segunda-feira, 20 de maio de 2013

A Biosfera e os Biociclos


A Biosfera e os Biociclos


A Biosfera é a soma de todas as regiões da terra onde existe vida.

Considerando-se a grande diversidade dos ecossistemas que integram a biosfera, ela pode ser dividida em três grandes biociclos:

-> epinociclo ou biociclo terrestre;
-> talassociclo ou biociclo das águas salgadas (marinho);
-> limnociclo ou biociclo das águas doces ou continentais (dulcícola).



Epinociclo
É a divisão da biosfera representada pelo conjunto de todos os ecossistemas de terra firme.

Compreende a província subterrânea e a província superficial.





Talassociclo
Compreende todos os ecossistemas marinhos.

O fundo dos mares divide-se em sistema litorâneo e sistema abissal.
-> O sistema litorâneo  compreende o fundo dos mares, desde as praias até a profundidade de 200 metros. Corresponde à plataforma continental. Nessa faixa encontram-se numerosos peixes, moluscos, crustáceos, anelídeos, espongiários e celenterados. 

-> O sistema abissal abrange o fundo dos mares a partir da profundidade de 200 metros.


A massa de água divide-se em zona nerítica, zona pelágica, zona batial e zona abissal.
-> zona nerítica (neron = água) se superpõe ao sistema litorâneo até a profundidade de 200 metros, apoiando-se na plataforma continental.

-> zona pelágica (pelagus = mar alto) se superpõe ao sistema abissal e vai até a profundidade de 200 metros.

-> zona batial (bathys = profundo) se situa numa faixa entre 200 e 2 000 metros sobre o sistema abissal. Nela se encontram seres extremamente adaptados às grandes pressões, à escuridão e ao frio intenso.

-> zona abissal (abyssus = abismos) fica abaixo dos 2 000 metros. Zona de máxima pressão e ausência total de luz. Seus habitantes apresentam corpo pequeno, com grande pressão interna e bioluminescência.


Quanto à intensidade de luz que penetra nas camadas de água, podemos dividir o talassociclo em três faixas:
-> a zona eufótica (muito iluminada)

-> a zona disfótica (pouco iluminada)

-> a zona afótica (totalmente sem luz)





Limnociclo
Abrange todos os ecossistemas dulcícolas, até mesmo uma poça de água.

Divide-se em:
-> província lótica ou das águas correntes

-> província lêntica ou das águas paradas.



Água Na Lua


Água Na Lua


Existe água gelada em grandes quantidades no pólo sul da Lua, confirma a NASA. Aagência espacial norte-americana analisou os últimos dados da missão que levou o satélite LCROSS a despenhar-se a grande velocidade na grande cratera Cabeus, no dia 9 de Outubro.
Esta depressão localizada no pólo sul da Lua está permanentemente na sombra, numa região onde a temperatura nunca sobe acima dos 170 graus negativos. O violento impacto do LCROSS na Cabeus provocou um jato de vapor de 1,6 km de altura equivalente a mais de cem litros de água.
Antes de deixarem de funcionar, os sensores da nave (espectrometros de infravermelhos e ultravioletas) detectaram vapor de água e gelo. “Não encontramos apenas um pouco de água mas uma quantidade significativa”, afirmou Anthony Colaprete, cientista chefe desta missão.
Em todo o caso, Colaprete ressalvou que  “a concentração e distribuição da água nosolo lunar requer mais análises e a plena compreensão dos dados da LCROSS vai levar algum tempo”.
A nave Lunar Reconnaissance Orbiter, que acompanhou esta missão, vai aliás continuar em órbita à volta da Lua a fotografar e enviar dados sobre o impacto na cratera Cabeus.
A primeira evidência de água gelada na Lua veio da missão norte-americana da naveClementine, em 1994, que calculou que a área do nosso único satélite natural sempre à sombra no pólo sul devia atingir os 14 mil km2.
Com os novos dados da nave Lunar Prospector, lançada em 1998, os cientistas daNASA estimaram que a quantidade de gelo no solo lunar se poderia situar entre um e três quilometros cúbicos, com uma concentração de 900 gramas por tonelada de solo.
Missões posteriores dos EUA, Europa, Japão e China analisaram também a presença de água na Lua. Mas foram os dados da nave indiana Chandrayaan-1 e da sua Moon Impact Probe, lançada sobre a cratera Shackleton no pólo sul da Lua em 14 de Novembro de 2008, que trouxeram mais novidades.
Com efeito, esses dados foram analisados pela NASA, que confirmou a 25 de Setembro de 2009 a existência de água em vastas áreas da superfície da Lua, embora em concentrações reduzidas.
A confirmação da presença de água na Lua em quantidades apreciáveis é fundamental para tornar viável, no futuro, a existência de uma ou mais bases permanentes no único satélite natural da Terra. A água poderia ser usada para consumo humano e para o fabrico de combustível.

domingo, 19 de maio de 2013

Aranha sem olhos da Ásia: Sinopoda scurion


Aranha sem olhos da Ásia: Sinopoda scurion

Segundo pesquisa, cientistas descobrem aranha sem olhos em uma caverna na Ásia, e foi batizada de Sinopoda scurion.
A Sinopoda scurion não tem pigmento e é cega, foi encontrada em uma caverna do Laos, na Ásia
Segundo Peter Jäger, chefe do setor de aracnologia do Instituto de Pesquisa Senckenberg (Frankfurt / Alemanha), a aranha é a única no reino animal que é um “caçador” cego e todas as suas características foram descritas em estudo na publicação científica “Zootaxa”.
A falta de olhos é uma adaptação da aranha ao escuro total da caverna, assim como a ausência de pigmento, segundo a pesquisa. O nome scurion foi dado em homenagem a uma empresa suíça que produz lanternas, usadas para encontrar a espécie dentro da caverna, afirma Peter Jäger.
A nova espécie de aranha mede seis centímetros, com as pernas abertas. Animais como peixes, escorpiões e caranguejos encontrados em cavernas no Laos também apresentam adaptação similar e são cegos, segundo Jäger.
Fonte: G1 e Instituto de Pesquisa Senckenberg

Sua pele pode ouvir sons


Sua pele pode ouvir sons

Houve uma série de experimentos e constatou que: a pele pode ouvir.
Estudos mostram que nosso cérebro interagem com as informações de diversas formas e assim criando um cenário em nossa mente.
Segundo os estudos em que Bryan Gick, da Universidade de British Columbia, no Canadá e outros cientistas afirmam que pesquisas anteriores e mostram que nossa pele além de absorver as informações de diversas formas inconscientemente explicam que estas proezas sensitivas como o resultado da experiência, já que vemos e escutamos as pessoas o tempo todo, então é natural que nosso corpo integre essas experiências.
Outra explicação seria que estas são habilidades inatas: assim, Gick e Donal Derrick, da mesma Universidade, estudaram dois sentidos que não são geralmente ligados – o auditivo e o tátil, para perceber as rotas tomadas pela percepção humana.
  • Mas como a pele escuta?
A equipe de cientista se concentrou em sons aspirados, como “pa” e “ta” e sons “da” e “ba”, que não são aspirados.
Foram três grupos de 22 participante, que vendados escutaram a gravações de uma voz masculina dizendo cada uma dessas quatro sílabas e tinham que pressionar um botão para indicar qual dos sons elas escutavam.
Um grupo escutando as sílabas enquanto uma onda de ar batia na mão, o outro, no pescoço, e um grupo de controle escutava os sons normalmente.
Cerca de 10% das vezes em que o ar batia na pele, os participantes erravam as sílabas não aspiradas com as aspiradas. O grupo de controle não mostrou este tipo de erro. Um outro experimento, em que os participantes recebiam uma leve palmada na pele, não mostrou nenhum resultado de confusão entre as sílabas.
Fonte: Live Science

Quanto frio podemos suportar? E calor?


Quanto frio podemos suportar? E calor?







Uma aventura no deserto ou uma expedição no polo sul pode levar o corpo ao extremo. Tanto frio quanto calor são capazes de matar. O anesteseologista Alexandre Slullitel afirma que cada organismo tem um comportamento individual muito diferente, por isso, é difícil precisar a temperatura máxima ou mínima que podemos suportar.
O que pode ser determinante, mais do que a temperatura em si, é o tempo de exposição. “Tudo depende da intensidade, da variação de temperatura e do tempo em que o organismo é exposto”, alerta o especialista. Os principais sintomas de quem está sofrendo hipertermia (excesso de temperatura corporal) são suor, desidratação, boca seca, pele flácida e a consequente parada do funcionamento dos órgãos. Já na situação contrária, na hipotermia, as primeiras reações do corpo são tremor e contração muscular.
No livro A Vida no Limite – A Ciência da Sobrevivência, a fisiologista inglesa Frances M. Aschcroft afirma que, em um ar parado de -29º C, há pouco perigo para uma pessoa adequadamente vestida. Se o vento for de meros 16 km/h, porém, a sensação térmica cai para o equivalente a -44º C e a pele congela em menos de um ou dois minutos. Já no calor, se a temperatura basal – temperatura dos tecidos do corpo e do abdômen – passar dos 42º C ocorrerá morte por insolação. No livro, há o registro de um homem que suportou 15 minutos a uma temperatura de 105º C!

Bebê prematuros podem ter menor capacidade mental


Bebê prematuros podem ter menor capacidade mental

Na Finlândia, Universidade de Helsinki, foi realizada um pesquisa sobre os nascidos vivos prematuros.
O resultado foi o seguinte:
  • Nascidos vivos prematuramente não causa nenhum dano sério de deficiência metal, mas tende a diminuir a capacidade conforme os anos se passam.
Foram 208 jovens adultos finlandeses que realizaram os testes, sendo que sua metade haviam nascido com no máximo 1,5 kg, recuperaram e sobreviveram, e concluíram que estes teriam menores índices de atenção, memória, QI baixo e afins.
Nos Estados Unidos e na Europa, está em teste um novo tipo de educação suplementar para pessoas que apresentam dificuldades cognitivas, chamado de “educação remedial”, é concebido para ser aplicado depois do Ensino Médio, e era a mesma faixa etária dos participantes da pesquisa da Finlândia.
A equipe que conduziu o teste recomenda, além disso, que os pais de bebês nascidos com baixo peso procurem especialistas, que possam ajudar a estimular o cérebro dos filhos, ainda na primeira infância.

Fonte: Reuters

Metformina pode desacerelar o envelhecimento


Metformina pode desacerelar o envelhecimento

A Metformina é usada no tratamento de diabetes do tipo 2, mas segundo estudos a metformina pode desacelerar o envelhecimento e inibe o crescimento de alguns tipo de tumor.
O pesquisador Gerardo Ferbeyre, da Universidade de Montreal no Canadá, explica que “[...] as células normalmente secretam essas citocinas como resposta a infecções, mas a produção crônica dessas mesmas citocinas pode também causar o envelhecimento celular”.
Durante o estudo, o pesquisador e sua equipe perceberam que a metformina é capaz de diminuir o problema em nível celular.
Os resultados do estudo foram publicados no Aging Cell.
Fonte: Aging Cell