domingo, 10 de novembro de 2013

Onda reformista,

Onda reformista, por Merval Pereira

Merval Pereira, O Globo
A reforma do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) está nas mãos do Congresso Nacional, mais especificamente, nas dos senadores, depois que várias propostas do governo federal fracassaram na busca de um consenso entre os estados para dar fim à guerra fiscal.
No momento, os senadores Paulo Bauer (PSDB) e Armando Monteiro (PTB) têm propostas nesse sentido e receberam do economista Paulo Rabelo de Castro, do Movimento Brasil Eficiente, uma sugestão que pode evitar o aumento da carga tributária para a criação do Fundo de Compensação de Receitas previsto originalmente para ajudar os estados que deixarão de poder dar incentivos fiscais.
Bauer e Monteiro fazem parte de um movimento suprapartidário chamado Bloco da Economia Moderna, ou “a bancada do BEM” do Senado, têm como parceiros, entre outros, Delcídio Amaral, Francisco Dornelles e Ricardo Ferraço, e discutem a questão tributária entre outros temas de reformas econômicas.

Bauer (esq.) e Monteiro, senadores. Foto: Gerdan Wesley / Divulgação Senado

O economista Castro fez-lhes uma contraproposta que não onera mais uma vez o já combalido contribuinte. Em três pontos específicos, ele sugere alterações que podem levar a uma solução para questões cruciais como a compensação pelo fim da guerra fiscal.
Castro propõe criar no âmbito do Confaz, o conselho de secretários estaduais de Fazenda, um ente chamado Onda — Operadora Nacional da Distribuição da Arrecadação.
Com isso, diz ele, evita-se a criação de um Fundo de Compensação de Receitas (FCR), pois a compensação se daria automaticamente todos os dias pela Onda, que centralizaria a arrecadação interestadual e a redistribuiria de modo a manter a parcela precedente da arrecadação a cada estado com base no que o economista chama de URV fiscal, em referência à unidade criada no início do Plano Real.
As novas regras de alíquotas se aplicarão apenas à proporção da arrecadação nova que exceder aos 100% no dia da mudança. As empresas incentivadas terão mantidos seus benefícios originais nessa mesma proporção.
Portanto, frisa Castro, ninguém ganha e ninguém perde, logo o contribuinte não será obrigado a arcar com o financiamento de um fundo de compensação por 20 anos, ao custo de quase R$ 300 bilhões, podendo chegar a R$ 500 bilhões com a criação de um Fundo de Desenvolvimento Regional que também está previsto na proposta dos senadores.

Israel moderno: o maior milagre da história humana?

Israel moderno: o maior milagre da história humana?

Exclusivo: Joseph Farah repreende os cristãos que não são gratos pelo fato de que o Salvador é judeu

Se você acredita na Bíblia, como eu acredito, o retorno de Israel como nação depois de 2.000 anos é um milagre maior do que o milagre que ocorreu com a saída do povo de Israel do Egito.
É isso o que Deus diz em Jeremias 16:14-15:
“Portanto, eis que dias vêm, diz o SENHOR, em que nunca mais se dirá: Vive o SENHOR, que fez subir os filhos de Israel da terra do Egito”.
“Mas: Vive o SENHOR, que fez subir os filhos de Israel da terra do norte, e de todas as terras para onde os tinha lançado; porque eu os farei voltar à sua terra, a qual dei a seus pais.”
Pense nisso.
A restauração da nação de Israel em 1948 e o ajuntamento dos judeus dispersos de todas as partes do mundo é um milagre maior do que todos os seguintes milagres:
* a divisão do mar Vermelho;
* o maná do céu;
* a água das rochas;
* a entrega da lei no monte Sinai.
Penso que a maioria dos cristãos e judeus do século 21 não aprecia de modo pleno o que significa serem testemunhas de tal milagre estupendo.
Às vezes quando lemos a Bíblia zombamos da cegueira que o povo do passado demonstrava para o que estava ocorrendo na época. Mas acho que somos tão culpados quanto eles — talvez até mais.
O milagre do ajuntamento é maior do que os milagres da saída do povo de Israel do Egito. Quem diz isso não sou eu. É o Senhor quem diz isso. E é um milagre que tivemos o privilégio de experimentar de primeira mão. Mas esse privilégio vem com uma responsabilidade — a responsabilidade de reconhecer o que Deus está fazendo e reconhecer sem demora que foi uma obra poderosa.
Os Estados Unidos têm hoje muitos cristãos que não entendem isso. Eles não estão ficando do lado dos filhos de Israel, nossos irmãos cuja aliança experimentamos e vivemos pela virtude de sermos enxertados, como Paulo explica no livro de Romanos.
Os cristãos que não mostram gratidão por estarem conectados a esse milagre são cristãos que em última análise não são gratos pelo presente da salvação e redenção oferecido ao mundo inteiro. Eles não são completamente gratos por quem é seu Senhor e Salvador — por que Ele veio e que Ele está voltando!
Eles não são gratos pelo lugar que Ele escolheu para voltar.
Ele não estará indo para Washington, D.C., para governar o mundo. Ele estará indo para Jerusalém.
Quando e por que Ele estará vindo? Ele estará vindo num tempo em que Israel estará enfrentando desastre, e Ele estará vindo para salvar Israel.
A teologia da substituição não é apenas uma teologia perigosa. É uma teologia rasa — é uma teologia que tentou interpretar a maior parte da Bíblia como irrelevante e retratar Deus como um quebrador de alianças que muda de ideia e até Sua personalidade.
Mas hoje boa parte das igrejas está confusa sobre quem somos como crentes e a rica herança bíblica que serve como o alicerce da nossa fé e nossa esperança.
Alguns cristãos não têm certeza se nosso Salvador estará mesmo voltando — sem mencionar que duvidam que Ele estará voltando para salvar e preservar Israel.
Alguns cristãos estão confusos sobre se o moderno milagre de Israel é verdadeiramente uma manifestação profética.
Alguns cristãos até veem mais conexão entre sua fé e o islamismo do que veem entre sua fé e o judaísmo, muito embora o Cristianismo não faça sentido fora do contexto da promessa messiânica do Deus de Abraão, Isaque e Jacó.
Cabe a todos nós como crentes ler e estudar as ricas e abundantes passagens das Escrituras que lidam com a Segunda Vinda, pois suspeito que haverá crentes despreparados e pegos de surpresa.
Muitas pessoas não compreenderam nem enxergaram a primeira vinda dEle porque estavam antecipando um rei conquistador. Suspeito que muitos cristãos não reconhecerão o rei conquistador quando Ele voltar porque estarão antecipando, em vez disso, um servo sofredor.
O que Yeshua vai fazer quando voltar?
A Bíblia nos diz que Ele estará voltando para fazer justiça. Suas vestes estarão com manchas de sangue. Ele vai destruir nações. Ele vai impor Sua vontade com vara de ferro.
Estamos preparados para esse Yeshua?
Ele vai julgar indivíduos e nações, conforme lemos em Mateus 25. As nações serão divididas em nações de ovelhas e nações de bodes em grande parte com base no modo como trataram Seu precioso Israel.
Ele abençoará aqueles que abençoam Israel e amaldiçoará aqueles que o amaldiçoam.
Nossa fé cristã — e nossa própria redenção — foi construída num alicerce de promessa feita pelo Deus de Abraão, Isaque e Jacó. Sem uma compreensão e apreciação dessa conexão, nossa fé nem faz sentido. Nosso Salvador não apareceu de repente certo dia em Belém 2.000 anos atrás sem nenhuma expectativa. Ele veio como o messias judeu há muito tempo esperado, o Rei dos Judeus, da linhagem de Davi, e Ele no final reinará no trono de Davi por 1.000 anos no futuro.
A propósito, Ele não veio para começar uma nova religião chamada Cristianismo. Ele veio para cumprir a lei e os profetas e oferecer salvação aos judeus e aos não judeus igualmente.
Se você crê que a Bíblia é a infalível Palavra de Deus, você também reconhecerá que quando Ele voltar você, eu e outros crentes vamos guardar o Sábado e observar a Festa dos Tabernáculos. Estaremos visitando Jerusalém regularmente — e se não visitarmos, não haverá chuva alguma. Acho que alguns cristãos vão ficar chocados com o fato de que, no reino de mil anos, o centro de nossa vida será Israel.
Quantos cristãos nos Estados Unidos hoje realmente compreendem a realidade de que nosso Deus e Salvador é judeu? Ele não estará comendo sanduíches de presunto nas lanchonetes das igrejas.
Quantos de nós O reconheceremos quando Ele voltar?

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

O Brasil e a “Nação Diaspórica”

O Brasil e a “Nação Diaspórica”

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.netPor Demétrio Magnoli

A gloriosa Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que estabelece cotas raciais na representação parlamentar do povo. Ignorando tanto a Constituição quanto a Justiça, a CCJ aprova qualquer coisa que emane de um grupo de interesse organizado, o que é um sintoma clamoroso da desmoralização do Congresso.

Nesse caso, viola-se diretamente o princípio fundamental da liberdade de voto. Por isso, a PEC de autoria dos petistas João Paulo Cunha (SP) e Luiz Alberto (BA) provavelmente dormirá o longo sono dos disparates nos escaninhos da Câmara. Mas ela cumpre uma função útil: evidencia o verdadeiro programa do racialismo, rasgando a fantasia com que se adorna no debate público.
O argumento ilusionista para a introdução de cotas raciais no ingresso às universidades residia na suposta desvantagem escolar prévia dos “negros” – algo que, de fato, é uma desvantagem prévia dos pobres de todas as cores de pele. A fantasia da compensação social começou a esgarçar-se com a extensão das cotas raciais para cursos de pós-graduação, cujas vagas são disputadas por detentores de diplomas universitários.
A PEC aprovada na CCJ comprova que as políticas de raça não são motivadas por um desejo de corrigir distorções derivadas da renda. O racialismo exibe-se, agora, como ele realmente é: um programa de divisão dos brasileiros segundo o critério envenenado da raça.
De acordo com a PEC, na Câmara dos Deputados e nas Assembleias Legislativas estaduais, será reservada uma parcela de cadeiras para parlamentares “negros” equivalente a dois terços do porcentual de pessoas que se declaram pretas ou pardas no mais recente censo demográfico. As bancadas “negras” não serão inferiores a um quinto ou superiores à metade do total de cadeiras.
Os deputados proponentes operam como despachantes de ONGs racialistas e expressam, na PEC, a convicção política que as anima: o Brasil não é uma nação, mas um espaço geopolítico no qual, sob a hegemonia dos “brancos”, pulsa uma “nação africana” diaspórica. A presença parlamentar de bancadas “negras” representaria o reconhecimento tácito tanto da inexistência de uma nação brasileira quanto da existência dessa nação na diáspora.
Os eleitores, reza a PEC, darão dois votos: o primeiro, para um candidato de uma lista geral; o segundo, para um candidato de uma lista de “negros”. A proposta desvia-se, nesse ponto, de uma férrea lógica racialista.
Segundo tal lógica, os eleitores deveriam ser, eles também, bipartidos pela fronteira da raça: os “negros” votariam apenas na lista de candidatos “negros” e os demais, apenas na lista geral. A hipótese coerente não violaria o princípio da liberdade de voto, pois estaria ancorada num contrato constitucional de reconhecimento da nação diaspórica.
Como inexiste esse contrato, os racialistas optaram por um atalho esdrúxulo, que escarnece da liberdade de voto com a finalidade de, disfarçadamente, inscrever a nação diaspórica no ordenamento político e jurídico do país.
Nações não são montanhas, rios ou vales: não existem como componentes do mundo natural. Na expressão certeira de Benedict Anderson, nações são “comunidades imaginadas”: elas podem ser fabricadas na esfera da política, por meio das ferramentas do nacionalismo. A PEC não caiu do céu.
A “nação africana” na diáspora surgiu no nacionalismo negro do início do século 20 com o americano W. E. B. Du Bois e o jamaicano Marcus Garvey. No Brasil, aportou cerca de três décadas atrás, pela nau do Movimento Negro Unificado, entre cujos fundadores estava Luiz Alberto.
No início, a versão brasileira do nacionalismo negro tingia-se com as cores do anticapitalismo. Depois, a partir da preparação da Conferência de Durban, da ONU, em 2001, adaptou-se à ordem vigente, aninhando-se no colo bilionário da Fundação Ford. “Afroamericanos”, nos EUA, e “afrodescendentes”, no Brasil, são produtos identitários paralelos dessa vertente narrativa.
O acento americano do discurso racialista brasileiro é tão óbvio quanto problemático. Nos EUA, o projeto político de uma identidade negra separada tem alicerces sólidos, fincados nas leis de segregação que, depois da Guerra de Secessão, traçaram uma linha oficial entre “brancos” e “negros”, suprimindo no nascedouro a possibilidade de construção de identidades intermediárias.
No Brasil, em contraste, esse projeto choca-se com a noção de mestiçagem, que funciona como poderoso obstáculo no caminho da fabricação política de raças. A solução dos porta-bandeiras do nacionalismo negro é impor, de cima para baixo, a divisão dos brasileiros em “brancos” e “negros”. As leis de cotas raciais servem para isso, exclusivamente.
As diferenças históricas entre EUA e Brasil têm implicação direta na gramática do discurso político. Lá, o nacionalismo negro é uma proposição clara, que provoca um debate público informado – e, quando Barack Obama se define como mestiço, emerge uma resposta desconcertante no cenário conhecido da polaridade racial.
Aqui, os arautos do nacionalismo negro operam por meio de subterfúgios, escondendo-se atrás do pretexto fácil da desigualdade social – e encontram políticos oportunistas, juízes populistas e intelectuais preguiçosos o suficiente para conceder-lhes o privilégio da prestidigitação.
“Tirem a máscara!” – eis a exigência que deve ser dirigida aos nossos racialistas, na hora em que apresentam a PEC do Parlamento Racial. Saiam à luz do dia e conclamem o Brasil a escrever uma nova Constituição, redefinindo-se como um Estado binacional.
Digam aos brasileiros que vocês não querem direitos iguais e oportunidades para todos numa república democrática, mas almejam apenas a condição de líderes políticos de um movimento racial. Vocês não têm vergonha de ocultar seu programa retrógrado à sombra da persistente ruína de nossas escolas públicas?

Demétrio Magnoli é sociólogo. Originalmente publicado em O Globo em 7 de novembro de 2013.

O Brasil não merece

O Brasil não merece

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Humberto de Luna Freire Filho

Não restam mais dúvidas, estamos cercados de ladrões oficiais federais, estaduais e municipais, sustentados pela classe média que trabalha produz e paga impostos para manter o "status quo" de bandidos. Os ricos do país, banqueiros e empresários corruptos, são sócios e beneficiários do sistema porque empregam os pobres, enquanto os miseráveis, o governo engana com o bolsa-família.

Esse é o perfil econômico da atual sociedade brasileira patrocinada por esse partido corrupto, que há 10 anos assumiu o poder e nada mais fez ou faz, além de tentar a permanência definitiva no poder às custas da desagregação do país e da vulgarização dos princípios éticos e morais que regem uma sociedade

 Causa nojo a qualquer cidadão minimamente informado ver a presidente que nunca governou, em plena campanha eleitoral, mentindo descaradamente ao prometer o que não existe e transformando o país em um paraíso que só ela e seus asseclas conhecem.

Desrespeita os tratados internacionais de que o Brasil é signatário, os regulamentos internos, sejam das entidades de classe e dos órgão arrecadadores, além de tentar desmoralizar uma classe profissional ao contratar escravos cubanos com fins eleitoreiros.

Manda reduzir a fiscalização da roubalheira dos prefeitos para não perder o apoio dos mesmos, ou seja, podem roubar desde que votem em mim. Permite que uma leva de ministros corruptos, candidatos a cargos públicos nas próximas eleições, permaneçam nos cargos, usando a estrutura do Estado em beneficio próprio. 

Ultimamente tem liberado verbas, algumas pela segunda ou terceira vez, para as mesmas obras que nunca saíram do papel, mas que o dinheiro já havia saído dos cofres públicos.

Como a maior parte do eleitorado é formada por analfabetos e semi analfabetos, que só usam jornal com outra finalidade, e sob orientação do seu "ministro marqueteiro", sente-se segura e sem a menor vergonha em realizar tais práticas.

Tem mais, a imprensa comprometida com a superfaturada publicidade oficial acaba de trazer à cena o crápula precursor de toda essa bandalheira que, provavelmente bêbado, promete voltar à presidência em 2018, se lhe "encherem o saco". Vai conseguir?

Que país é esse? Quero estar vivo até lá só para vê-lo sob sete palmos de terra e cuspir na sua cova.


Humberto de Luna Freire Filho é Médico.

Dilma fica PT da vida porque militares reclamaram ao Senado que precisam de mais R$ 13 bi no orçamento

Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

No momento em que a maior preocupação da chefona em comando das Forças Armadas é aprender a andar de moto, e fingir que trava uma guerra diplomática com os EUA, os comandantes militares resolveram reclamar oficialmente da penúria em que sobrevivem Exército, Marinha e a FAB. Enviaram à Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado uma nota técnica para reclamar que o orçamento militar no Brasil tem uma defasagem de R$ 13,6 bilhões. A Presidenta Dilma Rousseff odiou que a queixa tenha sido oficial, documentada e tenha se tornado pública.

Na reclamação, na qual reivindicam um orçamento de R$ 29,8 bilhões para 2014 (e não os R$ 16,1 bilhões previstos pelos burrocratas), os comandos militares abrem o jogo: “Os recursos do Orçamento da União que vêm sendo destinados nos últimos anos à Defesa não estão sendo suficientes para atender sequer ao custeio das forças, a exemplo da manutenção de equipamentos, e muito menos aos projetos contemplados na Estratégia Nacional de Defesa”.

Esta foi a primeira reclamação das “legiões” que mereceu divulgação pública. Militares advertiram aos senadores que os baixos valores previstos para o orçamento de 2014 são insuficientes para as necessidades mínimas de cumprimento das missões constitucionais. O orçamento mais apertado é o do Exército. Terá R$ 5,8 bilhões, mas precisa de R$ 13,2 bilhões. A Marinha ficará com R$ 5,5 bi, mas precisa de R$ 7,7 bi. E a Aeronáutica, com previsão de apenas R$ 4,8 bi, demandaria R$ 8,8 bi.  

Cardeais femininas

Ninguém se surpreenda se, no ano que vem, o Papa Francisco indicar uma mulher para o posto de Cardeal.

Essa é uma das surpresas que começam a ser especuladas por atentos vaticanistas.

Como o cardinalato é de livre nomeação do Pontífice, valendo para qualquer pessoa, de todos os sexos, mesmo sem ser sacerdote, tomando tal decisão, Francisco inova, sem descumprir um dogma.

Tango Papal

O Papa acaba de ganhar o tango “Ahora, Papa Francisco”.

Foi composto por seus hermanos argentinos Edmundo 'Muni' Rivero y Enrique Bugatti.

Os dois são velhos amigos do Jorge Bergloglio.

Agora, só falta os brasileiros produzirem um sambinha para o Francisco...

Limpa com jornal...

O criativo presidente venezuelano Nicolas Maduro anunciou ontem que resolveu antecipar o Natal para novembro em seu País.

Só falta Maduro se vestir de Papai Noel, e comunicar que, ainda este mês, o falecido Hugo Chavez vai ressuscitar no lugar do menino Jesus Cristo.

Enquanto isso, na Venezuela gerida pelo socialismo do século 21, falta até papel higiênico para limpar os atos do governo...

Espionismo



Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus.

O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva. Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.

A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.
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O homem q´afunda volta a fundar

O homem q´afunda volta a fundar

Artur Portela ( Filho), jornalista e escritor dirigiu em 1976 a revista Opção, de
uma esquerda que ainda não conhecia bem Lou Reed, como agora parece conhecer.
Escrevia então no rescaldo do PREC ( fora o primeiro director do Jornal Novo)
crónicas de escárnio e mal-dizer na revista que saía semanalmente com capas
graficamente sofríveis, e por vezes com entrevistas a figuras públicas,  "tipo Playboy",
extensas e supostamente "cândidas", francas mas não muito, totalmente inventadas
 para afundar.

Artur Portela ( Filho) voltou às crónicas antigas e anteriores à Opção que deram em
livro que intitulou A Funda, em estilo verborreico tongue in cheek que entusiasmava
os leitores da época. Era de oposição...de esquerda e por isso a garantia de exposição
pública favorável.

Hoje publica uma crónica no i, na senda daqueloutras, de escárnio e mal-dizer "suave",
entre o inócuo e o inoque, do célebre conto de Virgílio Ferreira aqui contado em tempos

É para arrasar o proto-candidato Marcelo, "o professor"? Nem por isso. Em 19 de
Agosto de 1976, arrasava, isso sim. Assim:


Invenções de Israel: muito mais que você imagina

Invenções de Israel: muito mais que você imagina

Exclusivo: Jim Fletcher analisa um livro revelador: “Tiny Dynamo”

Jim Fletcher
A maioria das pessoas tem uma ideia sobre estado de Israel; boa, ruim ou indiferente. A maioria conhece o básico. Todos devem concordar que 99% do que escutamos sobre o estado judeu é negativo, seja notícias de guerra, diálogos de paz malsucedidos ou potenciais boicotes de grupos hostis.
O que quase nenhum de nós sabe é das extraordinárias inovações trazidas pela tecnologia de Israel. Avanços revolucionários na medicina, benefícios culturais, invenções tecnológicas, entre outras coisas, tudo contribui para um mundo melhor. Tudo isso contribui para uma visão muito diferente, e creio eu, mais verdadeira do que realmente é o estado de Israel.
Por exemplo, no campo do socorro humanitário, quantos de nós sabemos que a principal delegação médica que atuou no Japão após o terremoto de 2011 era israelense? Quem sabia que Israel enviou equipes a Nova Orleans logo após o furacão Katrina? Você sabia que Israel enviou uma equipe de especialistas em trauma a Boston após os recentes ataques a bomba para ajudar no processo de recuperação das escolas de Watertown?
Não, isso não é o tipo de coisa que você escuta na mídia de massa. É por isso que o incrível novo livro de Marcela Rosen, “Tiny Dynamo: How One of the Smallest Countries Is Producing Some of Our Most Important Inventions,”[Pequeno Dínamo: Como Um dos Menores Países Está Produzindo Algumas das Invenções Mais Importantes do Mundo] é tão relevante.
Esse pequeno volume está repleto de histórias sobre a inovação israelense que melhoram a qualidade de vida global. Pense nisso: um país do tamanho do Sergipe fornece todo tipo de auxílios e conveniências modernas para os quatro cantos do mundo.
Testemunha:
Yossi Fisher, da empresa Solaris Energy, deu-se conta de que o principal obstáculo à energia solar era a quantidade de terra necessária para torná-la viável. Afinal, ambientalistas, fazendeiros e construtores têm ressalvas. Veio então a grande ideia de Fisher: mover os painéis solares para a superfície da água, e ao mesmo tempo aprimorar a tecnologia do painel para torna-lo mais eficiente.
O Dr. Doy Rubin, diretor presidente da Itamar Medical (localizada na Cesareia), ajudou a desenvolver um novo método para lidar com a tão temida apneia do sono: “O WatchPAT, um aparelhinho muito elegante que representa uma mudança drástica na forma como a apneia do sono era tradicionalmente diagnosticada”.
O campo da cirurgia espinhal é obviamente cheio de perigos, pois os olhos e as mãos humanas não foram feitos para a precisão necessária às cirurgias espinhais ultra-delicadas. Entra o professor Moshe Shoham. Engenheiro mecânico e fundador da Mazor Robotics, Shoham desenvolveu o Assistente Cirurgião Robô SpineAssist.
Além de listar um grupo enorme de inventores, Rosen também torna a leitura divertida.
Note seu tom humorístico de escrever, descrevendo a inovação de Shoham: “Se você é como eu, quando pensa em uma equipe médica recorrendo a algo chamado Assistente Cirurgião Robô SpineAssist, você imagina algo como um Homem-Lata esterilizado capengando para fora de um armário com uma bandeja de bisturis e um esfregão”.
Engraçado, mas Rosen também escreve muito seriamente em se tratando de fazer conhecer as incríveis invenções produzidas pelos israelenses. Seu projeto UntoldNews.org (Histórias não Contadas) é um site surpreendente que apresenta um lado de Israel que poucos conhecem.  É especialmente útil, também, para combater o vazio movimento “BDS” (boicote, desinvestimento e sanções), que tenta marginalizar o estado judeu por meio de um boicote econômico. O que parece perdido para os líderes e proponentes do BDS, entre outras coisas, é que a tecnologia que torna suas arengas nas redes sócias possíveis vem de…… Israel.
Então… A idiotice que promove a ideia de excluir justamente o país que fornece tratamentos que salvam vidas, grandes avanços na agricultura e engenhocas tecnológicas das quais a maioria de nós veio a depender é em si excluída à luz de “Tiny Dynamo”.
Como um aficionado por livros e comentador, sempre observo todo o conjunto de um livro; mais ou menos como um índio eficientemente usa toda a carcaça de um animal. Tudo bem, é uma má analogia, mas a questão é, não vejo nenhum ponto fraco em “Tiny Dynamo”. O design da capa é impressionante e memorável, é uma leitura rápida, a informação fica marcada no leitor, e o melhor de tudo, é claro, destrói os mal-entendidos sobre uma questão distorcida por boa parte da mídia, principalmente os detratores árabes de Israel.
Como escreve Rosen no prefácio: “Enquanto todo mundo se concentrou em décadas de conflitos militares do país, Israel discretamente se tornou a mais energética, ambiciosa e agressiva incubadora de empreendimentos e invenções que o planeta já viu”.
“Eu poderia lhe dar estatísticas: Israel é a origem de mais empresas iniciantes, invenções e patentes que toda a União Europeia junta; Israel atrai facilmente duas vezes mais capitais de risco per capita que o segundo receptor mais próximo (os EUA).
E essa história marcante continua. Você vai ler sobre tudo isso em “Tiny Dynamo”.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do original do WND: INVENTED IN ISRAEL: A LOT MORE THAN YOU REALIZE