segunda-feira, 24 de junho de 2013

Ser inteligente aumenta suas chances de falir

Ser inteligente aumenta suas chances de falir

Thiago PerinGênio! (Ou não.)
Disfarçado de gênio
“O quão importante é a inteligência para o sucesso financeiro?”, avalia um estudo do pesquisador Jay L. Zagorsky, da Universidade Estadual de Ohio (EUA). A resposta, acredite, parece ser “não muito”. Analisando dados de uma pesquisa do governo, feita com mais de sete mil voluntários (cada um deles foi entrevistado 21 vezes ao longo da vida, entre 1979 e 2004), Zagorsky chegou a uma conclusão de fazer os nerds chorarem: “ser mais inteligente não confere qualquer vantagem em duas das três dimensões-chave de sucesso financeiro (patrimônio líquido, tendência a crises e renda)”, aponta. A terceira, renda, até pode sofrercerta influência da inteligência em algum ponto da vida (“um ponto a mais de QI pode representar um acréscimo de US$ 346 na renda anual“), mas o efeito, segundo o pesquisador,“é fraco”. “Na melhor das hipóteses, esse aumento no QI leva a um acréscimo de, no máximo, US$ 83 no patrimônio líquido” – mas é mais provável que o efeito seja zero. É, zero.
E quando o papo é fugir da falência, o QI não é nada amigo. Pessoas com 140 de QI (a média geral da população, segundo o estudo, é 100) perdem datas de pagamentos e estouram o cartão de crédito com mais frequência do que os colegas de QI mais baixo. E tendem a falir em uma taxa (14,1%) assustadoramente próxima à das pessoas com pouco mais da metade de seu QI, na casa dos 80 (15,2%). “A pesquisa não traz dados para explicar por que isso ocorre”, diz Zagorsky, mas ele oferece algumas possíveis explicações: os mais inteligentes podem ser mais ocupados e darem menos foco a rotinas simples como pagar contas, ou então podem achar que são espertos

Dívidas aumentam a autoestima

Dívidas aumentam a autoestima


Thiago Perin 
Dinheiro não compra felicidade. Mas, olha só, a inadimplência talvez ajude um pouco nessa questão: um estudo feito por pesquisadores dos EUA constatou que estar no vermelho parece aumentar a autoestima das pessoas na casa dos 20 anos.
Cruzando dados financeiros e psicológicos (coletados periodicamente a cada dois anos) de mais de três mil jovens, os caras identificaram o padrão: quanto mais dívidas eles acumulavam, maior eram suas autoestimas e a sensação de que estavam no controle das próprias vidas.
Oi, como assim? Por que as dívidas desse povo são mais divertidas do que as nossas?
Parte do efeito, segundo os especialistas, vem do sentimento de que as dívidas – em particular, os empréstimos estudantis – representam investimentos no futuro. Às vezes, você precisa se endividar para estudar numa boa faculdade, arrumar um bom emprego e ganhar bem lá na frente. Faz sentido. Mas mesmo os impulsos consumistas, que não fazem nada pelo currículo, podem levantar o amor-próprio. No caso, porque ter o que você quer quando você quer faz você se sentir bem – especialmente se dá para adiar a parte chata: o acerto de contas.
Mas essa festa não é eterna.
Conforme os participantes do estudo iam se aproximando dos 30 anos, o “barato” do vermelho começava a passar. Talvez porque os mais jovens vivam com a impressão de que vão ter muitotempo para quitar as dívidas, supõem os pesquisadores. Eventualmente, a idade chega, você não ganha tanto dinheiro quanto imaginava que estaria ganhando naquela fase da vida e, pôxa, elas ainda estão lá. “Quando fizeram as dívidas, eles devem ter pensado que pagá-las seria fácil, e eis que não é tão fácil assim”, diz a líder do estudo, Rachel Dwyer.
Resumindo: ter dinheiro (ou crédito para gastar mais do que tem, no caso) faz sim você se sentir o bonzão, mesmo quando isso significa se endividar. Mas ficar pagando esse dinheiro de volta por anos e anos, hum, não é tão legal assim.

Namorar te faz perder dois bons amigos


Carol Castro 
Já cansei de ouvir amigos se lamentarem quando um parceiro começa a namorar: “perdemos mais um, cara”. Só que essa bobeira misturada com ciúmes tem, segundo a ciência, um fundinho de verdade.
Na Inglaterra, um grupo de pesquisadores da Universidade de Oxford perguntou a 540 participantes sobre o círculo de amigos mais chegados – como ele mudou quando começaram a namorar. E, em geral, os entrevistados relataram a perda de dois grandes amigos durante o romance.
Parece pouco perto dos seus 300 amigos do Facebook e dos colegas de boteco? Então pare e pense: quantos deles aguentam ouvir suas lamúrias sobre a faculdade, inseguranças, trabalho, família? E quantos deles toleram seus dias de mau humor ou têm paciência para ver e ouvir as histórias de cada uma das 542 fotos da sua última viagem? Poucos, certo? Bom, segundo apesquisa, temos, em média, cinco grandes amigos assim. Aí se afastar de dois deles parece um desperdício e tanto, não?
Mas ninguém faz por mal. A culpa é desse apego aos amantes. Você se dedica a eles: troca a balada pelo cinema; o carnaval em São Luiz do Paraitinga por uns dias de descanso a dois na praia. E aí os amigos começam a aparecer em segundo plano e ficam cada vez mais distantes.
De qualquer forma, dizem que os bons amigos sempre ficam. Só não parece uma boa ideia abusar da paciência deles. Vai que o amor acaba e as amizades também…
Crédito da foto: flickr.com/clickflashphotos

6 curiosidades científicas sobre a amizade

6 curiosidades científicas sobre a amizade

Carol Castro 
semana tá acabando e você, provavelmente, vai recorrer a alguns bons amigos para aproveitar os próximos dias de folga. Mas quer uma dica para decidir para quem ligar? Bom, parceiro que é parceiro boceja junto com você. E detesta seus inimigos. Entendeu? Não? Então dá uma olhada nessa lista de curiosidades científicas sobre a amizade.
FALAR MAL É O MELHOR NEGÓCIOSe você estiver sem amigos, aí vai a primeira dica: falar mal dos outros é a melhor maneira de fazer amizade. Parece pobre, né? Mas é real. Pesquisadores americanos pediram a algumas pessoas para contar como nasceram as amizades mais fortes e como agiam, quando estavam juntos, em relação às outras pessoas (a tendência mais forte era falar mal do pessoal ao redor). Num teste final, perceberam ainda que as chances de você gostar de alguém aumentam quando os dois lados fazem os mesmos comentários sobre a vida alheia.
UM POR TODOS E TODOS POR UMÉ que não adianta: inimigo do seu amigo só pode ser seu inimigo. Pessoas que dividem a mesma opinião negativa sobre alguém se sentem muito mais próximas. Segundo outra pesquisaamericana, isso acontece porque dividir uma mesma opinião ruim acaba com aquele climão do primeiro encontro, quando, geralmente, as pessoas escondem seus defeitos. Falar mal sobre a mesma pessoa gera uma espécie de “subjetividade familiar”.
PROXIMIDADE MÍNIMANão adianta, se você não quiser deixar uma amizade morrer precisa manter contato. E isso exige tanto assim de você. Segundo pesquisa da Universidade de Notre Dame e da Pontífica Universidade Católica do Chile, se você quiser manter um amigo bem próximo, terá de ligar a ele pelo menos uma vez a cada 15 dias. E nunca, nunca deixe de retornar as ligações.
EMPATIASe cumprir esse trato implícito, vocês podem ser bons amigos. E compartilhar sentimentos – e bocejos! Sim, bocejo é uma demonstração de empatia. Durante um ano, pesquisadores da Itália saíram pelas ruas para observar e conversar com pessoas. E perceberam que entre amigos e parentes o bocejo é contagiante. Segundo a pesquisa, quando não há amizade, a pessoa até vê o bocejo da outra, mas não se deixa levar.
UM MILHÃO DE AMIGOS
Não, nem você, nem o Roberto Carlos vão ter um milhão de amigos. Existe um número máximo, postulado pelo antropólogo Robin Dunbar. Segundo pesquisa do antropólogo, nossocérebro não dá conta de memorizar e manter laços com mais de 150 pessoas.
AMIGO NÃO TEM PREÇOTudo bem se você não chegar nem perto dos 150 amigos. Só o fato de ter algum amigo já vale a pena. Muito a pena: quase 240 mil reais por ano. Segundo uma pesquisa da Universidade de Londres, esse é o preço pelo bem-estar que seus amigos trazem. É ou não um bom motivo para marcar um happy hour nesse fim de tarde?
Crédito da foto: flickr.com/mathieustruck

ABELHAS ASSASSINAS

Conheçam de que forma as abelhas assassinas matam as pessoas.
As abelhas africanizadas, uma espécie híbrida do cruzamento de abelhas-africanas com raças europeias, são também conhecidas como abelhas assassinas devido ao alto grau de agressividade e à capacidade de atacar coletivamente as possíveis ameaças às suas colônias.

abelhas assassinas
Sensíveis a qualquer tipo de vibração, a espécie tem uma característica extremamente defensiva e o ataque coordenado das abelhas da colônia pode levar uma pessoa à morte em poucos minutos.

Quando uma colônia de raças europeias é perturbada, uma vítima pode ser picada cerca de 20 vezes, em caso de um distúrbio moderado da colmeia, ou até 200 vezes se toda a colônia se agitar. No caso das abelhas africanizadas, este número é dez vezes maior, e uma vítima pode levar até 2 mil picadas em um único ataque.
Além do acentuado instinto de defesa a da alta agressividade, a espécie tem ainda dois componentes venenosos que são liberados em suas picadas. O meletin é o principal indutor de dor e corresponde a 50% do veneno. Já a enzima fosfolipase a2 é capaz de danificar o tecido humano e levar à insuficiência renal.

A espécie híbrida de abelhas africanizadas foi cultivada a partir da pesquisa do geneticista brasileiro Warwick Kerr, que viajou à África para estudar as abelhas do continente e realizou o cruzamento com as raças europeias. Apesar de o experimento inicial ter saído do controle, resultando na agressividade da espécie, o estudo de Kerr é reconhecido e respeitado hoje pela comunidade científica.

Onde as corujas ficam durante o dia?


  


Muitos vêem as corujas a noite porque não durante o dia?
A maioria das corujas se abriga em cavernas ou galhos de árvores durante o dia. Algumas espécies, como a buraqueira, escondem-se em buracos e tocas cavadas no chão. Outras ainda utilizam como "dormitório" torres de igrejas, telhados e forros de casas velhas. Na mata, para escapar dos inimigos e não ser atacada enquanto está dormindo, a coruja utiliza sua plumagem - que vai do branco-amarelado ao preto - para se confundir com a folhagem e os galhos das árvores. "Embora seja uma ave de hábitos crepusculares e noturnos, as corujas também são ativas e enxergam bem durante o dia. Mas, como usam esse período para repousar, ficam mais suscetíveis aos predadores, como cobras e outros pássaros", diz o ornitólogo Carlos Eduardo Sant’Ana, da Universidade Católica de Goiás.

Piscinas Exóticas Pelo Mundo

Piscinas Exóticas Pelo Mundo, As Melhores Fotos 
Nesse calor e Verão quem não gosta de uma bela praia e Piscina, mais especificamente. Pois todo mundo adoraria descansar em uma bela piscina…porém hoje em dia o que não falta são curiosidades e coisas estranhas, confira hoje as piscinas mais exóticas do mundo.
**Vamos começar por uma piscina muito conhecida que fica no alto de 3 torres de um prédio em Singapura…Você se Lembra:
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Essa piscina tem um efeito de ilusão que faz qualquer um pensar que a água cai lá de cima e as pessoas também, porém não é bem assim…
**Olha essa piscina da Turquia, o efeito é o mesmo:
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**Gostou, mas que tal uma piscina Infinita? Veja só se você consegue distinguir o que é piscina e o aonde é o mar:
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Difícil não?! Olha só a próxima:
**Nas alturas e no meio da mata…Olha só que visão que essa piscina proporciona:
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**Música é a sua praia? Que tal ela ser sua…Piscina? Olha essa:
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**Haja criatividade, porém quem chama a atenção mesmo são as piscinas Naturais da Turquia:
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**O Que você de um banho de piscina no meio da Cidade…Ou melhor, na rua mais movimentada? Olha só essa ideia:
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Deu para perceber que a maioria das piscinas estão nas alturas…Se você tem medo, prefira as convencionais. O que você achou das imagens e as piscinas exóticas??
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