domingo, 4 de março de 2018

Como fugir das compras por impulso?

Como fugir das compras por impulso?

Não resiste a uma liquidação? Então veja todas as dicas para você conseguir fugir das compras por impulso. Confira!
Atire a primeira pedra quem nunca viu uma peça em liquidação e, mesmo sem precisar, acabou levando para casa. Pois saiba que você, que disse que já caiu nessa tentação, não está sozinho. Estamos cercados de motivações externas e internas para comprar, que despertam no ser humano a vontade de ter cada vez mais. E quando o incentivo aumenta, como em época de promoções, fica mais difícil lidar com essa situação. Surge aí aquela sensação de que, se não comprar imediatamente, irá perder aquele produto de vista para sempre.
Apesar de sabermos que não é bem assim, ainda tem muita gente que compra por impulso. O problema é que essa falta de controle pode acabar prejudicando o orçamento. Mesmo que alguns ainda consigam escapar das dívidas, comprometem quantias que poderiam ser aplicadas em outras áreas mais importantes, como em uma reserva para emergências. De item em item “baratinho”, o valor total da conta pesa no bolso. Mas, então, como fugir das compras por impulso? O Jeitto tem algumas dicas para ajudar você lidar com essa tentação e manter as finanças em dia. Confira!

Tenha paciência

Um dos segredos para fugir de compras desnecessárias por impulso é esperar. Você foi ao shopping justamente na semana que todas as lojas estavam em promoção e gostou de algumas peças? Então não as leve para casa imediatamente, mesmo que estejam baratas. O intervalo de um dia, pelo menos, provavelmente fará com que você perceba que não precisava tanto assim daquele produto que até algumas horas antes parecia indispensável na sua vida. No dia seguinte também aparece aquela “preguiça” de voltar até a loja, o que contribui para a vontade acabar passando.

Pense bem

Muitas vezes, os itens que estão mais baratos nas promoções são aqueles que não vão fazer tanto sentido para você daqui um tempo, pois pertencem a coleções que estarão na moda agora, mas que logo ninguém mais estará usando. Antes de cair de cabeça naquela liquidação do final da estação, pense bem: será que essa peça que provavelmente nem irei usar mais este ano ainda será bacana até que surja uma nova oportunidade para usá-la? Se mesmo assim quiser levar, prefira cores neutras e peças atemporais. E não deixe de analisar bem a qualidade do produto, pois ele precisa ter uma boa durabilidade. Uma boa compra é aquela que você usará muito!

Pague à vista

Para ter mais noção dos seus gastos, o ideal é que as compras sejam feitas sempre em dinheiro. Visualizar uma determinada quantia indo embora aumentará as chances de você refletir mais sobre seu orçamento e comprar apenas o que você realmente precisa.

Identifique o que te faz sair dos trilhos

Maquiagem, perfume, sapatos, camisas de futebol, tênis, eletroeletrônicos… o que faz com que você acabe caindo na tentação de comprar mesmo quando não está precisando? Saber disso é essencial para ajudar a abandonar o hábito de sair levando várias coisas que não precisa – até quando o orçamento não permite. Uma boa notícia é que você não terá que abandonar de vez os seus gostos pessoais. O que manda aqui é o bom senso! Está desejando aquela máscara de cílios ou chuteira que acabou de ser lançada? Então guarde um pequeno valor mensal dentro das suas possibilidades para comprar o que tanto deseja quando puder.

Quando os sentimentos também influenciam

Perceba se o seu emocional está te conduzindo para o hábito de comprar compulsivamente. Às vezes, quando se está triste, com ciúmes ou ansiedade, podemos tender a querer algo que satisfaça e alivie essas sensações desagradáveis. Tenha em mente sempre que isso acontecer que o desejo de comprar não está ligado ao objeto em si, mas ao problema que está passando, uma coisa que aquela roupa ou sapato não poderá resolver, e ainda pode causar mais dor de cabeça no futuro, já que você mesmo que terá que arcar com a despesa. Sabendo disso, em situações em que está com vontade de comprar influenciado apenas pelo emocional, busque deixar o cartão e o talão de cheque em casa por precaução. Caso surja alguma necessidade, volte em casa, reflita se é mesmo essencial e só então volte para comprar. Não parece mais tão necessário assim ou ainda está em dúvida? Então deixe para outra hora.

Busque ajuda de quem está por perto

Ainda não consegue lidar bem com o consumo e sempre acaba levando para casa algo que não deveria ou precisava? Então, antes de encarar a próxima ida ao shopping, convide um amigo ou familiar que seja controlado para te acompanhar. Lembre-se: nada proíbe que você compre o que quer, mas isso é uma questão de necessidade e prioridade, por isso uma companhia que ajude a dar uma opinião e analisar suas escolhas com outro olhar pode ser importante na sua decisão.

A ciência explica

Fazer compras deixa você mais contente e animado? Pois saiba que essa sensação prazerosa não é apenas mera impressão. Isso ocorre porque o corpo humano libera endorfina, um hormônio que proporciona sensação de felicidade e bem-estar, um verdadeiro analgésico natural. Mas fique atento: toda essa euforia pode passar quando as contas chegam! Se você quer experimentar essa sensação sem prejudicar o orçamento, inclua no seu dia a dia exercícios físicos, cante, trabalhe em equipe, dance, coma alimentos picantes ou chocolate amargo, sorria espontaneamente, faça atividades que dão frio na barriga, tenha contato com a natureza, receba uma massagem, dê carinho. Essas e muitas outras coisas no seu dia a dia ajudam a liberar endorfina e não custam nada!
Fugir de compras desnecessárias não é uma tarefa simples, mas possível para quem tem disciplina. Conforme você se acostuma a analisar com mais calma a sua relação com o consumo, começa a perceber que é mais fácil gerenciar os gastos e driblar as tentações, ficando longe de dívidas e do temido nome sujo. Coloque esta e outras dicas do Jeitto em prática e transforme a sua saúde financeira! Quer saber mais? 

Saúde – As maravilhas do abacate – Boas notícias!

abacates             creme abacate
Trago hoje boas notícias para quem faz uso do abacate, fruta que é originária da América Central, é rica em fibras e que pode ser encontrada pelo Brasil afora. 
Segundo a medicina popular, o abacate ajuda no combate à prisão de ventre, flatulências, reumatismo, gota, infecções dos rins e do fígado. Também traz benefícios para a pele. Após diversas pesquisas, há informações de que essa fruta ajuda na redução do colesterol, no controle da tensão pré-menstrual, na redução do peso e, ainda, é boa para o sono, conforme matéria publicada em http://revistavivasaude.uol.com.br/nutricao/maravilhas-do-abacate/39/.
Por último, transcrevo texto que recebi hoje de uma amiga, “Saúde – As Maravilhas do Abacate”, de autoria do biólogo e jornalista Ricardo Schinaider de Aguiarcom novas e animadoras informações:
“Estudo comprova que acrescentar meio abacate às refeições traz uma série de benefícios à saúde.
Se você gosta de abacate, essa é uma ótima notícia! Se você não gosta, talvez passe a gostar. Segundo uma nova pesquisa, a fruta pode ajudar a regular os níveis de glicose no sangue – uma descoberta de grande interesse para pacientes de diabetes.
O abacate é bastante calórico e contém uma quantidade grande de gorduras. A cada 100 gramas, a fruta tem, aproximadamente, 160 calorias e 15 gramas de gorduras. Mas não se assuste – as gorduras do abacate são aquelas consideradas “boas”, que reduzem os níveis de colesterol no sangue e diminuem os riscos de doenças cardíacas. E quanto às calorias, elas podem ser, na verdade, uma vantagem para os diabéticos.
A pesquisa, realizada na Universidade da Califórnia, foi bastante simples: eles controlaram a glicemia de dois diferentes grupos de voluntários – um deles comeu um almoço normal, enquanto o outro comeu o mesmo almoço e mais meio abacate. O resultado pode ser considerado inesperado: as pessoas que comeram o almoço mais o abacate, e que portanto consumiram mais calorias e carboidratos, não apresentaram aumento nos níveis de glicose no sangue quando comparadas com as pessoas que comeram apenas o almoço. “Isso nos leva a crer que o papel do abacate no controle da glicemia merece mais investigações”, diz Joan Sabaté, autor principal do estudo.
Além disso, por conter grandes quantidades de fibras, o abacate gerou uma sensação de saciedade. Os participantes da pesquisa que comeram a fruta se sentiram mais satisfeitos – três horas após a refeição, seu desejo de comer era 40% menor quando comparados com os participantes do grupo do almoço normal. Mesmo depois de cinco horas, o apetite do grupo do abacate ainda era 28% menor. Isso significa que, ao comer meio abacate junto ou após o almoço, as chances de você ficar tentado por petiscos e guloseimas durante a tarde são menores.
Mais pesquisas são necessárias para compreender o papel exato do abacate em nosso organismo, mas estudos anteriores já haviam associado o consumo da fruta a um melhor controle do peso e um menor Índice de Massa Corporal (IMC).
AS MIL E UMA VANTAGENS DO ABACATE
Açúcar – O abacate é uma das frutas com menor quantidade de açúcar – ele tem apenas 0,7 gramas de açúcar a cada 100 gramas de fruta;
Potássio – Abacates é uma boa fonte de potássio – cada 100 gramas de fruta contém 485 mg de potássio (mais do que a banana, por exemplo);
Fibras – Um abacate médio contém aproximadamente 11 gramas de fibras, quase metade da recomendação de consumo diário;
Guacamole – O abacate é o ingrediente principal do guacamole, molho típico do México – país de origem dos abacateiros.
O abacate também é consumido com saladas e pode ser uma boa opção de sobremesa.
POR RICARDO SCHINAIDER DE AGUIAR – Biólogo”. 

Quatro maneiras como a solidão pode afetar sua saúde física


ilustração da solidão
Image captionA solidão está relacionada tanto à saúde mental quanto física
Todos nos sentimos sós em algum momento das nossas vidas. Para muitos, é um sentimento passageiro e eventual, mas para alguns essa solidão se torna crônica.
Vários estudos têm vinculado essa solidão crônica e o isolamento social a uma maior incidência de doenças e a um risco maior de morte prematura. Os cientistas, no entanto, desconhecem qual o mecanismo exato por trás desta relação, que não é necessariamente de causa e efeito.
É a solidão que gera as doenças ou são as doenças que nos tornam mais isolados?
De qualquer forma, as pesquisas deixam claro que a solidão e o isolamento social estão ligados a doenças mentais e físicas.
Conheça cinco aspectos da nossa saúde física que a solidão pode prejudicar, de acordo com estudos científicos:

1. Maiores riscos de doenças cardiovasculares

A solidão está associada a um aumento de quase um terço do risco de sofrer doenças cardiovasculares, como problemas de coração e derrames cerebrais. Nicole Valtorta, da Universidade Newcastle, no Reino Unido, estudou o fenômeno e disse à BBC que três mecanismos podem explicar essa correlação.
Um deles é psicológico: as pessoas que se sentem só com mais frequência têm mais chance de desenvolver depressão, ansiedade e se sentir mais infelizes.
O outro é biológico: quem se sente só com frequência e apresenta os sintomas psicológicos acima acaba dormindo pior.
O terceiro mecanismo é comportamental: as pessoas que se sentem isoladas podem acabar adotando comportamentos prejudiciais à saúde, como fumar e comer demais ou se exercitar menos.
Esses três fatores, que muitas vezes aparecem combinados, podem aumentar a chance de a pessoa desenvolver doenças cardiovasculares.
mulher triste rodeada de pessoas
Image captionO sentimento de solidão surge quando suas relações sociais não ocorrem como imaginado

2. Menor habilidade para combater doenças comuns

Um estudo das universidades da Califórnia e de Chicago, publicado em 2015 na revista especializada PNAS, investigou o efeito celular da solidão em humanos e macacos, e concluiu que o sentimento de isolamento pode reduzir a eficiência do sistema imunológico.
Os pesquisadores perceberam que pessoas identificadas como socialmente isoladas tinham um aumento de 12% na atividade dos genes chamados CTRA, que estão associados à resposta imunológica.
Ilustração de Rabia Ali.
Image captionO estado de alerta, desencadeado pelo sistema simpático, incrementa a inflamação do corpo e reduz nossa capacidade de combater infecções
Eles identificaram que essa hiperatividade se manifestava em níveis maiores de glóbulos brancos, que participam da resposta inflamatória, e em níveis menores de produção de proteínas imunológicas antivirais.
A hipótese por trás desse fenômeno é que os humanos evoluíram para viver em grupo. Quando são isolados durante um período prolongado, podem se sentir inconscientemente ameaçados, e permanecer em um estado constante de alerta. Esse estado de atenção aumenta a inflamação do corpo e reduz a nossa capacidade de combater infecções.

3. Pressão sanguínea mais elevada

Outro estudo da Universidade de Chicago concluiu que as pessoas que sofrem de solidão têm maior probabilidade de ter pressão sanguínea mais alta no futuro.
A hipertensão está associada a um maior risco de derrame, ataque do coração, problemas de rim e demência. O estudo foi publicado em 2010 na revista Psychology and Aging.

4. Risco maior de morte prematura

MArgarida perdendo pétulas. Ilustração da solidão, por Rabia Ali.
Image caption'Os adultos de meia-idade têm risco maior de mortalidade quando sofrem de solidão crônica ou vivem sozinhos que adultos idosos com as mesas características', diz estudo
O isolamento social e a solidão estão associados a um aumento de 30% no risco de morte prematura, segundo um estudo da Universidade Brigham Young, dos Estados Unidos, publicado em 2015 na revista da Association for Psychological Science.
A investigação analisou 70 estudos diferentes com a participação de 3,4 milhões de pessoas. Eles concluíram que, ao contrário do que poderia parecer, "os adultos de meia-idade têm um risco maior de mortalidade quando sofrem de solidão crônica ou vivem sozinhos do que adultos idosos com as mesmas características".
Os autores acreditam que os estudos acerca dos efeitos da solidão sobre a saúde estão na mesma fase de investigação de pesquisas sobre o impacto da obesidade há décadas atrás. Portanto, é uma área nova de pesquisa. E a expectativa é de que o sentimento de isolamento entre a população aumente no futuro.

Mulheres e crianças fogem de intensos bombardeios em Ghouta, na Síria

Uma criança Síria na região de Ghouta com manchas de sangue sa batalha, em 3 de março de 2018Direito de imagemAFP
Image captionA região é intensamente povoada, e grande parte dos civis fugindo são crianças
Moradores estão fugindo da região de Ghouta, na Síria, onde a situação tem sido descrita como "extremamente crítica".
A batalha na região se intensificou porque o exército do governo Sírio parece estar aumentando a pressão para retormar o território – que é perto da capital, Damasco, e está dominado pela oposição.
Forças do governo tomaram 10% da região, segundo monitores o Observatório Sírio para os Direitos Humanos.
Um comboio humanitário da ONU que estava programado para ir à região no domingo não conseguiu entrar no território. Segundo a organização, 40 caminhões carregando suplementos foram impedidos de entrar na cidade de Douma por funcionários do governo Sírio.
A batalha no local deixou mais de 600 pessoas mortas – muitas delas crianças – desde de 18 de fevereiro.

Quão ruim é a situação?

Nem a trégua diária de cinco horas anunciada pela Rússia – principal aliado do governo sírio – nem a negociação de um cessar-fogo feita pelo Conselho de Segurança da ONU ajudaram e aliviar a tensão no local.
A oposição acusa forças leais ao governo de usarem uma arma química – gás cloro – e bombardeios aéreos contra a população civil de Ghouta.
A ONU diz que "a punição coletiva de civis é simplesmente inaceitável";
Guerra em Ghouta, em 3 de Março de 2018Direito de imagemAFP
Image captionMas de 600 pessoas foram mortas nas últimas semana na região leste de Ghouta
"Em vez de uma pausa necessária, continuamos vendo mais batalhas, mais mortes, e mais relatos perturbadores de fome e de hospitais sendo bombardeados", diz Panos Moumtzis, coordenador da ajuda humanitária da ONU na região.
Cerca de 393 mil pessoas estão presas na região, sob cerco.

Para onde as pessoas estão fugindo?

Fontes das forças de oposição e jornalistas cobrindo o conflito dizem que centenas de pessoas estão fugindo dos bombardeios ao sul da cidade de Douma e ao leste da região de Ghouta, que é densamente povoada.
Batalha em Ghouta, na Síria, em 3 de março de 2018Direito de imagemAFP
Image captionA batalha em Ghouta foi intensificada nas últimas semanas
Há relatos de que moradores – em grande parte mulheres e crianças – estão fugindo para a região central do território para procurar abrigo. A violência da batalha tem escalado ao sul de Douma, onde o governo luta contra o Jaish al-Islam, um dos três principais grupos de oposição.
Um civil que conversou com a BBC disse que a situação está "extremamente crítica".

Qual o objetivo do governo Sírio?

Diversos relatos sugerem que as forças do governo estão tentando dividir a região em duas.
A imprensa oficial do governo diz que o exército avançou em várias frentes e tomou o controle de cidades e fazendas ao atacar ao leste do território.
Os militares – que estão sendo acusados de atacar alvos civis – dizem que estão tentando "liberar a região" de grupos que eles acusam de serem "terroristas. Ghouta é uma das últimas áreas dominadas pelas forças rebeldes ao governo.
Segundo estimativas do Centro Sírio de Pesquisas Políticas (SCPR, na sigla em inglês), 470 mil pessoas já morreram desde o início da guerra civil síria, em 2011.
Outras 5 milhões já deixaram o país, calcula o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur).