quarta-feira, 29 de maio de 2013

Atenção aos Erros Comuns que Você Comete Dentro da Sua Cozinha


Atenção aos Erros Comuns que Você Comete Dentro da Sua Cozinha

Fonte e fotos : Seja por motivos culturais ou simplesmente por que não pensamos, o fato é que cometemos muitos erros em nossa cozinha diariamente. E erros na cozinha e na manipulação de alimentos podem ocasionar doenças graves e a família toda fica exposta aos ‘venenos’ do dia a dia. Confira algumas dicas preciosas e mude seus hábitos dentro de casa: Não se deve lavar carne vermelha em água corrente, pois além de se perder todos os nutrientes e a carne ficar com mau aspecto, a água só aumenta a probabilidade da entrada de bactérias. Só se deve lavar peixes para a retirada das escamas. Na hora de lavar os pratos, apenas algumas gotas de detergente são suficientes para a lavagem de toda a louça. Muito sabão na esponja, não permite a lavagem integral da mesma e consequentemente a proliferação de bactérias para a próxima louça será maior. Jamais use tábuas de madeira na sua cozinha. Já está mais do que provado que o acúmulo de sujeira e micro-organismos é imenso e não sai com água e sabão. Utiliza sempre as de plástico ou vidro. Não há problema algum em guardar alimentos quentes na geladeira. A única coisa é que até o alimento esfriar o consumo de energia aumenta um pouco. Só isso! E de preferência, se o alimento estiver quente, guarde-o destampado e só depois de frio coloque a tampa. O vapor formado dentro do recipiente dificulta o seu resfriamento e pode estragar o alimento. O hábito de abrir a lata de leite condensado com dois furinhos, um de cada lado para consumir o produto direto da embalagem é totalmente condenado. Milhões de bactérias entrando pelo furinhos e através da saliva! Abra a lata, repasse o produto a outro recipiente de plástico ou de vidro, retire o produto a ser consumido, tampe novamente e guarde-o em local fresco e seco. Formigas são transmissoras de bactérias em potencial. Elas comem de tudo, inclusive baratas mortas levando-as para suas tocas e depois vem comer o doce que está em cima da sua mesa. Havendo contato de formigas com alimentos, o jeito é jogar no lixo! Soprar velinhas no bolo é apenas espalhar as bactérias da saliva para todos os convidados do aniversário. Abandone esse hábito e pense em apagá-las de outra forma. Infelizmente todas as geladeiras são equipadas com o local de ovos na porta. Mas essa é a parte menos refrigerada do aparelho e o vai e vem da porta pode transformar os ovos em estufa e ocorrer a proliferação de salmonela. O ideal é guardá-los na prateleira da geladeira. Não se deve arear panelas na parte de dentro. Toda a substância química do alumínio se solta e depois vai parar dentro da sua comida. O vinagre deve ser mantido dentro da geladeira! Não use lixeiras na pia. Pia não é lugar de lixo! Troque a esponja de lavar louça uma vez por semana! Utilizá-la mais do que isso é só transferir bactéria de um lugar para outro. Pense nisso e mude seus hábitos!

Descubra a causa do suor excessivo

Descubra a causa do suor excessivo

A hiperhidrose é um doença, nada grave, mas é o suor exagerado sem nenhuma
 consequência para sua saúde.
O suor que é  às vezes também chamado de transpiração, nada mais é 
que a perda de  fluido líquido, consistido principalmente de cloreto de sódio
e uréia em solução, que é  secretado pelas glândulas sudoríparas na pele de nós
 seres humanos e mamíferos em geral.
Quando acordados temos esse excesso de suor nas palmas das mãos, nos pés,
no rosto e axilas. Pessoas sofrem este, pois não toleram o calor ou a causa
pode ser também estresse ou nervosismo.























Para conter o suor temos com o costume nos lavar constantemente e/ou usar produtos
antiperspirantes.
O uso de medicamentos são aconselhados apenas quando o suor é muito severo, 
consulte um médico especialista.
Fonte: CNN

O que significa a palavra “Status”?


O que significa a palavra “Status”?

Fonte e foto - http://www.vocesabia.net/  Statu quo é uma redução da expressão latina [in] statu quo [ante], que significa, literalmente, “no mesmo estado em que se encontrava antes”. A diplomacia teria sido o principal responsável pela difusão da expressão, empregada principalmente para referir-se às condições em que tudo se encontrava antes de determinado fato. Por exemplo: duas nações que se engajam numa guerra de fronteiras podem concordar em cessar fogo desde que as duas partes voltem ao statu quo ante – entenda-se, às posições territoriais que ocupavam antes do início do conflito (notem que aqui, devido à idéia temporal, o advérbio latino ante pode ser usado, se quisermos). Pouco a pouco, esta expressão, além de “estado anterior”, passou também – e principalmente – a significar o estado atual, a situação vigente, ou, no jargão dos anos 60, o sistema. É o que vemos nas frases abaixo: “Enquanto Marat e Sade são personagens pró-revolução (Marat na revolução externa, política, e Sade, na interna, erótica), Napoleão é o reacionário, que representa o statu quo.” “As tendências da esquerda brasileira e seus aliados ainda agem, infelizmente, como se a agremiação devesse limitar-se a contestar o statu quo, tal como ocorrera até o final dos anos 70.” Estranhamente, diz o dicionário Aurélio XXI que a forma status quo seria preferível a statu quo. Essa é também a lição de alguns dicionários ingleses, mas não tem qualquer razão de ser. Na expressão latina completa – in statu quo ante -, a palavra status (em Latim, “o estado”) não aparece no nominativo, mas no ablativo statu, e como tal deve figurar na forma reduzida. Para quem perdeu o seu Latim, acrescento: teríamos status se a palavra fosse aqui o sujeito; contudo, temos statu porque é um adjunto adverbial (que corresponde, grosso modo, ao ablativo latino). Status, usado isoladamente, é vinho de outra pipa: é um latinismo usado até na linguagem coloquial, com o significado de (1) situação, estado ou condição ou (2) grau elevado de distinção e prestígio social: São Paulo estuda a possibilidade de reivindicar o status de cidade internacional. Há dois anos apenas, portar um telefone celular era um indiscutível símbolo de status. Tanto statu quo, quanto status, devem ser colocados entre aspas ou escritos em letra de destaque (itálico ou negrito). Agora, faço questão de reproduzir a cáustica advertência dos irmãos Fowler para quem gosta de empregar expressões latinas: “Ninguém deve usá-las se não tiver certeza de que não estará, assim, apenas proclamando sua ignorância”.

Por que assistimos filmes violentos?

Por que assistimos filmes violentos?


Você provavelmente já assistiu a filmes de gangue, com tiros, guerras, sangue e muita violência. Saiba o porque assistimos filmes assim….
Na Alemanha e nos EUA, um estudo realizado por pesquisadoras da Universidade de Augsburg e Universidade de Wisconsin-Madison, afirmam: “É possível que cenas de violência percebidas como significativas, comoventes e que provocam reflexões possam gerar empatia com vítimas, admiração por atos de coragem e beleza moral diante da violência, ou auto-reflexão a respeito de impulsos violentos”.
A pesquisadora Anne Bartsch e sua colega Louise Mares, pesquisaram 482 pessoas entre 18 a 82 anos e com níveis de educação variados. Os pesquisados assistiram a trailers de filmes com diferentes níveis de violência e apelo intelectual e relataram suas impressões e os resultados condizem com os de estudos anteriores que mostraram que as pessoas em geral não são atraídas pela violência por si só, mas pelas diversas experiências que esse tipo de filme oferece.
“A prevalência de respostas positivas e as condições em que elas vieram oferecem um direcionamento intrigante e de valor social para futuros estudos”, concluem.
Fonte: ScienceDaily e PsychCentral

Como se formam as unhas? Por que elas crescem?


Como se formam as unhas? Por que elas crescem?

Fonte e foto - http://mundoestranho.abril.com.br/ Dá para dizer que a unha é pouco mais que um cemitério de células: o tecido que a compõe é formado por células que morrem debaixo da pele dos dedos e são continuamente empurradas por novas camadas que não param de ser produzidas. No caminho rumo à ponta do dedo, as células defuntas ganham doses de queratina e outras proteínas, que fortalecem as unhas e dão a elas o aspecto de lâmina. Ironicamente, a unha, um tecido morto, continua crescendo após a morte do seu dono! Isso ocorre porque a matriz das células - algo como o "berçário" das células de unha - usa pouquíssima energia para produzi-las. Quando o sujeito passa desta para melhor, a energia acumulada em vida garante a produção durante alguns dias póstumos. Mas para que servem essas "mortas-vivas"? "As unhas protegem os dedos dos pés e das mãos e exercem um papel significativo na sensibilidade dos dedos", diz o dermatologista Valcinir Bedin, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Estética. Entretanto, nem sempre elas tiveram essas funções: nossos ancestrais peludos e selvagens usavam as unhas como garras, um mecanismo de ataque e defesa. Com o passar do tempo, elas ficaram fininhas e passaram a cobrir apenas a parte de cima dos dedos, uma transformação que facilitou a manipulação de objetos e os trabalhos de precisão. Claro que, para não prejudicar essas habilidades, é necessário dar aquela cortadinha básica nas unhas de vez em quando. Por mês, elas crescem cerca de 3 milímetros nos dedos da mão e 1 milímetro nos dos pés. Mas cuidado: é bom cortá-las com uma tesoura e não com os dentes. "Quando se engolem fragmentos de unha, eles vão se acumulando no intestino e podem chegar até a perfurar o apêndice", afirma Bedin. Fora isso, é bom ficar de olho em qualquer mudança no jeitão delas, para evitar os problemas que a gente destaca na ilustração ao lado. Mãozinha para a saúde Cuidados básicos evitam que seus dedos fiquem assim CRESCENDO E APARECENDO A unha nasce na matriz germinativa, onde estão as células-mães que produzem o tecido. Logo que deixam a matriz, essas células morrem, são empurradas para a frente e formam a lúnula, que é mais branca por ser composta de células novas. Em seguida, a unha ganha queratina e outras proteínas, ficando rosada e mais dura para proteger os dedos CORTE MALFEITO A falta de cuidado na hora de cortar as unhas pode deixar pontas que se afundam na pele, causando feridas conhecidas como unha encravada. Não raro, as feridas se transformam em infecções por falta de cuidados adequados — aí, é necessária uma pequena cirurgia para resolver o problema. Um alerta: nos pés, as unhas encravadas costumam ser causadas por sapatos apertados BOLOR POPULAR A doença mais comum nas unhas é um tipo de infecção causado por fungos: a micose. É mais freqüente nos pés que nas mãos, pois os fungos proliferam em lugares úmidos e quentes, ambiente com as características do interior do sapato. Os fungos costumam usar a queratina das unhas como alimento. Por isso, quanto mais cedo a micose for tratada, mais eficaz será a cura REFLEXO DO CORAÇÃO O dedo ao lado representa um problema que pode ocorrer com doentes cardíacos com problemas de circulação. A redução do sangue nas extremidades do corpo faz baixar o teor de oxigênio na unha, deixando-a arroxeada, curva e com espessura mais fina. O problema só sara se a circulação normal for reestabelecida FUNGO PERIGOSO Essa inflamação na junção da unha com a pele é chamada de panaríceo. Pode ser causado por traumas na matriz da unha, mas geralmente é uma infecção adquirida em salões de beleza através de bactérias ou fungos. Ela costuma desaparecer em alguns dias, mas é bom ver um médico se o problema continuar

Porque arrotamos?

Porque arrotamos?


Arroto (nome vulgar para eructação), frequentemente acompanhada de somcaracterístico, ocorre quando gases do estômago são expelidos através da boca. É causada, em geral, pela liberação do ar engolido ou de dióxido de carbono produzido no estômago.
Embora a maior parte do ar deglutido, quando nos alimentamos ou engolimos saliva, seja absorvida pelo organismo, uma pequena quantidade desses gases precisa ser eliminada.
A eructação não costuma representar problema médico, mas merece atenção quando adquire caráter persistente.
Em diferentes culturas e épocas, arrotar à mesa pode ser sinal de boa ou má educação. Atualmente, o arroto pode ser sinal de má educação ou ainda de rebeldia.
Muitos outros mamíferos, como bovinos, cães e ovelhas também arrotam. No caso dos ruminantes, o gás expelido é realmente metano produzido como um subproduto do processo digestivo do animal. Organismos anaeróbicos, tais como Escherichia coli (E. coli) e arqueas metanogênicas produzir este efeito. Uma vaca média é pensado para emitem entre 542 litros (se localizado em uma granja) e 600 litros (se em um campo) de metanopor dia através de arrotos e expiração, fazendo com que o gado cultivado comercialmente seja um dos principais contribuintes para o efeito estufa sendo que 95% deste gás é emitido através do arroto. Isso levou os cientistas da Comunidade Científica e Industrial Research Organisation de Perth, na Austrália, para desenvolver uma vacina anti-metano para minimizar o metano em arrotos do gado.
Um dos motivos que leva as vacas domesticadas a arrotar tanto, é porque os alimentos com que são muitas vezes alimentadas com que seu sistema digestivo não evoluíram ao processo, como milho e soja. Alguns agricultores têm reduzido arrotos em suas vacas, alimentando-os de alfafa e semente de linhaça, que estão mais próximas das gramíneas que haviam comido no estado selvagem, antes de serem domesticadas.
Em alguns animais, a falta de arrotar com sucesso pode ser fatal. Isto é particularmente comum entre os ruminantes domésticos que têm permissão para gorge no trevo primavera muito rico ou alfafa. A condição, conhecida como bloat é basicamente uma pressão elevada acumulação de gases gástricos e requer tratamento veterinário imediato, geralmente com a inserção de uma mangueira de borracha flexível para o esôfago ou, em casos extremos, a punção do lado do animal com um bisturi para expulsar a construir acima de gás.
Alguns peixes também são conhecidos para eliminar o ar de suas guelras, aqui o arroto é produzido pelo gás que está sendo expulso da bexiga de gás.
Fonte: Wiki

Crianças Criadas por Animais


Crianças Criadas por Animais

PFonte e foto : http://www.vocesabia.net/ Histórias de contos infantis como Mogli – O menino Lobo, por incrível que pareça, existem na vida real. Crianças que até bem pouco tempo atrás viviam e foram criadas por animais como cães, macacos e lobos em ambientes hostis parecem ter saído de histórias de livros de contos de fada porém não muito felizes, com certeza. As “crianças selvagens” só nos provam que como diz o ditado ‘o homem é o meio’ realmente. Alguns casos bem recentes confirmam que o ser humano quando criado desde muito cedo por animais, captam todo o comportamento deles como gestos e hábitos. Em 2007 e 2009 , foram registrados dois casos, Lyokha e Natasha respectivamente. Lyokha foi criado por uma família de lobos e levado ao hospital para ser tratado e limpo. Só grunhia, não falava e andava de quatro. Porém, na primeira oportunidade que teve, fugiu e voltou para a floresta. Ninguém mais o encontrou. Já Natasha foi trancada num quarto com cães e gatos pelo seu próprio pai que a raptou de sua mãe. Sem condições de higiene a menina só sabia latir e miar e se comunicava com os humanos que a encontraram apenas pulando em suas pernas como fazem os cães, sem falar uma palavra sequer. Na Ucrânia, Oxana Malaya foi abandonada pelos pais alcoólatras e adotada por uma matilha de cães. Também só latia e rosnava e tinha os gestos idênticos aos dos cachorros quando foi encontrada em 1991. Apesar de ter sido recolhida por um orfanato e reaprender a andar e a comer como um humano, em alguns momentos ainda apresenta comportamento animal. John Ssebunya fugiu de sua casa na Uganda após ter presenciado a morte da mãe pelo próprio pai e foi viver na selva onde foi criado por macacos. Sua captura foi difícil pois foi altamente defendido por sua família adotiva de símios. Atualmente, John reaprendeu a falar e canta no coral infantil chamado Pearl Of Africa (Pérolas da África).