasileiro, mas estão presentes mundo afora, em diferentes pontos dos oceanos. Por conta de suas qualidades térmicas e condições de segurança, elas atraem grande diversidade de vida marinha e, por consequência, de quem pratica mergulho, amador ou profissional.

  (Foto: reprodução / http://upload.wikimedia.org)
A cor exótica vem da baixa temperatura da água, mas, ao contrário dos buracos negros, os azuis têm profundidade conhecida. O Grande Buraco Azul, em Belize (no Caribe), é o mais famoso deles e se estende por 123 metros no sentido vertical. Tanta fama se deve à forma perfeitamente redonda de sua entrada, com cerca de 305 metros de diâmetro, e às estalactites e estalagmites, algumas delas formadas na era do gelo, que se distribuem por toda a sua extensão.
Já o Buraco Azul de Dahab, no Egito, só caiu nas graças dos mergulhadores há menos de 25 anos. Situado na zona costeira da península do Sinai e com 130 metros de profundidade, ele é considerado o mais perigoso dos locais de mergulho, por conta de seus nichos, que são fáceis de se entrar, mas difíceis de se sair. Outro buraco azul conhecido por seus arriscados túneis é o Dean’s Blue Hole, nas Bahamas, que surge 200 metros para baixo e é um dos principais centros para competições de mergulho.
Existem ainda mais dois buracos azuis muito famosos, no mar Mediterrâneo. O primeiro deles está na ilha de Gozo, em Malta, e reúne enorme variedade de peixes e corais, sendo ideal para mergulho contemplativo. O segundo é a Modra Spilja, na ilha croata de Korcula. A tradução para seu nome é "caverna azul", que vem bem a calhar: sua entrada é tão pequena que mal pode ser vista da superfície.

  (Foto: reprodução / http://1.bp.blogspot.com)

  (Foto: reprodução / http://de.academic.ru)

  (Foto: reprodução / http://img.bnqt.com)

  (Foto: reprodução / http://alonrivkind.co.il)

Segredos e polêmicas de 10 cartões-postais

Segredos e polêmicas de 10 cartões-postais


Eles são ícones absolutos das cidades onde estão e aparecem em bilhões de fotografias feitas por turistas de qualquer pedaço do globo. De tão conhecidos, parece até que os museus, arranha-céus, pontes e estátuas sempre estiveram lá, como parte da paisagem urbana. Mas, antes de virarem marcos, eles foram alvo de polêmicas, protestos judiciais e debates sem fim em seus países. A lista abaixo retira a poeira de fotos de arquivo para revelar segredos, curiosidades e dificuldades das obras de dez dos monumentos mais famosos do planeta. Confira!
  (Foto: reprodução / http://searchparineeti.blogspot.com.br/2012/06/taj-mahal-construction-time.html)
Taj Mahal, Agra – Índia (1630-1652)Depois de o Taj Mahal quase vir abaixo durante a rebelião hindu, em 1857, o governo indiano passou a cuidar melhor do mausoléu feito do amor de Shah-Jahan (e da força de mais 20 mil homens) pela princesa Mumtaz Mahal. O domo foi protegido por um andaime gigante durante os ataques aéreos da 2ª Guerra Mundial, na década de 1940, e o conflito entre Índia e Paquistão, que se estendeu entre os anos 1960 e 1970.
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  (Foto: Brady-Handy Collection)
Capitólio, Washington – Estados Unidos (1793-1868)
A primeira sessão do Congresso norte-americano ocorreu em novembro de 1800, com o Capitólio ainda em obras. Isso porque o projeto encomendado pelo presidente George Washington foi concluído apenas na gestão de Andrew Johnson, o 17º líder do país. Durante esses 75 anos, o desenho original de William Thornton passou por várias modificações (e mãos de outros sete arquitetos), como mostra a foto acima, de 1863, quando o domo foi refeito na fase final de expansão do prédio.
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  (Foto: Albert Fernique / New York Public Library Collection)
Estátua da Liberdade, Nova York – Estados Unidos (1876-1884)O francês Auguste Bartholdi terminou a Estátua da Liberdade em 1884, mas ela só foi inaugurada dois anos mais tarde. É que o monumento que celebra o centenário da independência norte-americana foi construído no quintal do artista, lá na França. Depois de pronta, ela teve de ser desmontada em 350 peças e encaixotada em 214 caixotes para ser despachada de navio até Nova York. 
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  (Foto: Wikimedia commons)
Ponte do Brooklyn, Nova York – Estados Unidos (1870-1883)
A ponte suspensa que une os dois distritos mais badalados de Nova York, Brooklyn e Manhattan, foi construída sobre o rio de cima para baixo, com câmaras pneumáticas. O projeto inovador levou 13 anos para ser concluído, usou quase 10 mil km de cabos de aço, custou mais de US$ 15 milhões e matou cerca de 20 pessoas, inclusive seu projetista, o alemão John Roebling.
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  (Foto: reprodução / http://beineckeroom26.library.yale.edu/2009/12/10/going-up/)
Torre Eiffel, Paris – França (1887-1889)A torre do engenheiro Gustave Eiffel era para ser apenas a porta de entrada da grande feira internacional de 1889, que reunia as novidades científicas e culturais da época – ou seja, foi pensada como uma atração temporária. Mas, quando a estrutura de ferro fundido de 10 mil toneladas e 300 m de altura ficou pronta, ganhou o posto de maior construção do mundo por 41 anos – e o coração dos franceses para todo o sempre.
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  (Foto: reprodução / http://www.retronaut.co/2012/07/construction-of-the-empire-state-1929-1931/)
Empire State, Nova York – Estados Unidos (1930-1931)
Cerca de 3 mil operários fizeram o Empire State subir quatro andares e meio a cada semana durante a obra. O arranha-céu foi erguido em tempo recorde para ganhar a corrida da construção mais alta do mundo, título até então em posse da Torre Eiffel. O tijolo sobre tijolo em um desenho rápido deu certo, e ele se manteve no topo por mais 4 décadas.
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  (Foto: Hulton Archive)
Ponte Golden Gate, Califórnia – Estados Unidos (1933-1937)Por quase uma década, 2 mil ações tentaram impedir a construção da ponte Golden Gate, na entrada da baía de San Francisco: os moradores temiam perder a bela vista, e os militares, uma saída estratégica em tempos de guerra. Até mesmo a escolha da cor foi tumultuada. A marinha exigia listras amarelas e pretas para que os barcos pudessem avistá-la de longe, mas ,enquanto os construtores decidiam como pintá-la, foi feito um teste nas vigas com o laranja internacional. As autoridades do Estado gostaram do tom vibrante e ficaram com ele.
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  (Foto: Western Pennsylvania Conservancy )
Casa Fallingwater, Pensilvânia – Estados Unidos (1936-1939) A família Kauffman ficou um tanto desapontada quando descobriu que seria difícil ver a cachoeira da sacada da sua nova casa, projetada por Frank Lloyd Wright. Foi quando o arquiteto surpreendeu os moradores e mostrou que o imóvel foi erguido sobre a cachoeira não para vê-la, mas para senti-la: o som da queda-d’água preenche os interiores da mansão, hoje transformada em um museu.
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  (Foto: flickr / http://www.flickr.com/photos/70179951@N03/7489409666/ )
Pirâmide do museu do Louvre, Paris – França (1984-1989)Antes de se tornar um símbolo tão forte como é a Monalisa para 8,5 milhões de turistas que passam pelo Louvre todo ano, as cinco pirâmides da entrada foram alvo de grandes debates na França. Não bastasse o projeto ter sido criticado por ter formas futuristas demais para o contexto clássico do museu, o best-seller de Dan Brown, O Código Da Vinci, ressuscitou o mito da década de 1980 de que a estrutura principal tem exatas 666 placas de vidro. No aniversário de 20 anos, o arquiteto I. M. Pei desmentiu novamente a polêmica e disse ter usado 673 placas, sendo 603 losangos e 70 triângulos.
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  (Foto: divulgação)
Museu Guggenheim de Bilbao – Espanha (1993-1997)
Um dos marcos da revitalização da cidade basca, o projeto de Frank Gehry transformou um porto abandonado em um forte polo cultural e turístico da Espanha. Tão importante como a mistura inusitada de titânio, vidro e calcário, foi a dupla homenagem que o arquiteto norte-americano prestou com o edifício de 46 m de altura. A forma lembra o desenho moderno de Frank Lloyd Wright, autor do Guggenheim de Nova York, ao mesmo tempo que é, também, um navio, em referência à antiga produção de barcos pela qual Bilbau foi um dia conhecida.

Viagem ao topo da Europa (e ao céu)

Viagem ao topo da Europa (e ao céu)




x (Foto: http://coachingforpizza.blogspot.in/2011/11/where-in-world-is-matt-lauer.html)
Que os Alpes suíços proporcionam visões de tirar o fôlego de onde quer que se olhe para eles é ponto pacífico. Mas sempre dá para encontrar um ponto de vista privilegiado – de preferência, no topo. E, quanto mais perto do céu, mais fácil fica olhar para ele também.
É o que acontece em Jungfraujoch, considerado oficialmente o ponto mais alto da Europa, a 3.571 m de altitude. O cume do Velho Continente abriga sua estação de trem mais alta – cuja construção completa 100 anos em 2012 –, um centro de pesquisas e um belvedere espacial – o Observatório Sphinx, esse, sim, no ponto mais elevado de todos.

Mas, apesar da paisagem insólita, a plataforma esbanja infraestrutura. O edifício conta também com quatro laboratórios, pavilhão para pesquisa de raios cósmicos, estação de observação meteorológica com telescópio, dois terraços para experimentos científicos e um astronômico, oficina mecânica e biblioteca, além de alojamento para os pesquisadores. E, claro, não poderiam faltar restaurantes, lojas, museu e até correio. Afinal, quem não gostaria de mandar um cartão-postal do topo da Europa?
Acessível durante o ano todo pela ferrovia de Interlaken – cidade localizada nos Alpes –, o lugar atrai milhares de turistas que desfrutam de um terraço com vista de 360 graus para o abismo, incluindo o glacial Aletsah. Ele se equilibra sobre um penhasco íngreme, numa montanha que foi modificada para receber um elevador que leva os visitantes até o observatório. Ao sair, é preciso atravessar um túnel que leva para fora do monte e caminhar por cerca de 50 minutos pela geleira.
  (Foto: reprodução)

  (Foto: reprodução)

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  (Foto: reprodução)

    Conheça o 'Grand Canyon' da Europa

    Conheça o 'Grand Canyon' da Europa

    Verdon Gorge fica no sudeste da França



      (Foto: Divulgação)
    Quem pensa que a Europa é feita só de cidades históricas, e que só no Brasil a paisagem é linda em todo o seu esplendor, engana-se. A natureza europeia pode ser tão estonteante como a nossa. Prova disso é o Verdon Gorge, um dos maiores cânions da Europa, localizado no sudeste da França, numa região chamada Alpes-de-Haute-Provence. No vale desta formação, há um lindo rio de águas claras também chamado Verdon – nome que remete à cor verde, devido à tonalidade verde-turquesa.
    Com 25 km de extensão e 700 m de profundidade, o cânion é bastante largo, chegando a ter entre 6 e 100 m de largura na parte inferior e de 200 a 1.500 m na sua borda. O desfiladeiro foi formado pelo rio. Já entre as cidades de Castellane e Moustiers-Sainte-Marie, o rio chegou a cortar um barranco de 700 m de profundidade através da massa de calcário, o que tornou essa a parte mais deslumbrante do cânion.
      (Foto: Divulgação)
    O rio segue seu caminho através da cidade de Castellane em direção à aldeia de Rougons. A estrada acompanha o cânion ao longo das margens. Em Rougons, o rio mergulha e penetra as estreitas paredes de pedra, saindo na extremidade ocidental para desaguar no lago artificial de Sainte-Croix-du-Verdon. As altas paredes de calcário atraem escaladores que procuram as mais de 1.500 rotas diferentes de trekking ao redor do desfiladeiro.
    Apesar de ter permanecido inexplorado até o início do século 20, o destino atrai aventureiros e mochileiros que adoram desbravar lugares paradisíacos. Mas, devido à proximidade com a Riviera Francesa, o cânion também é popular entre turistas que, além de apreciar a vista, também alugam caiaques, pescam, andam de parapente, praticam rafting e fazem uma bela caminhada, respirando ar puro.
      (Foto: Divulgação)

      (Foto: Divulgação)

      (Foto: Divulgação)

      (Foto: Divulgação)

      (Foto: Divulgação)

      (Foto: Divulgação)

      (Foto: Divulgação)

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    Cobras fazem massagem em clientes de spa

    Cobras fazem massagem em clientes de spa



      (Foto: reprodução)
    Medo, repulsa, desespero – estes e outros sentimentos vêm à mente das pessoas quando o assunto é cobra. Imagine, então, como se sente alguém que passa pela experiência de ter diversas serpentes circulando pelo seu corpo nu. Tanta aflição, porém, não parece ser problema para os clientes de um spa na região de Haifa, no norte de Israel.
    Afinal, as cobras são o principal atrativo do Carnivorous Plant Farm and Spa. Com o acompanhamento de especialistas, espécies não venenosas participam das massagens oferecidas ali. A ideia é simples: seis espécies trazidas de Califórnia e Flórida circulam por – e comprimem – braços, pernas e pescoço (entre outras partes) dos clientes. O rosto também faz parte do circuito feito pelos répteis. Ao contrário do que pode se imaginar, porém, a experiência oferece uma sensação única de relaxamento, segundo quem passou por ela.
    O spa é administrado por Ada Barak, famosa em Israel por conta de sua coleção de plantas carnívoras. Ele fica, aliás, em uma fazenda dedicada à criação dos raros vegetais que, até cinco anos atrás, eram a principal atração turística da região. Desde a abertura do centro de tratamento réptil, porém, as cobras roubaram a atenção.
    Será que a ideia pegaria no Brasil?
      (Foto: reprodução)

      (Foto: reprodução)

      (Foto: reprodução)
    Via Zimbio