quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

CIRCO


Cores do picadeiro
Peripécias circences se renovam para manter a tradição do espetáculo popular
Keyla Cristina Silva7º Período de Jornalismo
Fotos:Keila Cristina Silva
Encanto, magia, sonho. Ele faz a alegria não só das crianças, como também dos adultos. Não tem local certo, porque o artista vai onde o povo está. 15 de março, dia do circo.
Os artistas circenses surgiram na China, onde foram descobertas pinturas de quase cinco mil anos em que apareciam acrobatas, contorcionistas e equilibristas. A acrobacia era o treinamento dos guerreiros que necessitavam desenvolver agilidade, força e flexibilidade. Com o passar do tempo, as qualidades se uniram ao charme, a beleza e harmonia.
Este é o exemplo da acrobata aérea e bailarina, Valéria Farfan. Ela é da quarta geração do circo. Desenvolvendo toda habilidade e força que possui em seu corpo, Valéria desenvolve um número de contorcionismo nas alturas, só que sem a rede de proteção. Uma verdadeira demonstração de equilíbrio econcentração, em que tudo neste espetáculo depende dela, da sua força. É um número perigoso, onde mãos, corpo e cabeça devem estar firmes, pois a vida está em risco.
O circo no Brasil existe desde o fim do século 19. Ele começou com ciganos que vinham da Europa para fugir de perseguições. Entre suas especialidades incluiam-se a domadora de ursos, o ilusionismo e as exibições com cavalos. Especialidades do artista Luciano Portugal que é adestrador, cavaleiro e trapezista, e um dos motoqueiros do globo da morte. Antes de falarmos sobre Luciano, que no show apresenta quatro espetáculos, vale explicar como acontece o adestramento dos animais. Existe um certo tipo de mito em relação a estes serem machucados para que possam aprender os números que apresentam. Luciano nos explica que o adestramento ocorre através do carinho e da recompensa que o animal recebe ao estar fazendo o seu número, no caso dos cachorros que andam e se apresentam vestidos de heróis da ficção, a carne é o agradecimento do seu domador pela tarefa cumprida. Não há agressões aos animais, que para o artista Luciano são como parte da família.
Uma das grandes atrações é o globo da morte. O circo Estoril, que está em Uberaba até o dia 22 de março, se atreveu e coloca a sexta moto, o que é inédito, dentro de um globo de 4,30 x 4,30 metros de circunferência. Quando se apresentam com as seis motocicletas chegam a ficar a dois palmos uns dos outros. É um número muito perigoso. Luciano e seu irmão Tiago Portugal, que apresentam um número de dança de cavalos juntos, são motoqueiros do globo. Eles nos conta como é arriscado, é o mínimo de espaço e depende das máquinas, porque se elas falham tudo pode acontecer. E já aconteceu. Uma vez estavam apresentando e a corrente de uma das motos arrebentou, três delas chegaram a bater e os motociclistas caíram. Em outra vez choveu e, o globo pegou umidade. Se tornou escorregadio, a quarta e quinta moto caíram. Mas independente disso, para eles o que vale é a adrenalina do momento. Luciano diz que no início dava medo, mas que depois a emoção supera tudo.
A pessoa que participa e quer fazer parte do globo da morte começa de bicicleta, rodando em horizontal, até que consiga se acostumar, porque de início fica-se tonto.
O circo necessita inovar, superar limites, para que o público não perca o interesse pelo espetáculo. E foi por isso, que o circo Estoril em suas apresentações inseriram mais uma moto, apesar do perigo. Normalmente os outros circos têm por costume que o globo fique em um canto, eles o trouxeram para o centro do picadeiro. Antes da apresentação montaram uma coreografia de abertura e no tão esperado espetáculo, a música que se ouve é o ronco dos motores. Inovação que não pára por aí, eles ainda se arriscam mais e sem as mãos fazem suas manobras dentro daquele círculo.
Mas a vida no circo não é nada fácil. É necessário superar todos os problemas existentes e com o abrir das cortinas, o sorriso também é necessário aparecer. A cada dia um novo público, e depois outras cidades. E não pense que o cansaço abate estes jovens não, no domingo, por exemplo, eles fazem três sessões e ao finalizar, retoma os ensaios. No outro dia o processo é o mesmo, e apesar de ser um mundo de sonhos, os nossos artistas são pessoas comuns que trabalham arduamente, mas que vão às compras, apresentam e saem à noite para aproveitar e fazer novas amizades.
Amizades que nem sempre perduram, como nos conta a relações públicas Margareth Pereira. Toda semana estão em um local diferente, o que dificulta um pouco os relacionamentos duradouros, devido as distâncias. Mas eles podem contar uns com os outros e o bom relacionamento é imprescindível, pois é o que os tornam uma grande família. E como em uma família, intrigas acontecem, mas como passam todo o dia juntos é necessário ser superado.
O circo é apaixonante, prova disso são as pessoas que não são de famílias tradicionais circenses, mas que se encantaram e vieram trabalhar nele. É o caso de Margareth. O circo foi em sua cidade, a irmã dela conheceu um rapaz que lá trabalhava. Namoraram, casaram e ela foi passear com a irmã, se deslumbrou e hoje acompanha esta vida há quatorze anos.
Para estes artistas o circo significa mais do que uma forma de viver, é amor. Não trocariam esta vida por nada. A acrobata aérea Valéria uma vez tentou mudar de profissão, mas o convencional não lhe agradou. Estava de férias e foi para a casa da prima em São Paulo, começou a trabalhar de balconista em uma loja. A brincadeira era geral, enquanto os outros trabalhavam parados de qualquer jeito, a trapezista, como era chamada, levou a postura do picadeiro para o balcão. E não conseguiu imaginar parada em um só local, logo voltou ao circo.
E que seja assim. Que o circo possa continuar a nos encantar com o mundo de sonhos, onde as luzes acendem, as cortinas se abrem e a fantasia acontece. Aplausos, que é a maior recompensa de um artista, a todos os circenses pelo dia mundial do circo.

A CAPITAL


A Capital

Neste livro, Eça de Queiroz faz, com traços vigorosos e de maneira maliciosa, os retratos caricaturais de seus amigos íntimos. Com final ironia, chega a pôr em Artur Corvelo sua própria personalidade.
Examina em todos os ângulos a sociedade portuguesa de seu tempo. Artur deixa a modesta terra natal e vai para Lisboa, alimentando doces ilusões, certo de que lá haveria melhor lugar para um intelectual.
Depois das decepções voltou ao lugar tranqüilo, mas, em face da vida monótona, sentia saudade da capital, embora tivesse saído "daquele inferno em Lisboa, como um vencido de uma batalha" - com feridas por toda a parte - no seu amor traído, na sua ambição iludida.

IRACEMA - RESUMO


Iracema

A obra conta a história de amor vivida por Martin, um português, e Iracema uma índia tabajara. Eles apaixonaram-se quase que à primeira vista. Devido a diferença etnica, por Iracema ser filha do pajé da tribo e por Irapuã gostar dela, a única solução para ficarem juntos, é a fuga. Ajudados por Poti, Iracema e Martim, fogem do campo dos tabajaras, e passam a morar na tribo de Poti (Pitiguara). Isso faz com que Iracema sofra, mas seu amor por Martim é tão mais forte, que logo ela se acostuma, ou pelo menos, não deixa transparecer. A fuga de Iracema faz com que uma nova batalha seja travada entre os tabjaras e os pituguaras. Pois Arapuã quer se vingar de Martin, que "roubou" Iracema, mas Mertim é amigo de Poti, índio pitiguara, que irá protegê-lo.
Além disso, a tribo tabajara alia-se com os franceses que lutam contra os portugueses, que são aliados dos pitiguaras, pela posse do território brasileiro. Com o passar do tempo, Martim começa a sentir falta das pessoas que deixou em sua pátria, e acaba distanciando-se de Iracema. Esta, por sua vez, já grávida, sofre muito percebendo a tristeza do amado. Sabendo que é o motivo do sofrimento de Martim, ela resolve morrer depois que der à luz ao filho. Sabendo da ausência de Martim, Caubí, irmão de Iracema, vai visitá-la e dia que já a perdoou por ter fugido e dado às costas à sua tribo. Acaba conhecendo o sobrinho, e promete fazer visistas regulares aos dois.
Conta que Araquém, pai de Iracema, está muito velho e mal de saúde, devido à fuga de Iracema. Justo no período que Martim não está na aldeia, Iracema dá luz ao filho, ao qual dá o nome de Moacir. Sofrendo muito, não se alimentando, e por ter dado à luz recentemente, Iracema não suporta mais viver e acaba morrendo logo após entregar o filho à Martim. Iracema é enterrada ao pé de um coqueiro, na borda de um rio, o qual mais tarde seria batizzado de Ceará, e que daria também nome à região banhada por este rio. Ao meio desta bela história de amor, estão os conflitos tribais, intensificados pela intervenção dos brancos, peocupados apenas em conquistar mais territórios e dominar os indígenas.

RESUMO DO LIVRO NUNCA DESISTA DE SUS SONHOS


Um livro para as pessoas que sonham, as que não sonham e as que por alguma razão, desistiram de sonhar. Não se trata dos sonhos que temos quando dormimos e sim dos projetos que temos, das metas que traçamos e dos objetivos a serem alcançados. As pessoas bem sucedidas na vida tiveram sonhos e acreditaram neles. É preciso ter sonhos. Sem sonhos não há conquistas, não há realizações. Sem sonhos não se chega a lugar algum. Mas não adianta sonhar e não lutar para tornar os sonhos realidade, porque sem luta não há vitória. Esse livro fala sobre a importância de ser umsonhador, o autor coloca em destaque um homem que foi um dos maiores sonhadores da humanidade, JESUS, relata ainda que o maior colecionador de derrotas foi ABRAHAM LINCON que lutou muito e conseguiu vencer por seus sonhos.
O autor faz uma análise de quatro personagens, sendo três históricos: Jesus Cristo, Abraham Lincoln e Martin Luther King, e o 4º (quarto), ele mesmo.
- Jesus Cristo. A análise que o autor faz deste personagem não é do ponto de vista religioso, e sim, social. Um líder que tinha um sonho e para realizá-lo chamou 12 (doze) homens desacreditados - a maioria sem estudo e sem perspectiva de vida - e acreditou neles. No livro ressalta a sua coragem de enfrentar poderosos para defender aquilo que era a sua missão aqui na Terra, levar esperança para os desesperados e aqueles que já não acreditava mais na vida. Os sonhos são como o próprio ar que respiramos, sem sonhos não podemos nem viver. Esse homem chamado Jesus falava de uma vida que seria impossível acreditar  se não fosse um sonhador. Ele era um vendedor de sonhos, mas um vendedor diferente fazia tudo somente por amor, os sonhos fazem os tímidos terem golpes de ousadia e os derrotados  serem construtores de oportunidade. E mesmo depois de sua morte, aqueles homens seguiram com o propósito do mestre e realizaram seu sonho.
- Abraão Lincoln. Um homem que colecionou inúmeras derrotas. Tentou o comércio e faliu. Ingressou na política e só colecionou derrotas. Mas ele tinha um sonho e não desistiu. A cada derrota as pessoas pensavam que ele não teria forças para tentar outra eleição, e ele, para espanto de todos, corrigia os erros das campanhas anteriores e começava uma nova campanha confiando que sairia vencedor. Foi assim para: Deputado Estadual, Federal, Senador e Vice para Presidente, onde foi desacreditado pelos membros do partido que não aceitaram que ele fosse vice na chapa por ser um derrotado. Mas não desistiu. Na eleição seguinte se candidatou a Presidente da República dos EUA e venceu, sendo reeleito depois e tornando-se um dos maiores presidentes dos EUA.
- Martin Luther King. Qual era o sonho deste homem? O de liberdade, igualdade social e fim da discriminação racial. É dele um dos mais belos discursos cujo título é: "I have a Dream" (eu tenho um sonho). Foi perseguido, maltratado. Queimaram sua casa na tentativa de fazê-lo parar. Mas ele não desistiu do sonho. Na sua luta foi vitorioso. Somente a morte o fez parar. Foi assassinado por aqueles que eram contrários ao seu sonho.
- Augusto Cury. Por fim, o autor conta sua experiência. Tinha o sonho de publicar sua teoria sobre a psicologia moderna. Foi humilhado. A sua teoria foi desprezada por todos, mas ele não desistiu. Depois de muito trabalho, derrotas e frustrações teve seu trabalho reconhecido, e hoje é chamado para dar palestras em renomadas universidades inclusive a que o rejeitou.
Os sonhos diurnos trazem saúde para a emoção, equipam o frágil para ser autor de sua história, renovam as forcas do ansioso, animam Os deprimidos, transformam os deprimidos em seres de raro valor e fazem os tímidos terem golpes de ousadia. Você não precisará de sonhos para ser um trabalhador comum, massacrado pela rotina, que faz tudo iguais todos s dias e que vive apenas em função do salário no final do mês. Mas precisará de muitos sonhos para ser um profissional que procura a excelência, amplia os horizontes de sua inteligência, ficam atentas as pequenas mudanças, tem coragem para corrigir rotas, tem capacidade de corrigir erros, tem ousadia para fazer das suas falhas e dos seus desafios um canteiro de oportunidades. Precisará de sonhos para enxergar soluções que ninguém vê, para apostar naquilo que você crê, para encantar seus colegas, para surpreender sua equipe de trabalho. Quem sonha não encontra estradas sem obstáculos, lucidez, sem perturbações, alegrias sem aflição. Mas quem sonha voa mais alto, caminha mais longe. Toda pessoa, da infância ao último estágio da vida, precisa sonhar. Os sonhos não determinam o lugar aonde você vai chegar, mas produzem a forca necessária para arrancá-lo do lugar em que você está. Ninguém é digno do pódio se não usar suas derrotas para alcançá-lo. Ninguém terá prazer no estrelato se desprezar a beleza das coisas simples no anonimato. Sem sonhos os ricos se deprimem, os famosos se entediam, os intelectuais se tornam estéreis, os livres se tornam escravos, os fortes se tornam tímidos. Sem sonho a coragem se dissipa, a inventividade se esgota, o sorriso vira um disfarce e a emoção envelhece. A disciplina sem sonhos produz servos que fazem tudo automaticamente. E os sonhos sem disciplina produzem pessoas frustradas que não transformam os sonhos em realidade. Sonhar é preciso, pois sem sonhos as pedras do caminho se tornam montanhas, os problemas ficam insuportáveis, as decepções se transformam em golpes fatais e os desafios se transformam em fontes de medo. Sonhar é preciso, pois o sonho alimenta o sono que alimenta a vida. E a vida não teria sentido se não fosse pelo sonho de ser feliz um dia.

AUGUSTO CURY

Livros Os Segredos do Pai Nosso - Augusto Cury (8575422561)Livros Nunca Desista de Seus Sonhos - Augusto Cury (8575421492)Livros Pais Brilhantes, Professores Fascinantes - Augusto Jorge Cury (8575420852)
Livros O Vendedor de Sonhos e a Revolução dos Anônimos - Augusto Cury (8560096515)Livros Dez Leis Para Ser Feliz - Ferramentas Para Se Apaixonar Pela Vida - Augusto Jorge Cury (8575420569)Livros Sabedoria Nossa de Cada Dia - os Segredos do Pai-nosso - Volume 2 - Augusto Cury (8575423312)

Augusto Cury
Augusto Jorge Cury é um médico, psiquiatra, psicoterapeuta e escritor de autoajuda. Seus livros já venderam mais de 16 milhões de exemplares somente no Brasil, tendo sido publicados em mais de 60 países. Wikipedia
Nascimento2 de outubro de 1958 (54 anos), Colina
SÃO LIVROS MARAVILHOSOS. LEIA.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

MONA LISA


Mona Lisa
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Mona Lisa também conhecida como A Gioconda ou ainda Mona Lisa del Giocondo é a mais notável e conhecida obra de Leonardo da Vinci, um dos mais eminentes homens do Renascimento italiano. 
Mona Lisa ("Senhora Lisa"[2]) também conhecida como A Gioconda[3] (em italianoLa Gioconda, "a sorridente"[4]; em francês,La Joconde) ou ainda Mona Lisa del Giocondo ("Senhora Lisa [esposa] de Giocondo") é a mais notável e conhecida obra deLeonardo da Vinci, um dos mais eminentes homens do Renascimento italiano.
Sua pintura foi iniciada em 1503 e é nesta obra que o artista melhor concebeu a técnica do sfumato. O quadro representa uma mulher com uma expressão introspectiva e um pouco tímida. O seu sorriso restrito é muito sedutor, mesmo que um pouco conservador. O seu corpo representa o padrão de beleza da mulher na época de Leonardo. Este quadro é provavelmente o retrato mais famoso na história da arte, senão, o quadro mais famoso e valioso de todo o mundo. Poucos outros trabalhos de arte são tão controversos, questionados, valiosos, elogiados, comemorados ou reproduzidos. Muitos historiadores da arte desconfiavam de que a reverência de Da Vinci pela Mona Lisa nada tinha a ver com sua maestria artística. Segundo muitos afirmavam devia-se a algo muito bem mais profundo: uma mensagem oculta nas camadas de pintura. Se observarem com calma verá que a linha do horizonte que Da Vinci pintou se encontra num nível visivelmente mais baixo que a da direita, ele fez com que a Mona Lisa parecer muito maior vista da esquerda que da direita. Historicamente, os conceitos de masculino e feminino estão ligados aos lados - o esquerdo é feminino, o direito é o masculino.[5]
A pintura foi trazida da Itália para França pelo próprio Leonardo, em 1506, quando este foi convidado pelo rei Francisco I de França para trabalhar na sua corte. Francisco teria então comprado a pintura, que passou a estar exibida em Fontainebleau e, posteriormente, no Palácio de Versailles.
Foto da parede do Louvre onde se encontrava o quadro em 1911, pouco após ter sido roubado.
Só após a Revolução Francesa, o quadro foi exposto no Museu do Louvre, onde se conserva até hoje. O imperador Napoleão Bonaparte ficou apaixonado pelo quadro desde a primeira vez que o viu, e mandou colocá-lo nos seus aposentos. Porém, durante as guerras com a Prússia, a Mona Lisa, bem como outras peças da coleção do museu francês, foi escondida num lugar seguro.
22 de Agosto de 1911, cerca de 400 anos após ser pintada por Leonardo da Vinci, a Mona Lisa foi roubada. Muitas pessoas, incluindo o poeta francês Guillaume Apollinaire e o pintor espanhol Pablo Picasso, foram presas e/ou interrogadas sob suspeita do roubo da obra-prima da pintura italiana. Quanto a Guillaume Apollinaire e a Pablo Picasso, foram soltos meses mais tarde. Acreditou-se, que a pintura estava perdida para sempre, que nunca mais iria aparecer. Todavia a obra apareceu na Itália, nas mãos de um antigo empregado do museu onde a obra estava exposta,Vincenzo Peruggia, que era de fato, o verdadeiro ladrão.[6][7][8][9]
1956 um psicopata jogou ácido sobre ela, danificando parte inferior da obra; o processo de restauração foi demorado. No mesmo ano, um bolivianojogou uma pedra contra a obra, estragando parte da sobrancelha esquerda da musa de Da Vinci.[10]
Em 2 de agosto de 2009, uma mulher russa jogou uma xícara vazia de café contra o quadro. A pintura não foi danificada, pois a xícara quebrou na proteção de vidro à prova de balas que existe antes do painel. Segundo as autoridades, a mulher só fez isso porque estava indignada após não conseguir a cidadania francesa. A russa foi presa imediatamente.[11]

A pintura a óleo sobre madeira de álamo encontra-se exposta no Museu do Louvre, em Paris e é uma das suas maiores atrações.[1]

OURO PRETO

Pouco se sabe com certeza sobre sua biografia, que permanece até hoje envolta em cerrado véu de lenda e controvérsia, tornando muito árduo o trabalho de pesquisa sobre ele e ao mesmo tempo transformando-o em uma espécie de herói nacional. A principal fonte documental sobre o Aleijadinho é uma nota biográfica escrita somente cerca de quarenta anos depois de sua morte. Sua trajetória é reconstituída principalmente através das obras que deixou, embora mesmo neste âmbito sua contribuição seja controversa, já que a atribuição da autoria da maior parte das mais de quatrocentas criações que hoje existem associadas ao seu nome foi feita sem qualquer comprovação documental, baseando-se apenas em critérios de semelhança estilística com peças documentadas.
Toda sua obra, entre talha, projetos arquitetônicos, relevos e estatuária, foi realizada em Minas Gerais, especialmente nas cidades de Ouro PretoSabaráSão João del-Rei e Congonhas. Os principais monumentos que contém suas obras são a Igreja de São Francisco de Assis de Ouro Preto e o Santuário do Bom Jesus de Matosinhos. Com um estilo relacionado ao Barroco e aoRococó, é considerado pela crítica brasileira quase em consenso como o maior expoente da arte colonial no Brasil e, ultrapassando as fronteiras brasileiras, para alguns estudiosos estrangeiros é o maior nome do Barroco americano, merecendo um lugar destacado na história da arte do ocidente.
Ouro Preto é um município do estado de Minas Gerais, no Brasil. É famoso por sua arquitetura colonial. Localiza-se nalatitude 20º23'08" sul, longitude 43º30'29" oeste e altitude média de 1 179 metros. Sua população de 70 227 habitantes, conforme o censo de 2010 (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), está distribuída em 34 272 homens e 35 955 mulheres.
Foi a primeira cidade brasileira a ser declarada, pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade, no ano de 1980.

ALEIJADINHO


Aleijadinho

Antônio Francisco Lisboa, mais conhecido como Aleijadinho, foi um importante escultor, entalhador e arquiteto do Brasil colonial. Wikipedia
Nascimento29 de agosto de 1738, Ouro Preto
Falecimento18 de novembro de 1814, Ouro Preto
PeríodoBarroco

Por Cristiana Gomes
Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, nasceu em 29 de agosto de 1730 em Vila Rica (atual Ouro Preto).
É considerado um dos maiores artistas barrocos do Brasil e suas esculturas e obras de arquitetura encantaram a sociedade brasileira do século XVIII.
O artista usava em suas obras, madeira e pedra-sabão (matéria-prima brasileira), além de misturar diversos estilos barrocos (rococó e estilos clássico e gótico).
Sua existência é cercada por controvérsias. Muitos estudiosos acreditam que ele não existiu e que foi , na verdade, uma invenção do governo de Getúlio Vargas.
Aos 40 anos, ficou doente. Ninguém sabe ao certo o que o houve, mas especula-se que teve lepra e foi por causa da doença que recebeu o famoso apelido.

Igreja de São Francisco de Assis
Aos poucos, foi perdendo o movimento das mãos e dos pés e para trabalharpedia ao seu ajudante para amarrar as ferramentas no seu braço. Mesmo assim, continuou trabalhando em igrejas e altares de Minas Gerais.
ALGUMAS DE SUAS OBRAS
  • Igreja de São Francisco de Assis (considerada uma das maiores realizações de Aleijadinho. Ele esculpiu, talhou e ornamentou a parte interna da igreja)
  • Igreja de Nossa Senhora do Carmo
  • Palácio dos Governadores
  • Os Passos da Paixão: são esculturas em madeira feitas por Aleijadinho e pintadas por Ataíde  que representam o calvário de Cristo. Estão dispostas em 6 capelas ao longo do Morro do Maranhão, diante da Basílica do Senhor Bom Jesus de Matosinhos (em Congonhas do Campo). Na frente desta igreja estão as famosas estátuas d’Os Doze Profetas, esculpidos em pedra-sabão, em tamanho natural. Consta que Aleijadinho esculpiu Os Doze Profetas (considerada sua obra mais conhecida) com a ajuda de escravos e com instrumentos amarrados no pulso. As obras teriam começado em 1796 e terminado alguns anos antes da sua morte em 1814.
  • Igreja de São Francisco de Paula (imagem do padroeiro)

Teto da Igreja de São Francisco de Assis, pintado
por Aleijadinho
Morreu doente e abandonado em 18 de novembro de 1814. Infelizmente, a importância de seu trabalho só foi reconhecida após sua morte.
A vida e obra desse excelente artista foram retratadas na TV e no cinema:
- Cristo em Lama (cinema)
- Aleijadinho – Paixão, Glória e Suplício (cinema)
- No Caso Especial da Rede Globo com Stênio Garcia (TV)


Reportagens
Oriente Médio

Deus, pra que serve a literatura?



Para muitas pessoas, a única maneira de conhecer outros países ou culturas é através dos livros. A literatura é uma ferramenta do conhecimento, que, no Ocidente, funciona como mercadoria. Veja como se relacionam a cultura oriental e a leitura ocidental


por Pedro Matias*


"Esse é o valor inegável da Literatura: tentarmos compreender o outro e crescer com a visão de mundo dele."
Trabalhar com Literatura é fazer um exercício de troca de perspectiva. Falar sobre Literatura é, em certa medida, dialogar com o ponto de vista do outro, tentando compreendêlo e fazer as analogias possíveis com o nosso. O trabalho com essa arte, como em qualquer outra, se torna inútil quando pretendemos “entrar e sair” da mesma forma, sem nenhuma transformação. Nós, ocidentais, temos o sentimento de centro do mundo: a globalização (causada pelo capitalismo) é uma ocidentalização. Vejo que a Literatura enseja uma discussão que é muito válida: o que podemos aprender com a cultura do outro? Abordando As Mil e uma Noites, discutirei sobre a herança cultural ocidental (provinda do avanço impetuoso do capitalismo) em contraponto com a oriental (provinda da cultura islâmica).
Ser protagonista
Nós, ocidentais, fomos ensinados que somos o “centro” do mundo. Fomos formados em uma época da história que nosso “lado do globo” era visto como o local da riqueza e liberdade, e o Oriente era visto como a “terra misteriosa” onde as pessoas viviam à mercê de uma religião “bárbara” que pregava a falta de liberdade para mulheres. Ainda vivemos reflexos desse tempo; no entanto, podemos tentar compreender o outro e crescer com a visão de mundo dele. Esse é o valor inegável da Literatura. Temos que ser protagonistas de nossa leitura e escapar ilesos de um livro, sem sofrer nenhuma transformação, só ocorre quando o livro já não tem mais nada a nos oferecer. Porém, com grandes livros, como os clássicos, devemos estar preparados para rever nossas perspectivas de mundo.
Temos tachado o oriental – lembrando que orientais não se restringem aos grupos que abordo aqui; no entanto, para fins de argumentação mais clara, quando estiver me referindo a orientais, neste artigo, refiro-me principalmente àqueles que vivem de acordo com o Islã – de bárbaro desde tempos imemoriáveis, ou melhor, a denominação de bárbaro já estava lá antes de Jesus, antes de Roma. O império latino chamou de bárbaros todos aqueles que não faziam parte da sua cultura. Chamar o outro de estranho tomou uma perspectiva interessante: não é (reitero que para nós, ocidentais) uma maneira de apontar um sujeito como uma fonte de onde posso tirar novos ensinamentos, mas a marca nefasta de que ele é diferente de mim e, portanto, não tem nada a oferecer. Isso se torna mais constrangedor, usando o sentido completo da palavra, pois torna o sujeito ocidental um ignorante em todas as acepções possíveis.
A dupla viagem
Já foi dito que a Literatura sempre fala sobre a guerra ou a viagem. No fundo, todo personagem viaja de alguma forma, seja interna ou externamente. Muitas vezes essas viagens são complementares (principalmente na narrativa dita pós-moderna), mas há outra viagem: a do leitor. Assim como o personagem, o leitor vive uma viagem espelhada; a primeira uma viagem, pelas páginas do livro, que, quando está no estado anímico para viver a narrativa, se espelha na viagem transformadora interna dele. Citando Joseph Campbell: “Um herói vindo do mundo cotidiano se aventura numa região de prodígios sobrenaturais, ali encontra fabulosas forças e obtém uma vitória decisiva; o herói retorna de sua misteriosa aventura com o poder de trazer benefícios aos seus semelhantes”.
Essa viagem pode ser alinhada com a do monomito campbelliano (como definida acima): o sujeito é tomado do convívio social para viver uma viagem. Ele morre e renasce para voltar para sua comunidade mutacionado, em um Ser capaz de oferecer algo para essa comunidade — em outras palavras, ele é melhor para a sociedade. Essa viagem é necessária dentro da Literatura e é precisamente ela que torna um livro uma força social poderosa.
A árvore e a onda
Tomando as palavras de Franco Moretti, temos uma boa metáfora para tratar do mundo oriental e do ocidental:
Ora, árvores e ondas são, ambas, metáforas — mas afora isso não têm absolutamente nada em comum. A árvore descreve a passagem da unidade à diversidade: uma árvore com muitos ramos, do indo-europeu a dúzias de línguas diversas. A onda é o oposto: observa uniformidade abarcando uma diversidade inicial; filmes de Hollywood conquistando um mercado após outro (ou o inglês tragando uma língua após outra). As árvores precisam de descontinuidade geográfica (para se ramificarem umas das outras, as línguas têm primeiro de estar separadas no espaço, a exemplo das espécies animais); as ondas não gostam de barreiras e prosperam na continuidade geográfica (do ponto de vista de uma onda, o mundo ideal é um lago). Árvores e ramos são aquilo a que se apegam os Estados-nação; ondas são o que os mercados fazem. E assim por diante. Nada em comum entre as duas metáforas. Mas ambas funcionam. A história cultural é feita de árvores e ondas — a onda do avanço agrícola sustentando a árvore das línguas indo-européias, que é varrida então por novas ondas de contato linguístico e cultural... E à medida que o mundo oscila entre os dois mecanismos, seus produtos são inevitavelmente heterogêneos.
Para deixarmos bem claro: árvore é a perspectiva que cria raízes se especificando em diversos “galhos”, tornando-se cada vez mais heterogênea; a onda é a perspectiva que tenta homogeneizar tudo, a onda vai arrastando aquilo que encontra em seu caminho, tornando tudo o mesmo mar, fazendo com que tudo afunde e torne-se parte do mesmo elemento. O Ocidente vive pela perspectiva da onda e o Oriente, pela perspectiva da árvore. Um exemplo sobre isso, vindo do As Mil e uma Noites, é a história do terceiro calândar (53ª noite):
Visitei primeiramente as províncias; em seguida, mandei que armassem e equipassem a minha frota, e percorri as ilhas a fim de granjear, com a minha presença, a amizade dos súditos e o cumprimento dos seus deveres. Pouco tempo depois, tornei a visita-las, e tais viagens, ao mesmo tempo em que me proporcionavam um verniz de navegação, de tal forma despertaram meu interesse que resolvi descobrir terras desconhecidas, para além das minhas ilhas.
“O protagonista é aquele personagem que não escapará ileso aos acontecimentos – seja pela perda da inocência de um Frodo Baggins ou pelos percalços da trajetória até reencontrar a mulher amada de um Dante ou um Ulisses.” 
Robertson Frizero, editor e tradutor

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

LISBOA


Lisboa
Lisboa é a capital, bem como a maior e mais importante cidade de Portugal. Considerada uma cidade global Alfa-, Lisboa é também a capital do Distrito e da Área Metropolitana de mesmo nome. Wikipedia
População547.631 (2011)
Área84,8 km²
Tempo16°C, vento N a 23 km/h, umidade de 68%
Hora localquarta-feira 15:24