sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Meus motivos para não acreditar no euro



q  a the eurozone.jpg1. Objetivos comuns, instituições diferentes
Se existe um campo da teoria econômica em que não há unanimidade entre os economistas da Escola Austríaca, esse campo é o do regime monetário e cambial que cada um considera como o mais adequado para assegurar o que é unânime entre eles — a economia de mercado, as liberdades individuais, os direitos de propriedade, a crítica ao nacionalismo econômico, a austeridade fiscal e monetária dos estados e, o que é mais importante neste artigo, aquilo que podemos denominar de "a despolitização do dinheiro".
Como ressaltou Jesús Huerta de Soto em artigo em que defende veementemente o euro com argumentos sempre bem colocados contra o nacionalismo monetário, Mises, em sua monumental Ação Humana, defendia o padrão-ouro porque ele coíbe e limita as decisões arbitrárias de políticos e burocratas, além de impor disciplina aos agentes humanos e promover hábitos morais saudáveis.  Resumindo, para Mises, o padrão-ouro com taxas de câmbio fixas restringiria as mentiras e a demagogia e facilitaria a transparência e a verdade nas relações sociais. Soto cita uma frase emblemática de Mises:
O padrão-ouro faz com que a determinação do poder aquisitivo da moeda seja independente das ambições e doutrinas dos partidos políticos e dos grupos de pressão. Isto não é um defeito do padrão-ouro; é a sua principal virtude.
Hayek, em seu livro Monetary Nationalism and International Stability, de 1937, argumenta que taxas de câmbioflexí­veis impossibilitam uma alocação eficiente de recursos em nível internacional, por obstruírem e distorcerem os fluxos de consumo e investimento, além de provocarem, em vez das necessárias reduções reais de custos, aumentos em todos os preços nominais, em um caótico ambiente de contí­nuas desvalorizações cambiais, expansão de crédito e inflação.  Em 1975, Hayek sintetizou seu argumento da seguinte maneira:
É inegável, creio eu, que a demanda por taxas de câmbio flexíveis surgiu, em sua totalidade, em nações como a Grã-Bretanha, cujos economistas queriam uma margem mais ampla de expansão inflacionária (chamada de "política de pleno emprego").  Estes economistas, infelizmente, receberam pouco tempo depois o apoio de outros economistas que, embora não fossem propriamente tomados pelo desejo de mais inflação, pareciam ignorar o mais forte dos argumentos em defesa de taxas de câmbio fixas: elas restringem de modo praticamente insubstituível os políticos e as autoridades monetárias submetidas a eles, ajudando a manter a moeda estável.
Mas, como já assinalei acima, não há unanimidade entre os austríacos no que diz respeito à taxa de câmbio. Mises distanciou-se de seu estimado discípulo Fritz Machlup, por este ter, em 1961, começado a defender taxas de câmbio flexíveis nos encontros da Mont Pèlerin Society.  Como menciona Soto no artigo citado, de acordo com R.M. Hartwell, que foi o historiador oficial daquela sociedade de liberais do mundo inteiro, o fato de Machlup defender taxas de câmbio flexíveis fez com que Mises (que tinha um gênio, digamos, "estourado") deixasse de conversar com ele por aproximadamente três anos...
O fato é que, nos anos 1970, os defensores do liberalismo econômico, aí incluídos os adeptos da Escola de Chicago, se dividiam basicamente entre os que defendiam câmbio flutuante e os que queriam o retorno ao padrão-ouro. Houve, então, uma grande surpresa quando, em 1976, Hayek escreveu o artigo Choice in Currency, defendendo algo praticamente inédito: que o monopólio estatal da moeda fosse eliminado e substituído pela competição entre bancos criadores de moeda.? 
Como escreveu corretamente o economista Gabriel Oliva, resumindo em poucas palavras o pensamento de Hayek:
Como funcionaria esse sistema monetário? Em resumo, cada banco poderia criar a sua própria moeda e pô-la em circulação, de forma que as várias moedas competiriam entre si como qualquer outro bem fornecido pelo mercado. O livre comércio de moedas, então, é a livre emissão de diferentes tipos de dinheiro, e não a permissão para emitir o mesmo dinheiro que os outros (essa prática equivaleria a falsificação). Dessa forma, cada banco poderia controlar a oferta da sua própria moeda, comprando e vendendo a mesma em troca de outros ativos (principalmente títulos e outras moedas) ou então expandindo ou contraindo suas atividades de empréstimos. O que o emissor de uma moeda competitiva pode oferecer como atrativo é a segurança de que sua moeda será mantida a um valor estável (ou previsível). Mas estável em relação ao que? Evidentemente, deveria ser definida uma certa cesta de bens em relação à qual o emissor da moeda compromete-se a manter o poder de compra da mesma constante. Ao regular a oferta de moeda, o banco emitente pode combater tendências de queda ou elevação do poder de compra da mesma.
Observemos que  moedas lastreadas em ouro podem ser entendidas como um caso específico dessa situação, em que a cesta de bens escolhida a ser mantida constante é composta unicamente por ouro. Hayek, no entanto, acreditava que a utilização de moedas de ouro, por apresentar esse metal tendência histórica de valorização, prejudicaria a realização de um cálculo econômico realístico. Dessa forma, o ouro não seria, segundo ele, a moeda preferida na produção e no comércio.
Arthur Seldom, a respeito disso, escreveu que
As vantagens que o Professor Hayek reivindica para as moedas competitivas não são apenas no sentido de que retirariam das mãos dos governos o poder de inflacionar a oferta monetária, mas também de que muito fariam para impedir as oscilações desestabilizantes que foram, no correr do último século de "ciclos econômicos", precipitadas pelo monopólio governamental sobre o dinheiro, e também para tornar mais difícil para o governo aumentar excessivamente seus próprios gastos, já que esses aumentos se constituem num dos problemas mais cruciais dos anos 70.
E prossegue:
[...] o governo fracassou — essencialmente ainda fracassa e continuará a fracassar — no que concerne a suprir o mercado com dinheiro de boa qualidade.  Sendo inevitável que o governo controle a moeda, o padrão-ouro seria melhor do que qualquer outro sistema — é assim que pensa o Professor Hayek, que acredita, ao mesmo tempo, que até o ouro seria considerado menos digno de confiança do que papéis moeda competitivos cujo valor seria mantido relativamente estável, uma vez que seus emissores teriam forte incentivo para limitar a quantidade em circulação: se não a limitassem, iriam à bancarrota. 
Em suma, é preciso retirar dos estados o poder de emitir moeda como monopolista.  Isoo levou Hayek, em outra ocasião, a escrever que "deixar os bancos centrais cuidarem do dinheiro é como entregar um pires de leite para o gato tomar conta".
Como fazer isso? Como impedir que o gato (os políticos e os economistas intervencionistas) lamba o leite (a moeda e o crédito)?  Existem teoricamente três maneiras para se alcançar tal objetivo. A primeira é a "independência" dos bancos centrais, em que, depois de um século de fracassos do Fed, só acreditam os que creem nos contos da Carochinha; a segunda é voltar ao regime do padrão-ouro, defendida pela maioria dosaustríacos; e a terceira é um sistema de competição entre moedas privadas, tal como sugerido por Hayek e endossado por outros austríacos, como Lawrence White, George Selgin e outros adeptos da teoria do free banking.
Qual dos três arranjos institucionais é o melhor? A única certeza é que não é o primeiro deles. Até pelo contrário, estou convencido, como a maioria dos austríacos, de que os bancos centrais simplesmente nunca deveriam ter existido, mas, já que existem, que devem ser extintos.
2. A proposta de Keynes de um "banco central mundial" e a moeda como uma ordem espontânea
Keynes sempre foi um crítico do padrão-ouro, desde seu Indian Currency and Finance, de 1913 e até o início dos anos 40. Com seu viés intervencionista, ele postulava uma ampliação da esfera de autoridade mundial para "assegurar a elasticidade necessária aos movimentos da demanda efetiva", que ele reputava como imprescindível para a obtenção do pleno emprego.  Para Keynes, um padrão monetário internacional funcionaria como uma instituição que, por sua estabilidade, amorteceria a natureza de incerteza da economia mundial, o que ele enxergava como condição essencial para "estabilizar" o comportamento das economias nacionais.
Assim, ao longo de sua vida, suas propostas convergiram para a criação de um banco central mundial, gestor de uma moeda internacional que fosse capaz de anular a instabilidade das economias, já que, segundo ele, o mercado de crédito internacional, além de propiciar a liquidez necessária para a expansão da produção e do comércio internacional, cobriria também as necessidades de ajustamentos de curto prazo do balanço de pagamentos.
Nada mais "anti-austríaco" do que uma proposta desse tipo!  É centralizadora, ao passo que a Escola Austríaca sempre defendeu o princípio da subsidiariedade, essencialmente descentralizador; é intervencionista; é baseada em um diagnóstico equivocado sobre os ciclos econômicos, o de que estes seriam provocados por deficiências de "demanda efetiva", e, por fim, agride a própria história monetária, que mostra sobejamente como se deu a evolução da moeda, desde os tempos das trocas diretas até os dias atuais, sempre em decorrência de um processo espontâneo, regido pela ação humana individual e pela cooperação do trabalho, mas de forma não planejada.
O euro e qualquer outra proposta semelhante é um ataque frontal ao princípio das ordens espontâneas, um dos elementos de propagação essenciais para a Escola Austríaca de Economia. Por isso, já nasceu com os dias contados, apesar de todos os aplausos iniciais, tal como um atleta que, em uma corrida de fundo, sai bem na frente dos demais competidores, mas, depois de duas ou três centenas de metros, perde o fôlego e é ultrapassado facilmente.
3. O euro não contribuiu para "separar o gato do pires de leite"
Quando o euro foi implantado, em 1999, foi uma verdadeira festa, quase todos aplaudiram a nova moeda europeia de pé e parecia que o sonho de Keynes de um banco central mundial estava mais próximo. Sempre fui cético em relação ao euro (ou a qualquer arranjo monetário parecido), bem como à criação de um banco central europeu (BCE). Mas como funcionou na prática o euro?
Em artigo que gentilmente me enviou, intitulado How the euro crisis will end, o Professor Philipp Bagus, da Universidad Rey Juan Carlos, em Madri e autor do livro A Tragédia do Euro, que se tornou um best-sellerfaz uma análise que considero muito bem fundamentada e que vou tentar resumir agora para você, dando evidentemente todos os créditos para o autor.
Ele inicia observando que a configuração institucional da moeda única é uma construção equivocada, pois dá respaldo a que vários governos independentes possam usar um sistema de bancos centrais para financiar seus gastos e, quando querem gastar mais do que arrecadam em impostos, podem emitir títulos públicos, que podem ser comprados pelo sistema bancário. Os bancos podem usar esses títulos como colateral para garantir novos empréstimos junto ao Banco Central Europeu.  Como consequência, a base monetária aumenta e os preços tendem a subir, mas não só no país deficitário, como em toda a zona do euro.
Assim, os governos podem, através do euro-sistema, externalizar parte dos custos de seus déficits, transferindo-os para outros países da zona do euro, na forma de uma perda relativa de poder de compra, ou seja, desenhoriagem.  E, como todos os governos podem usar esse mecanismo, acontecem incentivos perversos: todos os governos podem tentar financiar-se ao custo de usuários de outros países da zona do euro.
Os benefícios da monetização do déficit, no entanto, dependem da inflação de preços, ou seja, indiretamente, da forma de financiamento dos déficits de outros governos. Por exemplo — prossegue o Professor Bagus —, se um país financia um pequeno déficit de 1%, mas os preços de toda a zona do euro sobem 10%, é provável que caiam os gastos reais do governo, bem como seu poder político. A inflação de preços depende, no entanto, do financiamento do déficit global da Comunidade Econômica Europeia.  Em outras palavras, se outros governos têm déficits mais elevados, um governo que mantenha um déficit orçamentário menor pode estar perdendo na redistribuição intereuropeia. Um prêmio ao mau comportamento e um castigo ao bom.
Quanto maior o déficit de um governo em relação aos déficits dos outros estados-membros, mais fácil para este governo transferir os custos de sua irresponsabilidade para os estrangeiros! É uma dinâmica explosiva e que leva a um caminho inflacionário. Apenas instituições imperfeitas como o Pacto de Estabilidade e Crescimento e o medo de que a Alemanha pudesse sair do euro-sistema em decorrência de altas taxas de inflação limitaram até certo ponto a exploração desse mecanismo de monetização. No entanto, as dívidas já acumuladas pelo Estado do Bem Estar que caracterizou a Europa depois da Segunda Guerra elevaram-se enormemente e se tornaram insustentáveis.
Bagus adverte que, se quiserem prevenir uma hiperinflação, devem encontrar uma solução rápida. Mas como neutralizar essa falha do euro-sistema, a de possibilitar que governos imprevidentes monetizem seus déficits?
O professor Bagus aponta várias possibilidades. Uma seria suprimir a possibilidade de monetização dos déficits públicos. Poderia ser proibido, por exemplo, ao BCE aceitar títulos de governos como garantia ou mesmo comprá-los. A introdução do euro lastreado em 100% de ouro atingiria o mesmo resultado. Ambas as opções, no entanto, são altamente irrealistas porque levariam à moratória de governos desprovidos de possibilidades de financiamento.
Outra opção seria manter o mecanismo, mas restringir seu uso, o que poderia ser alcançado por um acordo voluntário entre os estados-membros no sentido de não monetizar exageradamente seus déficits. Esta solução é similar à apresentada pelo Pacto de Estabilidade e Crescimento, em que os déficits eram restritos a 3% do PIB. Durante a crise do euro, os governos têm avançado nessa direção. Países periféricos tentaram reduzir os seus déficits e alguns países ainda introduziram freios constitucionais para a dívida. Em troca, esses governos ganharam resgates definitivos ou garantias de resgate.
Mas há dois problemas principais com este mecanismo. Um país como a Grécia pode não estar disposto a reduzir seus gastos públicos.  Consequentemente, teria de deixar a zona do euro, a fim de desvalorizar sua moeda.  Mas isso poderia levar a um colapso da zona como um todo. Outro problema é que essas reduções teriam de ser voluntárias — ou seja, seriam meras promessas, insuficientes para garantir a redução dos déficits e, ainda mais importante, não haveria como forçar a que fossem aplicadas.  A ajuda de outros governos e a atuação do BCE, diante do pavor que a crise trouxe, criou um pseudo "direito" para resgates na zona do euro.  Com isso, infelizmente, a pressão por reformas estruturais e cortes de gastos foi reduzida, já que o mundo ainda raciocina em termos keynesianos.
Sendo assim, há um forte incentivo para quebrar essas promessas, especialmente em momentos de emergência  e de eleições, como na França e na Grécia. Não há, para Bagus — e eu endosso essa conclusão — nenhuma razão para que esta solução não deva falhar da mesma forma como falhou o Pacto de Estabilidade e Crescimento.
A segunda maneira de limitar o uso do mecanismo de monetização seria por meio da criação de um executor, ou seja, um "Ministério Europeu das Finanças" ou de um governo central forte. Mas (felizmente) todos os governos querem resguardar sua soberania e, embora esta solução pudesse ser estável, não é imaginável que qualquer governo viesse a se mostrar disposto a desistir de tal poder.
Assim, para Bagus, a correção da falha fundamental do sistema do euro não é muito provável, pois é quase certo que os governos continuarão a fazer trapalhadas de alguma maneira.  Neste processo, a centralização também vai continuar, mas não para instalar um "Ministério das Finanças Europeu" que possa cortar o estado de bem-estar francês do socialista Hollande ou outro, mas sim na forma de um estado central que seria controlado por uma aliança de países do Mediterrâneo, sob a liderança da França.  Este estado central não conseguiria controlar os déficits de forma estrita, mas sim controlar e dirigir as transferências institucionalizadas (pacotes de socorro) entre os estados membros. Mas mesmo tal união de transferências seria instável no longo prazo, pois é difícil imaginar que seus perdedores, como a Alemanha, que é o apoio adicional para dívidas periféricas e em toda a zona do euro, aceitasse tal situação para sempre. Bagus — que nasceu na Alemanha — encerra assim seu interessante artigo:
Apesar de seu complexo de culpa decorrente da II Guerra Mundial e de um sistema político que suporta o Euro, é difícil imaginar que a Alemanha permanecerá em uma união monetária inflacionária do tipo francesa no longo prazo. Assim, nem uma união com austeridade alemã, nem uma união inflacionária francesa parecem ser sustentáveis no longo prazo. A zona do euro vai quebrar.
4. Observações finais
Não existe unanimidade em relação ao melhor regime monetário em ambos os planos, nacional e internacional. Padrão-ouro? Bancos centrais nacionais monopolistas? Banco central mundial (ou europeu) também monopolista? Reservas fracionárias? Free banking?
O certo é que a austeridade de qualquer governo é uma condição necessária para a prosperidade privada, assim como para uma rápida recuperação econômica.  O problema da Europa, dos EUA e do Brasil não é excesso, mas sim ausência de austeridade.  E a Escola Austríaca nos ensina que as recessões nada mais são do que reestruturações necessárias e saudáveis da economia.
A adoção do euro, embora não sendo uma ordem espontânea, fez desaparecer o nacionalismo monetário e as taxas flexíveis de câmbio na maior parte da Europa, mas fez também aflorar em nível continental problemas que antes se limitavam às fronteiras de cada país, como o da irresponsabilidade fiscal e a monetização dos déficits, agravados por atuações equivocadas do BCE.
Alguns economistas — entre eles o próprio Bagus —, embora descrentes no futuro do euro, argumentam que, de certa forma, ele funcionou de maneira semelhante à de um regime de padrão-ouro ao bloquear o nacionalismo monetário, ou seja, ao retirar a autonomia monetária de cada país, acabando com aquela possibilidade que tanto agrada aos governos, que é a de manipular sua moeda nacional de acordo com os ditames políticos de cada momento, tal como ocorre no Brasil. O euro poderia ser um primeiro passo em direção a um regime de padrão-ouro, mas, pelas razões expostas, o segundo e o terceiro passos serão muito difíceis de serem dados.
Malgrado certas vantagens do euro, encerro manifestando também minha descrença em relação a seu futuro,principalmente porque não é uma ordem espontânea e porque, quando ocorre uma recessão — como aconteceu e ainda acontece —, desaparece o "espírito europeu" e exacerba-se o nacionalismo. Bem fez a Inglaterra ao não aderir ao euro. Enxergo um futuro — longínquo, infelizmente — em que governos, sejam eles nacionais, continentais ou mundiais — não detenham mais o monopólio de emissão de moeda; um mundo em que os bancos operem em regime de 100% de reservas e possam emitir cada um a sua moeda; e um comércio internacional em que as taxas de câmbio entre todas as moedas, tanto as internas em um país quanto as externas, sejam flexíveis, porque a taxa de câmbio é um preço e porque sempre gosto de relembrar uma frase famosa de Mises:
Um governo não pode determinar preços, pela mesma razão que uma gansa não pode botar ovos de galinha.
Será que o Professor Mises, que considero o maior dentre todos os economistas, ficaria também três anos sem falar comigo?

Dormir de barriga cheia prejudica o sono?









Dormir é um tempo precioso da nossa vida. Nós todos precisamos de descanso, e quanto mais se dorme mais sono se tem.
Segundo o portal de notícias americano, o Huffington Post, os pesadelos são comuns não só nas crianças, como muitos pensam, mas 29% dos adultos sofrem com sonhos ruins, pelo menos uma vez por semana e mais de 85% tem pesadelos periódicos.
Quem já ouviu muitas vezes a mãe ou a avó dizerem que dormir de barriga cheia faz mal? Duas são as explicações: a primeira é de que isso não tem fundamento, segundo a nutricionista Carolina Bergerot: é que se dormimos logo após a janta podemos sentir queimação ou azia. Mas o problema está no tipo de alimentação que é feita no período noturno, já que nosso organismo fica mais lento durante a noite. Aí se ingerimos alimentos mais calóricos, a tendência é sofrer desconforto. Mas, se ao contrário, ingerirmos alimentos mais leves como saladas, não teremos problemas digestivos.
Já para segunda explicação, essa crendice é totalmente verdadeira. A nutricionista Fabiana Schmidt afirma que o único mito é de que se devem ingerir carboidratos somente até as 18h. A questão está é no horário em que a pessoa vai se deitar, pois é recomendável só dormir depois de duas horas após se alimentar, e se possível, fazer alguma atividade nesse período, mas nada de exercícios físicos.
Assim, os motivos apontados são vários, vão desde a ansiedade mais simples, como costuma ocorrer, por exemplo, na véspera de um vestibular. Ou ainda, outra fonte comum deste incômodo são os traumas do passado (geralmente da infância) que permanecem gravados no nosso subconsciente. Podem ser um sinal de que algo não vai bem ao seu psicológico, que vão desde conflitos interiores, questões mal resolvidas ou até mesmo excesso de ansiedade. “Existem casos que são fruto de um trauma. Se, por exemplo, uma pessoa foi assaltada e não quer mais sair de casa, ela terá pesadelos que a farão reviver a situação – como se o cérebro enviasse a mensagem de que ela tem que passar por aquilo de novo, até superar seu medo. Outro caso comum é o de pessoas muito ansiosas, que, geralmente, sonham com situações difíceis, mas possíveis, no dia-a-dia (nada de monstros ou criaturas fantasiosas!), como perder a hora ou sofrer uma perseguição”, informa a psicóloga Vânia Sartori, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Há ainda os casos mais graves: pessoas que sofrem de medos patológicos – como a chamada síndrome do pânico e fobias em geral – e, por causa disso, têm pesadelos quase todas as noites.
Não existe uma pessoa que pelo menos na vida teve um pesadelo. Só que quando ele passa de um simples aborrecimento ocasional para o terror de quase todas as noites, seu problema pode ser transtorno de pesadelo. Pessoas com tal transtorno acordam frequentemente em um suor frio, com memórias vivas de sonhos horríveis. Diante de tanto nervoso e medo, passam a temer o sono. Mas, o que muitos não sabem é que o estresse e a privação do sono são as principais causas de pesadelos, assim como alguns medicamentos.
Vale lembrar que quando os pesadelos perturbam realmente o sono deve-se procurar ajuda especializada no assunto, para identificar: ou problema se resume a pesadelos ou está ligado à apneia do sono. Outra medida é procurar atendimento psicológico para que se possam descobrir causas emocionais.
Fonte Sites Hypescience e Abril – Mundo Estranho

Como o vácuo conserva os alimentos e roupas



embalagem a vácuo, ou seja: embalagem sem oxigênio é um processo que auxilia no processo de conservação de alimentos porque diminui a oxidação das células e o crescimento de microrganismos aeróbios e torna impossível a vida de insetos.
Ou seja: sem espaço e sem oxigênio, as bactérias, responsáveis pela deterioração dosalimentos não conseguem sobreviver.
No entanto, a conservação de alimentos a vácuo ainda é considerado um método de conservação caro e sofisticado.
Quem é fã da embalagem a vácuo encontra hoje até mesmo feijão no vácuo, pronto para comer.
A principal vantagem da embalagem é que permite o estoque de alimentos em lugares não refrigerados, portanto pode levar em viagens sem se preocupar.
Este tipo de embalagem também pode ser utilizada para poupar espaço no guarda roupa.
A técnica é simples: coloque a peça dentro de sacos plásticos e depois retire todo o ar da embalagem.
Para prevenir o surgimento de bactérias, o ideal, é colocar bicarbonato de sódio na embalagem. O cravo da índia também ajuda e pode evitar o surgimento de traças se jogado dentro do saco com a roupa ou cobertor.
Um aspirador de pó também pode ajudar na retirada do ar de dentro do plástico antes de guardar. O ar do saco plástico é sugado e em segundos a roupa é embalada a vácuo.
Fonte: Associação Fartura Alimentos / G1

7 vacinas que todo adulto deve tomar


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Ninguém hesita em levar os filhos para tomar vacina, mas, na hora de zelar pela própria saúde, muitos adultos desprezam este cuidado. Em todas as fases de nossa vida, porém, estamos sujeitos a infecções por vírus e bactérias que, se não forem prevenidas, podem causar muitos e graves problemas de saúde.
As doenças crônicas que se manifestam na vida adultaindicam que o individuo precisa se vacinar tanto para bactérias quanto para vírus. No primeiro caso, a vacinação é feita para controlar surtos epidemiológicos. No caso dos vírus, a imunização dura a vida toda, sendo necessárias apenas algumas doses de reforço, para garantir que a doença não volte.

Confira  sete tipos de vacinas que devem constar do seu cartão de vacinação:

1 – VACINA DUPLA / ADULTO / DIFTERIA E TÉTANO
A difteria é causada pela toxina do bacilo Corynebacterium diphteriae que é contraído pelo contato com secreções de pessoas infectadas. Ela afeta o sistema respiratório, causa febres edores de cabeça, em casos graves, pode evoluir para uma inflamação no coração e até levar a óbito.
O tétano é uma doença infecciosa grave que frequentemente leva à morte. É causada pela neurotoxina tetanospasmina, produzida pela bactéria anaeróbica Clostridium tetani . A neurotoxina compromete os músculos e leva a espasmos involuntários. A musculatura respiratória é uma das mais comprometidas. Se a doença não for tratada a tempo, é possível haver uma parada respiratória que pode levar à morte, devido ao comprometimento do diafragma, músculo responsável por boa parte da respiração. Ferir-se com prego ou qualquer metal enferrujado é uma das formas mais comuns de contrair o tétano. A primeira parte da vacinação contra difteria e tétano é feita em três doses, com intervalos de dois meses. Geralmente essas três doses são tomadas na infância. Depois delas, o reforço deve ser feito a cada dez anos para que a imunização continue eficaz.
2 – VACINA TRÍPLICE-VIRAL – SARAMPO, CAXUMBA E RUBÉOLA
O sarampo é uma doença viral, uma infecção do sistema respiratório, causada por um paramixovírus do gênero Morbillivirus. É altamente contagiosa e afeta principalmente crianças. É transmitida através de gotículas expelidas pelo nariz, boca ou garganta de pessoas infectadas. Causado por um vírus, o sarampo é caracterizado por manchas vermelhas no corpo. A transmissão ocorre por via respiratória. De acordo com dados do Ministério da Saúde, a mortalidade entre crianças saudáveis é mínima, ficando abaixo de 0,2% dos casos. Nos adultos, essa doença é pouco observada, mas como a forma de contágio é simples, os adultos devem ser imunizados para proteger as crianças com quem convivem.
A parotidite infecciosa, popularmente conhecida como papeira ou caxumba, é uma doença de transmissão respiratória, causada pelo vírus da parotidite infecciosa (foto de microscópio à direita). Conhecida por deixar o pescoço inchado, é uma doença da infância geralmente inofensiva, mas pode causar alguns problemas no adulto, como meningite, encefalite, surdez, inflamação nos testículos ou dos ovários, e mais raramente no pâncreas. A inflamação de uma ou ambas as glândulas parótidas (responsáveis pela produção de saliva), são sua principal característica.
A rubéola é uma doença causada pelo togavírus, é transmitida por via respiratória. Seus principais sintomas são muito parecidos com outras doenças virais comuns na infância, como sarampo e caxumba, geralmente envolvendo febre, manchas avermelhadas pelo corpo, dor de cabeça, dor pelo corpo, dificuldade ao engolir, nariz entupido e aumento dos gânglios. Geralmente cura-se sozinha, mesmo sem tratamento, mas, em mulheres grávidas, o embrião pode sofrer malformações. O vírus pode levar à síndrome da rubéola congênita, que prejudica a formação do bebê nos três primeiros meses de gravidez. A síndrome causa surdez, má-formação cardíaca, catarata e atraso no desenvolvimento. Mesmo que não apresente sintomas perceptíveis, o doente de rubéola pode contaminar as pessoas com quem convive. O adulto deve tomar a tríplice-viral se ainda não tiver recebido as duas doses recomendadas para a imunização completa quando era criança e se tiver nascido depois de 1960. O Ministério da Saúde considera que as pessoas que nasceram antes dessa data já tiveram essas doenças e estão imunizados, ou já foram vacinados anteriormente. Mesmo que todos com essas características devam ser vacinados, as mulheres que pretendem ter filhos, que não foram imunizadas ou nunca tiveram rubéola devem tomar a vacina um mês antes de engravidar, já que a rubéola é bastante perigosa quando acomete gestantes, podendo causar deformidade no feto.
3 – VACINA CONTRA A HEPATITE “B”
A hepatite B é uma doença infecciosa frequentemente crônica, causada pelo vírus HBV .É transmitida sexualmente ou por agulhas com sangue infectado e pode evoluir paran um quadro de cirrose hepática ou câncer do fígado (hepatocarcinoma). A hepatite B, em geral, não apresenta sintomas. Alguns pacientes se curam naturalmente sem mesmo perceber que tiveram a doença. Em outros, a doença pode se tornar crônica, levando a lesões do fígado que podem evoluir para a cirrose. A imunização contra essa doença é importante, pois ela pode causar problemas sérios, como câncer no fígado. Até os 24 anos, todas as pessoas podem tomar a vacina contra hepatite B, gratuitamente, em qualquer posto de saúde. A aplicação da vacina também continua de graça, quando o adulto faz parte de um grupo de risco. Pessoas que tenham contato com sangue, como profissionais de saúde, podólogos, manicures, tatuadores e bombeiros, ou que tenham relacionamentos íntimos com portador da doença são as mais expostas a essa doença.
4 – VACINA PNEUMO 23 – PNEUMONIA
O pneumococo , bactéria que pode causar a pneumonia entre outras doenças, pode atacar pessoas de todas as idades, principalmente indivíduos com mais de 60 anos. Pessoas com essa idade não podem deixar de tomar a vacina pneumo 23. Adultos com doenças crônicas em órgãos como pulmão e coração (alvos mais fáceis para o pneumococo), devem tomar essa vacina, sempre que há uma campanha de vacinação. Mesmo sendo ela uma das vacinas mais importantes, é a única do calendário que não é oferecida em postos de saúde. Para tomá-la, é preciso ir a um Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais.
5 – VACINA CONTRA A FEBRE AMARELA
A febre amarela é transmitida pelo mesmo mosquito transmissor da dengue, o aedes aegypti. A doença tem como principais sintomas febre, dor de cabeça, calafrios, náuseas, vômito, dores no corpo, icterícia (pele e olhos amarelados) e hemorragias. Se não for tratada, a febre amarela pode levar à morte. Por ser uma doença grave, e com alto índice de mortalidade, todas as pessoas que moram em locais de risco devem tomar a vacina a cada dez anos, durante toda a vida. Quem for para uma dessas regiões precisa ser vacinado pelo menos dez dias antes da viagem. No Brasil, as áreas de risco são: zonas rurais no Norte e no Centro-Oeste do País e alguns municípios dos Estados do Maranhão, Piauí, Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Mesmo que efeitos colaterais mais sérios sejam raros, a vacina contra febre amarela deve ficar restrita àqueles indivíduos que moram ou irão viajar para algum lugar de risco.
6 – VACINA CONTRA A INFLUENZA (GRIPE)
O vírus da Influenza pertence à família dos ortomixovírus e se apresenta nos 3 tipos A, B e C. O tipo A promove doença de moderada a severa, em todas as faixas etárias e pode causar epidemias, afetando até animais O tipo B afeta somente humanos, principalmente crianças e causa epidemias leves.O tipo C não é epidêmico. A vacina contra gripe deve estar na rotina de quem está com mais de 60 anos. Muitas pessoas deixam de tomá-la com medo da reação que ela pode causar, mas isso é um mito, já que a suposta reação do corpo não tem nada a ver com a vacina, e sim com a própria gripe. Isso porque o vírus da gripe fica semanas em nosso corpo sem se manifestar e a proteção da vacina não é imediata como as pessoas imaginam, ela demora uma média de 15 dias para se efetivar. Pessoas com mais de 60 anos podem tomar a vacina nos postos de saúde, enquanto os mais jovens podem ser vacinados em clínicas particulares.
7 – VACINA CONTRA O HPV
O vírus do papiloma humano (HPV, do Inglês Human Papiloma Virus) é um vírus (foto microscópica à direita). que infecta os queratinócitos da pele ou mucosas, e possui mais de 200 variações diferentes. A maioria dos subtipos está associada a lesões benignas, tais como verrugas, mas certos tipos são frequentemente encontrados em determinadas neoplasias como o câncer do colo do útero, do qual se estima que sejam responsáveis por mais de 90% de todos os casos verificados. A vacina existe tanto para homens quanto para mulheres e previne os quatros principais tipos do vírus. Segundo o Ministério da Saúde, 137 mil novos casos de HPV são registrados por ano no Brasil.
O vírus, transmitido durante a relação sexual, é responsável por 90% dos casos de câncer de colo do útero, além de provocar tumores de vulva, pênis, boca, ânus e pele. Apesar de existir a vacina bivalente, que protege dos tipos 16 e 18 de HPV e só é aplicada em mulheres, a quadrivalente é a mais indicada, pois protege desses dois tipos citados mais os tipos 6 e 11 e também serve para os homens. A quadrivalente deve ser tomada em três doses, sendo a segunda dose após 30 dias da primeira e a terceira, seis meses depois da segunda. A ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária – recomenda a vacinação em pessoas dos nove aos 26 anos – em especial para aquelas que ainda não iniciaram sua vida sexual, para garantir maior eficácia na proteção. Vale lembrar, no entanto, que a vacina não dispensa o uso de preservativos na relação. O HPV possui mais de 100 tipos diferentes e a vacina protege apenas contra alguns deles
ATENÇÃO PAIS E RESPONSÁVEIS POR CRIANÇAS
Por falar em vacinas, começou no último dia 16 de junho a Campanha de Vacinação Contra a Poliomielite (paralisia infantil), que continuará até o dia 6 de julho próximo. Devem ser vacinadas as crianças até 5 anos de idade. Em 1994, o Brasil recebeu, da Organização Mundial de Saúde (OMS), o certificado de eliminação da paralisia infantil. Mas a vacinação é importante porque o vírus continua em circulação em 16 países, principalmente nos da África e da Ásia.

7 fatos que marcaram o mês de agosto

7 fatos que marcaram o mês de agosto

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Veja alguns fatos no século passado que marcaram o mês de agosto. E marcaram de forma um tanto quanto negativa, digamos:
  • A Primeira Guerra Mundial
Faltavam apenas três dias para o início do mês de agosto quando o Império Austro Húngaro bombardeou a Sérvia. Dai o império alemão declarou guerra ao império russo, em 1º de agosto de 1914, transformando um conflito que até então era regional, em uma disputa que rapidamente se espalhou por toda a Europa.
  • bomba atômica: Hiroshima e Nagasaki, no Japão
A primeira bomba, enviada pelos Estados Unidos que destruiu, a cidade de Hiroshima no dia 6 de agosto de 1945, deixando 80 mil vítimas, mas esse número chegou a dobrar depois, quando foram considerados os mortos por ferimentos ou consequências da radiação emitida pela bomba nuclear. Três dias depois, os americanos voltaram seu alvo para a cidade portuária de Nagasaki. Somando as vítimas que faleceram na hora e as que sofreram sequelas, calcula-se que foram mortas certa de 150 mil pessoas na ocasião.

  • O suicídio de Getúlio Vargas
Enfrentando os ataques da oposição, Vargas disse que só sairia do poder morto e cumpriu sua promessa em 24 de agosto de 1954, suicidando-se com um tiro. E ainda deixou uma carta testamento que entrou para a história e incitou várias manifestações de apoio ao presidente.
  • RIP Marilyn Monroe e Carmen Miranda
Ambas faleceram no dia 5 de agosto. Carmen Miranda no ano de 1955 e Marilyn Monroe em 1962.

  • A construção do Muro de Berlim
Em 13 de agosto de 1961 os guardas começaram a construir o muro que separaria a capital alemã em duas partes. A barreira era feita com arame farpado, mas depois foi construído o muro que manteve a cidade dividida até 1989.
A Renúncia do presidente Jânio Quadros
Em 25 de agosto de 1961 o presidente Jânio Quadros, que estava há apenas sete meses no poder, renunciou ao cargo. Esperava-se que as pessoas clamassem por sua volta, mas sua saída apenas agravou a crise política em que o Brasil estava inserido.
O Fim da Primavera de Praga
Os tanques comandados pelo governo soviético invadiram a cidade de Praga, capital da República Tcheca para reprimir a Primavera de Praga no dia 21 de agosto de 1968. O movimento, comandado pelo reformista Alexander Dubcek, buscava mais liberdade dentro do regime comunista imposto pelos soviéticos.
Fontes: UOL e Revista Superinteressante.

Mascar chiclete pode ficar com flatulência?


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Não, isso é um mito.
Mascando o chiclete você acaba engolido uma quantidade maior de ar e junto comadoçantes artificiais e mais outras químicas acaba então gerando mais gases.
Para evitar flatulência em demasia segue algumas dicas:
  • Faça pequenas refeições durante o dia;
  • Mastigue corretamento e devagar;
  • Evite de comer quando se está nervoso;
  • Não fume;
  • Evite: repolho, brócolis, feijão, batata, cerveja, entre outros, e alimentos gorduroso, pois estes alimentos causam gases;
Fonte: LiveScience

O Que é Bolsa de Valores?

O Que é Bolsa de Valores?

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O que são ações na Bolsa de Valores?
Uma ação é a menor parte do capital de uma empresa, é um pequeno pedaço dela. Uma pessoa que compra uma ação passa a ser uma pequena sócia da empresa.
Tipos de ação
Ordinária Nominativa (ON) – dá direito a voto em assembléia sobre definições da empresa.
Preferencial Nominativa (PN) – não dá direito a voto, mas preferência no recebimento de dividendos.
As empresas dividem seus lucros com os acionistas. Algumas fazem isso mensalmente, outras trimestralmente.
Os dividendos dados a quem tem ONs nem sempre são iguais aos dados a quem tem PNs.
Nesses casos, as preferenciais nominativas recebem valores maiores. Além disso, as PNs são vendidas e compradas com maior facilidade.
Porém, algumas empresas só disponibilizam ações ordinárias nominativas. 
Como investir em ações?
As ações são negociadas nas Bolsas de Valores. No Brasil, a compra e venda de ações acontece na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa).
Essas negociações são feitas por meio das corretoras habilitas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
A lista das corretoras credenciadas pode ser encontrada nos sites daCVM e da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), no item Corretoras.
Para começar a comprar e vender ações, é necessário fazer um cadastro na corretora (informando nome, profissão, endereço e entregando cópias de RG, CPF e comprovante de residência).
Assim, a corretora abre uma conta desse investidor na Bovespa. Cada instituição determina qual a quantia mínima para a abertura da conta.
As ações podem ser compradas de três maneiras:
1) Fundos de Investimento: um fundo funciona como um condomínio. Cada um dos seus investidores possui uma cota, que corresponde a uma porção do total de ações que o fundo tem.
Cada fundo tem seu próprio estatuto, que informa suas regras e o grau de risco de seus investimentos.
Todo fundo precisa ter um gestor certificado pela CVM, que coordena as compras e vendas de ações.
Assim, quando uma pessoa adere a um fundo, deve estar de acordo com sua política de investimento, especificada em seu estatuto.
2) Clubes de Investimento: os clubes têm um caráter menos formal que um fundo.
Um grupo de amigos ou familiares pode formar um clube, que pode ser aberto com no mínimo três pessoas e chegar até um limite de 150.
Diferentemente dos fundos, não precisam de um gestor certificado pela CVM, mas um representante que dê à corretora a ordem de compra ou venda de ações.
Nesse caso, há maior liberdade por parte das pessoas que compõem o clube sobre quanto e onde será investido.
3) Individualmente: nessa situação, a pessoa controla as ordens de compra e venda de suas ações.
Para escolher quais ações comprar, pode contar com os consultores da corretora, que irão tirar dúvidas e ajudar a identificar quais são os bons investimentos para aquele momento.
O investidor pode acompanhar sua conta, ter acesso aos custos de operação e comprar e vender ações pela Internet (com exceção dos fundos, onde quem compra e vende é o gestor).
O nome desse serviço é Home Broker e pode ser acessado pelo site de uma corretora que oferece este sistema. A lista dessas corretoras pode ser encontrada no site da Bovespa.
As ordens de compra e venda também podem ser dadas pelo investidor por telefone. Ou seja, o investidor liga para sua corretora e informa o que deseja fazer.
Sempre que se compram ou vendem ações, há um período de três dias úteis para que o dinheiro saia ou entre na conta que o investidor possui.
No caso dos fundos ou clubes, cada um tem um regulamento próprio que indica em quanto tempo o dinheiro poderá ser retirado após uma ordem ser efetuada.
Taxas
  • Taxa de operação – cobrada cada vez que é emitida uma ordem de compra ou venda
  • Taxa de custódia – cobrada mensalmente pela guarda das ações (a corretora pode escolher não cobra-lá nos meses em que o investidor comprou ou vendeu ações)
  • Taxa de corretagem – paga quando a ordem de compra e venda é feita por telefone. É calculada em relação ao valor da operação.
  • Taxa de emolumentos – paga à Bovespa e calculada em relação ao valor que envolve a compra ou venda de ações.
  • Taxa de administração – cobrada nos fundos e clubes, é calculada anualmente em relação ao valor aplicado no fundo e cobrada proporcionalmente ao período em que o investidor manteve operações. Se o investidor retirar o dinheiro em seis meses, pagará uma taxa proporcional ao período.
  • Taxa de performance – cobrada quando o fundo supera a rentabilidade esperada.
Com exceção da taxa de emolumentos, cobrada pela Bovespa, o valor das outras taxas varia de acordo com a corretora. Por isso, antes de escolher uma corretora, é importante pesquisar.
Qual o valor mínimo para investir em ações?
Não há valores mínimos para se investir em ações, eles variam de acordo com a corretora e o preço das ações que serão compradas. Para quem investe valores pequenos, como R$ 1.000, optar por um fundo ou clube pode ser uma maneira de aumentar o total investido.
Porém, quando a quantidade de ações compradas por meio de um fundo for a mesma que a pessoa pode comprar investindo sozinha, torna-se vantajoso comprar diretamente. A vantagem de investir individualmente é que neste caso não se paga a taxa de administração.
Riscos
A compra de ações é considerada um investimento de alto risco. Por causa das variações nos preços das ações, não há garantia de retorno do que foi investido.
Essas altas e baixas podem acontecer, por exemplo, devido a alterações no setor de atuação da empresa. Esse é o chamado risco de mercado.
O que também pode acontecer é o risco de liquidez. O problema aí é não conseguir vender uma ação que tenha sido comprada. Por isso, o ideal é não investir em ações valores que sejam necessários em curto prazo.
Fonte: economia.uol.com.br